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“Capitã cloroquina” nega silêncio e diz que defenderá tratamento precoce na CPI

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Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde
Erasmo Salomão/MS

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde

Conhecida como “Capitã Cloroquina” , a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, a Mayra Pinheiro , disse nesta segunda-feira (17) em entrevista ao Metrópoles que seu maior desejo é “falar” na CPI da Covid. A médica negou que tenha ingressado com  pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para ter direito de ficar em silêncio.

“Eu não entrei com um processo para ficar calada, não. Eu entrei com um processo pra ter direito a levar os meus advogados. O que eu mais quero nessa CPI é falar. É exatamente o contrário. Eu tenho muito interesse de poder falar, para o Brasil, a verdade e o que eu vivo no meu trabalho. Não entrei com a intenção de ficar calada, não, até porque é uma grande oportunidade”, afirmou.

A médica disse que, em seu depoimento, vai defender a cloroquina  – remédio comprovadamente ineficaz para tratar a Covid-19. Ela também pretende defender o aplicativo Trate-Cov , lançado pelo governo para recomendar que médicos prescrevessem o “tratamento precoce”

No habeas corpus, impetrado na noite de domingo (16/5) no STF, os advogados da “capitã cloroquina” pedem que seus advogados possam auxiliá-la durante o depoimento; que ela tenha o direito de não se autoincriminar; e que as partes sejam tratadas com “urbanidade” durante o depoimento.

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Na gestão Bolsonaro, orçamento ‘paralelo’ é maior que nos governos Temer e Dilma

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Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro
Matheus Barros

Emendas de congressistas dão salta na gestão Bolsonaro

A média do orçamento de emendas anuais de relator aprovadas pelo Congresso teve um aumento considerável na gestão de Jair Bolsonaro (sem partido). O salto é quatro vezes maior que no governo de Michel Temer e cinco vezes maior que durante o mandato de Dilma Rousseff (PT). As informações foram levantadas pelo portal UOL .

O episódio conhecido como “Orçamento Paralelo” se trata de trocas orçamentárias entre parlamentares e ministérios, que não constam nos portais de transparência do governo. Além disso, foi apelidado de “tratoraço”, já que houve compra excessiva de máquinas agrícolas. 

Em resposta ao UOL , um levantamento da Consultoria de Orçamento da Câmara mostra que os congressistas propuseram R$ 20,7 bilhões em emendas na atual gestão. As cifras são menores nos governos Temer (R$ 4,8 bilhões) e Dilma (R$ 3,8 bilhões), em média, por ano. 

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Bolsonaro ridiculariza protestos e silencia sobre 500 mil mortes por Covid-19

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Presidente Jair Bolsonaro
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) escolheu se calar e não lamentar a  marca de 500 mil mortos por Covid-19 atingida pelo Brasil neste sábado (19). Nas redes sociais, o mandatário preferiu ridicularizar as manifestações da oposição, que reuniram milhares de pessoas em mais de 300 cidades do país.



Os protestos, minimizados por Bolsonaro, aconteceram em  todos os estados e no DF, e foram, em geral, maiores que os últimos [do dia 29 de maio]. Na Avenida Paulista, em São Paulo, manifestantes ocuparam 9 quarteirões. (Veja abaixo).

Protesto contra Bolsonaro na Avenida Paulista
Reprodução

Protesto contra Bolsonaro na Avenida Paulista


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Nem mesmo os canais oficiais de comunicação do Palácio do Planalto lamentaram a marca de meio milhão de vidas perdidas pela pandemia.

O ministro das Comunicações, Fábio Faria , escolheu o caminho contrário: criticou políticos, artistas e jornalistas que se manifestam lamentando a nova — e triste — marca.

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“Em breve vcs verão políticos, artistas e jornalistas “lamentando” o número de 500 mil mortos. Nunca os verão comemorar os 86 milhões de doses aplicadas ou os 18 milhões de curados, porque o tom é sempre o do “quanto pior, melhor”. Infelizmente, eles torcem pelo vírus”, disse nas redes sociais.


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