conecte-se conosco


Internacional

Israel destrói prédio em Gaza que abrigava escritórios de imprensa

Publicado

Internacional


Israel realizou um ataque e destruiu uma torre de 12 andares em Gaza que abrigava os escritórios da Associated Press e de outros meios de comunicação dos Estados Unidos neste sábado (15), alegando que o prédio também foi usado pelo grupo militante islâmico Hamas.

O prédio al-Jalaa na Cidade de Gaza, que também abriga os escritórios da emissora Al Jazeera, do Catar, bem como outros escritórios e apartamentos, foi evacuado depois que o proprietário recebeu um aviso prévio da ataque iminente.

Um jornalista palestino foi ferido no ataque, informou a mídia palestina. Destroços e estilhaços voaram a dezenas de metros de distância.

Os militares israelenses disseram que seus “aviões de combate atingiram um prédio de vários andares que continha ativos militares pertencentes aos escritórios de inteligência da organização terrorista Hamas”.

Eles disseram que haviam fornecido um aviso prévio aos civis no prédio, permitindo que todos saíssem.

Comentários Facebook
Veja Também  ONU: mais de 8.500 crianças foram usadas como soldados em 2020

Internacional

Aquecimento global ameaça cidades costeiras, alertam peritos da ONU

Publicado


A subida do nível do mar, as inundações e a intensificação das ondas de calor ameaçam as cidades costeiras em todo o mundo, diz relatório provisório do Painel Intergovernamental de Especialistas sobre a Evolução do Clima (IPCC, na sigla em inglês).

De Bombaim a Miami, Daca ou Veneza, essas cidades e os seus milhões de habitantes que vivem na foz dos estuários ou nas linhas sinuosas da costa estão “na linha da frente” da crise climática, que corre o risco de redesenhar os mapas dos continentes, afirma o documento.

“O nível do mar continua a subir, as inundações e as ondas de calor são cada vez mais frequentes e intensas e o aquecimento aumenta a acidez do oceano”, observam os cientistas no relatório de 4 mil páginas sobre os impactos das mudanças climáticas.

De acordo com os peritos climáticos, é preciso “fazer escolhas difíceis”.

Sob o efeito combinado da expansão dos oceanos e do degelo causado pelo aquecimento, a subida do nível do mar também ameaça contaminar os solos agrícolas com água salgada e engolir infraestruturas estratégicas, como portos ou aeroportos.

Um “perigo para as sociedades e para a economia mundial em geral”, alerta o IPCC, lembrando que cerca de 10% da população mundial e dos trabalhadores estão a menos de dez metros acima do nível do mar.

Veja Também  Bachelet pede ação unificada diante de violações de direitos humanos

“Para algumas megalópoles, deltas, pequenas ilhas e comunidades árticas, as consequências podem ser sentidas muito rapidamente, durante a vida da maioria das populações atuais”.

De acordo com os peritos, o nível do oceano pode subir 60 centímetros até ao final do século.

“O destino de muitas cidades costeiras é sombrio sem uma queda drástica nas emissões de CO2”, dizem os pesquisadores, acrescentando que “qualquer que seja a taxa dessas emissões, o aumento do nível dos oceanos acelera e continuará a ocorrer durante milénios”.

“A maioria das cidades costeiras pode morrer. Muitas delas serão dizimadas por inundações de longo prazo. Em 2050, teremos uma imagem mais clara”, disse Ben Strauss, da organização Climate Central.

Mas, apesar dessas previsões sombrias, as cidades costeiras continuam a crescer, multiplicando as vítimas em potencial, especialmente na Ásia e na África.

Segundo o documento, um aquecimento global acima do limiar de 1,5 ºC (grau centígrado), fixado pelo acordo de Paris, teria “impactos irreversíveis para os sistemas humanos e ecológicos”. Os peritos afirmam que a sobrevivência da humanidade pode estar ameaçada.

Veja Também  Biden faz apelo por vacinação; EUA não devem cumprir meta

Com as temperaturas médias subindo 1,1 °C desde meados do século 19, os efeitos no planeta já são graves e podem se tornar cada vez mais violentos, ainda que as emissões de dióxido de carbono (CO2) venham a ser reduzidas. 

Falta de água, fome, incêndios e êxodo em massa são alguns dos perigos destacados pelos peritos da ONU.

O relatório de avaliação global dos impactos do aquecimento, criado para apoiar decisões políticas, é muito mais alarmante que o antecessor, divulgado em 2018.

O documento deverá ser publicado em fevereiro de 2022, após a aprovação pelos 195 Estados-membros da ONU e depois da conferência climática COP26, marcada para novembro em Glasgow, na Escócia.

Prevista originalmente para novembro de 2020, a 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP26), com líderes de 196 países, empresas e especialistas, foi adiada devido à pandemia de covid-19.

Comentários Facebook
Continue lendo

Internacional

Chile avalia possibilidade de terceira dose de vacina contra covid-19

Publicado


O governo do Chile estuda a possibilidade de distribuir uma terceira dose de reforço de vacina contra a covid-19, anunciou o presidente chileno nessa terça-feira (22), enquanto o país tenta combater mais uma onda de infecções, em meio a dúvidas sobre a eficiência da vacina da Sinovac contra variantes mais transmissíveis do vírus.

O presidente Sebastián Piñera afirmou que especialistas de saúde estão avaliando estudos científicos para determinar se uma terceira dose seria necessária, enquanto é iniciada a imunização de adolescentes no país. 

“Como governo, estamos atentos aos problemas de hoje, mas também precisamos nos antecipar e preparar para enfrentar os problemas de amanhã”, acrescentou.

O Chile depende amplamente da vacina contra a covid-19 desenvolvida pela chinesa Sinovac, a CoronaVac, para executar uma das campanhas de vacinação mais rápidas do mundo, administrando 16,8 milhões de doses, além das 3,9 milhões de doses da vacina da Pfizer/BioNTech e outras quantidades menores de imunizantes da Cansino Biologics e da AstraZeneca.

Até agora, 78% do público-alvo do Chile tomaram pelo menos uma dose, e 61% estão completamente vacinados.

Veja Também  Irã: política externa não se limitará a acordo nuclear

O Chile foi um teste importante para a eficácia da vacina da Sinovac no mundo. Em estudo publicado em abril, a vacina chinesa provou ser minimamente eficiente na prevenção da doença após a primeira dose. Com a segunda, o imunizante apresentou 67% de eficácia na prevenção de infecção sintomática, 85% na prevenção de hospitalizações e 80% na prevenção de mortes.

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso

Mais Lidas