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Mais de 1,2 mil municípios ficaram sem vacina contra Covid-19 nesta semana

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Conforme a sondagem, 1.142 municípios informaram não ter recebido a segunda dose da vacina contra a covid-19 para aplicação na população
Foto: FreePik

Conforme a sondagem, 1.142 municípios informaram não ter recebido a segunda dose da vacina contra a covid-19 para aplicação na população

Nesta semana, 1.270 cidades brasileiras ficaram sem vacina contra a covid-19, informa a nova edição de pesquisa da Confederação Nacional dos Municípios (CNM). O número corresponde a 41,6% de 3.051 prefeituras consultadas.

Em 1.758 municípios (57,6%) não houve falta de imunizante. Conforme a sondagem, 1.142 municípios informaram não ter recebido a segunda dose da vacina contra a covid-19 para aplicação na população, o que representa 89,9% dos que afirmaram ter passado pela ausência de imunizantes.

Desse total, 1.112 prefeituras ficaram sem a segunda dose da CoronaVac e 90 sem a segunda dose da Oxford/AstraZeneca. Na semana passada, 1.305 municípios relataram o problema da ausência de segunda dose e 322 informaram ter ficado sem a primeira.

Nesta edição, a CNM incluiu uma nova pergunta sobre a resistência de pessoas à vacinação. Entre as pouco mais de 3 mil prefeituras, 957 relataram essa tendência, ou 31,4% da amostra, enquanto 2.079  não mencionaram esse tipo de atitude, ou 68,1%.

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Entre as localidades onde foi constatada resistência à imunização, 63,4% relataram maior dificuldade com o imunizante da Oxford/AstraZeneca e 33,5% com a CoronaVac.

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Do total de prefeituras ouvidas, 1.846 relataram ter iniciado a vacinação de gestantes e puérperas, o correspondente a 60,5%; e 1.185, ou 38,8%, ainda não começaram a imunizar esse segmento. Em relação a pessoas com comorbidades, 2.533 (83%) já começaram a imunização neste público e 504 (16,5%) ainda não deram início ao processo.

Insumos e oxigênio A possibilidade de desabastecimento de medicamentos do chamado kit intubação foi apontada por 559 cidades, o equivalente a 18,3% das consultadas. No levantamento anterior, o índice estava igual. O nome é dado a remédios para uso de suporte ventilatório de pacientes com covid-19, como anestésicos e neurobloquedores.

A possibilidade de ficar sem oxigênio para o atendimento aos pacientes com covid-19 foi manifestada por 225 prefeituras, o correspondente a 7,4% das entrevistadas, e 2.738 disseram não estar com essa preocupação (89,2% do total). Na edição anterior, o número de cidades com problema de abastecimento de oxigênio havia sido 208.

Medidas de restrição Entre as prefeituras que participaram da sondagem, 2.050 (67,2%) informaram ter adotado alguma forma de fechamento ou restrição de horário das atividades não essenciais, e 987 (32,4%) disseram não ter lançado mão desse recurso durante a pandemia. 

Fonte: IG SAÚDE

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Quem faz festa de aniversário na pandemia têm 30% mais chances de contrair Covid

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Festa de aniversário aumenta chance de contrair Covid-19 em 30%, diz estudo
Reprodução/FreePic

Festa de aniversário aumenta chance de contrair Covid-19 em 30%, diz estudo

RIO — As pequenas festas de aniversário celebradas em casa apenas com pessoas próximas parecem inofensivas, mas, definitivamente, não são. Um estudo divulgado, nesta segunda-feira, por pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard e da RAND Corporation revelou que as comemorações estão diretamente relacionadas à alta propagação da Covid-19 durante os picos de contágio da doença.

A pesquisa foi desenvolvida nos Estados Unidos, e o resultado mostra que, em regiões com altas taxas de infecção pelo coronavírus, famílias que fizeram aniversários cerca de duas semanas antes de terem o diagnóstico positivo para a Covid-19 tinham 30% mais chances de contrair a doença, em comparação às dos mesmos locais sem aniversários. A análise teve duração de dez meses e foi realizada com mais de 6 milhões de pessoas de 2,9 milhões de domicílios do país.

Em separação por faixa etária, os pesquisadores concluíram que o risco variou de acordo com a idade do aniversariante. Em famílias nas quais uma criança fazia aniversário, houve um aumento nos casos de coronavírus de 15,8 por 10 mil pessoas nas duas semanas seguintes ao aniversário. Já em domicílios com aniversário de adulto, o aumento foi de 5,8 casos adicionais por 10 mil pessoas. Todos os dados foram comparados a residências nas mesmas condições, mas sem aniversariantes.

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De acordo com o doutor em saúde pública e professor titular do Instituto de Medicina Social da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) Mario Roberto Dal Poz, a alta de casos em aniversários de crianças pode ser explicada pela menor proteção entre os pequenos e pela maior circulação de pessoas que os acompanham nas celebrações.

— Crianças geralmente não ficam de máscara, ficam correndo, se juntam a outras pessoas e, com elas, têm os adultos que ficam por perto para cuidados, então a probabilidade de fato é maior. Nos encontros de adultos, já é possível ter mais consciência quanto a necessidade do uso de máscara e álcool em gel, por exemplo — explica o médico.

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No estudo, os pesquisadores deram ainda outro motivo para a alta dos casos entre crianças: o fato de famílias terem menos probabilidade de cancelar os planos do aniversário.

Entre os domicílios em cidades com baixa prevalência de casos de coronavírus, o estudo não encontrou nenhum aumento na taxa de infecção nas semanas seguintes aos aniversários. Além disso, o aumento de infecções por Covid-19 em famílias com aniversários também não foi maior em locais onde o presidente Donald Trump teve uma maior parcela de eleitores, em relação à candidata presidencial Hillary Clinton nas eleições americanas de 2016, sugerindo que as decisões dos indivíduos sobre medidas de higiene foram semelhantes, apesar das diferenças políticas em torno do combate à pandemia.

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Contudo, a pesquisa apresenta limitações. Nas explicações sobre a metodologia adotada, foi ressaltado que a análise não foi feita com a contabilização de festas de aniversário reais, mas, sim, a partir do agrupamento das datas de nascimento nos domicílios, que provavelmente correspondem a reuniões sociais e comemorações. Com o cruzamento de dados obtidos através dos planos de saúde, foi possível definir com 95% de eficácia que picos de infecção pela Covid-19 entre famílias que aniversariam são mais frequentes.

Para o médico Mario Roberto Dal Poz, apesar de já ser sabido que mesmo pequenas aglomerações contribuem para a disseminação do vírus, esse estudo é essencial para formulação de políticas sanitárias que podem ajudar a conter a pandemia.

— Com a comprovação científica, a partir de estudos robustos com dados que sejam transparentes, replicáveis e representativos, conseguimos ter uma conclusão irrefutável para tomar decisões de políticas de saúde como aumento do isolamento social, lockdown, entre outras medidas que têm maiores chances de ter sucesso porque são baseadas em evidências sólidas — conclui o especialista.

Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: novo lote de vacinas da Pfizer chega ao Brasil

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O primeiro lote desta semana com vacinas da Pfizer/BioNTech contra a covid-19 chegou ao Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), na noite desta terça-feira (22), com 528.840 mil doses. 

Mais duas remessas de vacinas serão feitas ao Ministério da Saúde ainda esta semana, segundo previsão da Pfizer, totalizando 2,4 milhões de doses no período. A chegada dos novos lotes ocorrerá nos dias 24 e 27 de junho, com 936 mil doses em cada lote, e desembarcará também em Viracopos. Segundo balanço da Pfizer, somadas aos lotes anteriores, mais de 13 milhões de doses terão sido entregues até o final dessa semana.

De acordo com a farmacêutica, as entregas dessa semana fazem parte do acordo firmado em março, que contempla a disponibilização de 100 milhões de vacinas ao Brasil até o final do terceiro trimestre deste ano.

Em maio, o Ministério da Saúde e o laboratório assinaram um segundo contrato que garantiu mais 100 milhões de doses para o país, com previsão de chegada até dezembro de 2021, totalizando a entrega de 200 milhões de doses ao Brasil. 

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Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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