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Fiocruz entrega mais vacinas que o previsto pela 3ª vez

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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) anunciou hoje (14) a entrega de mais 4,7 milhões de doses da vacina contra a covid-19. O número supera em 600 mil o inicialmente previsto  É a terceira semana que a instituição científica vinculada ao Ministério da Saúde repassa ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) mais doses do que o estimado. Isso havia ocorrido em 23 de abril, quando foi entregue 500 mil doses extras, e em 30 de abril, quando o incremento foi de 900 mil doses. 

“O aumento do quantitativo nesta semana foi possível por conta da antecipação de lotes previstos para serem liberados na próxima semana. As entregas ocorrem em duas remessas: uma, com 217 mil doses, para o estado do Rio de Janeiro; e outra, com o restante do quantitativo, para o almoxarifado designado pelo Ministério da Saúde, de onde sairão as doses para os demais estados, até o final do dia”, diz em nota a Fiocruz.

A vacina produzida pela instituição é a Covishield, que já possui registro definitivo na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e está sendo usado no controle da pandemia seguindo os critérios do PNI. Ela foi desenvolvida por meio de uma parceria entre a Universidade de Oxford e a farmacêutica inglesa AstraZeneca, que firmaram com a Fiocruz, no ano passado, um acordo para transferência de tecnologia.

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Com a nova entrega, a instituição chega à marca de 34,9 milhões doses disponibilizadas ao PNI. Os primeiros lotes da vacina que chegaram ao país em janeiro foram importados da Índia. A fabricação em larga escala no Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos da Fiocruz (Bio-Manguinhos) teve início em março.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: Rio de Janeiro busca 78 mil pessoas com vacinação em atraso

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Cerca de 78 mil pessoas que receberam a primeira dose da vacina contra a covid-19 no município do Rio de Janeiro não retornaram dentro do prazo previsto para tomar a segunda dose. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que tem feito busca ativa dessas pessoas para que completem o esquema vacinal.

Em nota, a SMS reforça que somente com o esquema vacinal completo, de duas doses, é possível garantir a eficácia da imunização.

De acordo com o painel de vacinação da prefeitura, 2.785.177 pessoas tomaram a primeira dose, o que representa 41,3% da população total do município e 52,8% da população adulta. A segunda dose foi aplicada em 975.961 pessoas, o que equivale a 14,5% da população total e 18,5% dos maiores de 18 anos.

A secretaria destaca que as vacinas da AstraZeneca e da Pfizer têm intervalo de 12 semanas entre as duas doses, enquanto a CoronaVac tem período menor, de quatro semanas. Nem todas as pessoas que tomaram a primeira dose estão com a segunda em atraso.

Seguindo o calendário de vacinação, o município do Rio de Janeiro faz hoje (23) a repescagem para os profissionais da educação que não conseguiram ser imunizados nas semanas anteriores. Amanhã podem comparecer aos postos de vacinação as mulheres de 48 anos, na sexta-feira será a vez dos homens dessa idade e no sábado ocorre a repescagem para pessoas a partir dessa mesma idade.

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Também nesta semana, o município vacina as grávidas e as mulheres que tiveram filho há pouco tempo. Independentemente da idade, elas poderão ser imunizadas em qualquer dia da semana. Esta fase do Programa Nacional de Imunização (PNI) abrange as grávidas e puérperas sem comorbidades para a covid-19. Elas receberão a vacina da Pfizer ou a CoronaVac, já que o Ministério da Saúde suspendeu a aplicação da AstraZeneca/Fiocruz nesse grupo.

Na próxima semana, dias 28, 29 e 30 de junho, serão vacinadas as pessoas com 47 anos. Em julho serão contempladas as pessoas entre 46 e 38 anos e em agosto, entre 37 e 18 anos, sempre respeitando o escalonamento por idade e sexo. Setembro começa com meninas de 17 anos no dia 1º e meninos de 17 anos no dia 2, seguindo até o dia 15 de setembro, quando ocorre a repescagem para todos os adolescentes a partir de 12 anos.

Distribuição

A Secretaria Estadual de Saúde conclui hoje (23) a distribuição de 1,06 milhão de doses da vacina AstraZeneca contra a covid-19, destinadas à aplicação da segunda dose.

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Rio de Janeiro, Niterói e Volta Redonda já buscaram seus imunizantes ontem. A distribuição para os outros 89 municípios será feita por caminhões e vans ao longo desta quarta-feira.

A secretaria pede à população que retorne aos postos de saúde nos dias indicados, receba a segunda dose e complete a eficácia da vacina.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC Saúde

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Covid-19: Vacina cubana tem 92% de eficácia, segundo fabricante

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Covid-19: Vacina cubana tem 92% de eficácia, segundo fabricante
Gabriela Bulhões

Covid-19: Vacina cubana tem 92% de eficácia, segundo fabricante

A vacina de Cuba contra a Covid-19 mostrou “eficácia” de mais de 92% após três doses, de acordo com seu fabricante na última segunda-feira (22). Por outro lado, não foi especificado se isso foi medido contra infecção, doença ou morte.

Sendo assim, Cuba está trabalhando em cinco vacinas contra o vírus e no mês passado, começou a imunizar sua população com duas delas ainda para completar os testes clínicos.

Através do Twitter, o laboratório BioCubaFarma disse que Abdala, que é uma das vacinas já em uso, “mostra uma eficácia de 92,28 por cento em seu esquema de três doses”.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estabeleceu um limite de eficácia de 50% para vacinas da Covid-19 para oferecer proteção contra o vírus ou doença. Portanto, o anúncio foi feito dois dias depois que as autoridades anunciaram que o Soberana 2, a outra vacina de três doses em desenvolvimento em Cuba, tinha 62% de eficácia após as duas primeiras injeções.

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O presidente cubano, Miguel Diaz-Canel, comemorou a notícia como uma conquista que “multiplicará o orgulho” da nação insular comunista. Vale lembrar que Cuba não foi afetada pelo surto, porém, recentemente viu um forte aumento de casos, registrando um de seus piores dias com 1.561 infecções confirmadas em 24 horas. Até o momento, ele registrou pouco mais de 169.000 casos e 1.170 mortes.

Neste momento, quase 80% de suas vacinas são produzidas nacionalmente e o governo espera apresentar a primeira vacina contra a Covid-19 produzida na América Latina.

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Fonte: IG SAÚDE

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