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Caminhão com 5,1 mil doses da Pfizer fica ‘preso’ em alagamento de Recife

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Caminhão com 5,1 mil doses da Pfizer fica 'preso' em alagamento
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Caminhão com 5,1 mil doses da Pfizer fica ‘preso’ em alagamento

Um alagamento em Recife deixou “preso” um caminhão frigorífico que transportava vacinas da Pfizer , nesta sexta-feira (14). As 5,1mil doses seguiriam de avião para Petrolina , município distante mais de 700 quilômetros da capital. As informações são do  G1. 

O caminhão trafegava entre a sede do Programa Estadual de Imunização (PNI) , na Zona Norte do Recife, onde as vacinas estavam armazenadas, e o Aeroporto Internacional Guararapes/ Gilberto Freyre, na Zona Sul, quando ficou preso em um dos pontos de alagamento mais conhecidos da cidade, a Avenida Recife. 

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES) , o imunizante que seria utilizado para vacinação de grávidas e puérperas , foi resgatado pelo Corpo de Bombeiros e pela Empresa de Manutenção e Limpeza Urbana do Recife (Emlurb). 

Por causa do transtorno, os insumos tiveram que voltar para a sede do Programa Estadual de Imunização, “na temperatura adequada”, de acordo com a SES. Ainda segundo a Secretaria, as doses estavam “devidamente conservadas em Nitrogênio Líquido Refrigerado” .

As unidades seguirão para Petrolina no sábado (15), de acordo com o governo do estado.

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Mourão diz que ‘falha na comunicação’ foi principal erro do governo na pandemia

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Hamilton Mourão avalia que a falha na comunicação foi principal erro do governo federal na condução da pandemia
Marcos Corrêa/PR

Hamilton Mourão avalia que a falha na comunicação foi principal erro do governo federal na condução da pandemia

Apesar de elogiar a postura do governo Bolsonaro na pandemia, o vice-presidente, Hamilton Mourão , criticou o Planalto pelas escolhas no enfrentamento ao novo coronavírus. Mourão admitiu que o “maior erro” do governo foi não ter feito uma campanha “firme” para orientar a população sobre a Covid-19. As declarações foram feitas durante entrevista ao programa Roberto D’Avila, da Globonews, na noite dessa terça-feira, e reproduzidas pelo site G1.

Além da pandemia, Mourão também foi questionado, durante a entrevista, sobre o envolvimento dos militares com a política e, ainda, as polêmicas na área do meio ambiente.

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“Eu vou dizer para ti qual é o nosso maior erro, na minha visão: a questão de comunicação desde o ano passado. De campanhas de esclarecimento à população. Acho que esse foi o grande erro, uma campanha de esclarecimento firme, como tivemos no passado, de outras vacinas, mas uma campanha de esclarecimento da população sobre a realidade da doença, orientações o tempo todo para a população. Eu acho que isso teria sido um trabalho eficiente do nosso governo”, declarou.

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Mourão evitou críticas diretas ao presidente Bolsonaro, que desde o início da pandemia condenou o uso de máscaras, o distanciamento social, além de fazer propaganda da cloroquina, um medicamentos comprovadamente sem efeito contra a Covid.

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“O presidente tem a visão dele. Eu não coloco nas costas do presidente essas coisas que têm acontecido. Não é tudo nas costas dele. Cada um tem a sua parcela de erro nesse pacote todo aí. É um país desigual: desigual regionalmente e desigual socioeconomicamente. É um país continental”, afirmou.

Militares na política

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Se Mourão ensaiou uma espécie de mea culpa do governo ao analisar as ações na pandemia, preferiu sair pela tangente sobre outros assuntos delicados. No caso do envolvimento de integrantes das Forças Armadas diretamente no governo, o vice-presidente classificou como “missão constitucional”.

“Eles (militares) estão com a visão de que tem que estar voltado para suas ações de defesa da pátria. Garantir defesa da ordem quando acionados”.

Mourão também fez afagos ao ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que recentemente estave envolvido numa polêmica, após ter participado de um evento político ao lado do presidente. General da ativa, pelas normas militares Pazuello não poderia fazer parte do evento. Após pressão de Bolsonaro, o Exército decidiu não punir Pazuello e, de quebra, ainda estabeleceu sigilo do processo por 100 anos.

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“Pazuello, eu conheço, tenho apreço, me ajudou em momentos difíceis. O Pazuello deveria ter compreendido que estava em função política (ao ocupar o ministério), já tinha atingindo o patamar mais elevado (na hierarquia do Exército) e era hora de ir para a reserva. Teria mais liberdade de manobra para trabalhar. É o ponto focal da questão”, desconversou.


Também questionado sobre as ações polêmicas do ministro Ricardo Salles no Meio Ambiente, Mourão procurou enfatizar mais seu papel no Conselho Nacional da amazônia Legal: “Trabalhar com pessoas não é simples. […] A função que tenho no conselho é para criar sinergia. Palavra-chave é ‘cooperação’. Compete a mim fazer trabalho de conhecimento, dizer: ‘Vamos agir da forma correta'”.

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CPI vota quebras de sigilo, pedidos de informações e convocações nesta quarta

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 CPI da Covid vota 58 requerimentos nesta quarta-feira (23)
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CPI da Covid vota 58 requerimentos nesta quarta-feira (23)

A CPI da Covid não terá depoente nesta quarta-feira (23). Inicialmente, aconteceria a oitiva de Francisco Maximiano, sócio da Precisa Medicamentos –  empresa que intermediou a contratação bilionária das vacinas indianas Covaxin – porém, o rapaz alegou estar cumprindo quarentena obrigatória após ter viajado à Índia. Com isso, senadores se reunirão para votar 58 requerimentos – entre quebras de sigilo, pedidos de informação, convites e convocações.

Em pauta estará a votação para que depoimentos dos envolvidos na compra das doses indianas do imunizante contra Covid da Covaxin:

  • Alex Lial Marinho: trabalhou no Ministério da Saúde como coordenador-geral de Aquisições de Insumos Estratégicos para Saúde;
  • Thais Amaral Moura, assessora especial da Secretaria de Governo;

Senadores membros da comissão analisam se houve o envolvimento direto do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) na decisão de agilizar a compra da vacina – que não havia publicado todos os resultado de eficácia e não havia autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para que suas doses fossem importadas.

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Outros requerimentos serão votados, como a convocação de representantes do Facebook, do Twitter e da Google Brasil, empresa de transporte Viação Redentor (no Rio de Janeiro), e o comparecimento de Alexandre Chieppe, secretário de Saúde do Rio.


A realização de uma “diligência” com o ex-governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel , para ouvi-lo secretamente em condição de testemunha também estará em votação pela comissão parlamentar de inquérito.

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