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Alerj vota retirada da Medalha Tiradentes de Jairinho na próxima quarta (19)

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Alerj votará retirada da medalha Tiradentes de Jairinho
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Alerj votará retirada da medalha Tiradentes de Jairinho

A Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) votará, na próxima quarta-feira (19), a cassação da M edalha Tiradentes concedida ao padrasto do menino Henry Borel , Dr. Jairinho , em 2007. O objeto é a maior comenda do Parlamento e é concedida a personalidades que tenham prestado bons serviços à humanidade. A solicitação foi realizada pelo deputado Noel de Carvalho (PSDB) e tem o apoio de 33 parlamentares. As informações são do portal Metrópoles .

Jairinho  e a mãe de Henry , Monique Medeiros, estão presos e respondem por tortura e homicídio qualificado pela morte da criança.

O Diário Oficial publicou, nesta sexta-feira (14), o parecer favorável da Comissão de Normas Internas e Proposições Externas da Alerj à revogação da medalha, que precisa do voto de 25 parlamentares.

“Esse caso trouxe à tona um comportamento do vereador que não está à altura de um homem público e de um médico. São muitas questões envolvendo o Doutor Jairinho, por isso espero que meus pares votem pela revogação da medalha. Sou pai, avô e bisavô e a morte do menino Henry dói na nossa alma”, disse Noel de Carvalho.

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Casal é encontrado morto em banheiro de apartamento na Zona Sul do RJ

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Casal foi encontrado morto em banheiro de apartamento no Leblon, Rio de Janeiro
Montagem feita com fotos de redes sociais

Casal foi encontrado morto em banheiro de apartamento no Leblon, Rio de Janeiro


Um casal foi encontrado morto em apartamento no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro , nesta terça-feira (22). Matheus Correia Viana e Nathalia Guzzardi Marques, ambos de 30 anos, estavam no box do banheiro de um imóvel na Rua Bartolomeu Mitre quando foram encontrados.

Suspeita-se de que tenham sido vítimas de vazamento de gás, devido ao aquecedor da água que fica no mesmo cômodo. Agentes da 14ª DP (Leblon) estavam no local, até o início da madrugada desta quarta-feira (23), aguardando a chegada da equipe de peritos do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Polícia Civil.

Nathalia estava desaparecida desde ontem. Parentes e amigos já haviam divulgado cartazes em redes sociais em busca de informações. A família se preocupou porque Nathalia é sócia de uma clínica na Freguesia, em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio, e não desmarcou os pacientes agendados para esta terça-feira nem apareceu no trabalho. Segundo um cartaz que foi divulgado pela família em redes sociais, o último contato de Nathalia havia sido feito por volta das 16h do dia 21, segunda-feira.


De acordo com a assessoria de imprensa do Corpo de Bombeiros, o quartel da Gávea chegou a ser acionado às 22h29 por uma pessoa, que relatava haver dois jovens desacordados no imóvel. Minutos depois, no entanto, outra ligação cancelava o chamado e informava sobre a morte das vítimas.

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Mourão diz que ‘falha na comunicação’ foi principal erro do governo na pandemia

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Hamilton Mourão avalia que a falha na comunicação foi principal erro do governo federal na condução da pandemia
Marcos Corrêa/PR

Hamilton Mourão avalia que a falha na comunicação foi principal erro do governo federal na condução da pandemia

Apesar de elogiar a postura do governo Bolsonaro na pandemia, o vice-presidente, Hamilton Mourão , criticou o Planalto pelas escolhas no enfrentamento ao novo coronavírus. Mourão admitiu que o “maior erro” do governo foi não ter feito uma campanha “firme” para orientar a população sobre a Covid-19. As declarações foram feitas durante entrevista ao programa Roberto D’Avila, da Globonews, na noite dessa terça-feira, e reproduzidas pelo site G1.

Além da pandemia, Mourão também foi questionado, durante a entrevista, sobre o envolvimento dos militares com a política e, ainda, as polêmicas na área do meio ambiente.

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“Eu vou dizer para ti qual é o nosso maior erro, na minha visão: a questão de comunicação desde o ano passado. De campanhas de esclarecimento à população. Acho que esse foi o grande erro, uma campanha de esclarecimento firme, como tivemos no passado, de outras vacinas, mas uma campanha de esclarecimento da população sobre a realidade da doença, orientações o tempo todo para a população. Eu acho que isso teria sido um trabalho eficiente do nosso governo”, declarou.

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Mourão evitou críticas diretas ao presidente Bolsonaro, que desde o início da pandemia condenou o uso de máscaras, o distanciamento social, além de fazer propaganda da cloroquina, um medicamentos comprovadamente sem efeito contra a Covid.

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“O presidente tem a visão dele. Eu não coloco nas costas do presidente essas coisas que têm acontecido. Não é tudo nas costas dele. Cada um tem a sua parcela de erro nesse pacote todo aí. É um país desigual: desigual regionalmente e desigual socioeconomicamente. É um país continental”, afirmou.

Militares na política

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Se Mourão ensaiou uma espécie de mea culpa do governo ao analisar as ações na pandemia, preferiu sair pela tangente sobre outros assuntos delicados. No caso do envolvimento de integrantes das Forças Armadas diretamente no governo, o vice-presidente classificou como “missão constitucional”.

“Eles (militares) estão com a visão de que tem que estar voltado para suas ações de defesa da pátria. Garantir defesa da ordem quando acionados”.

Mourão também fez afagos ao ex-ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que recentemente estave envolvido numa polêmica, após ter participado de um evento político ao lado do presidente. General da ativa, pelas normas militares Pazuello não poderia fazer parte do evento. Após pressão de Bolsonaro, o Exército decidiu não punir Pazuello e, de quebra, ainda estabeleceu sigilo do processo por 100 anos.

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“Pazuello, eu conheço, tenho apreço, me ajudou em momentos difíceis. O Pazuello deveria ter compreendido que estava em função política (ao ocupar o ministério), já tinha atingindo o patamar mais elevado (na hierarquia do Exército) e era hora de ir para a reserva. Teria mais liberdade de manobra para trabalhar. É o ponto focal da questão”, desconversou.


Também questionado sobre as ações polêmicas do ministro Ricardo Salles no Meio Ambiente, Mourão procurou enfatizar mais seu papel no Conselho Nacional da amazônia Legal: “Trabalhar com pessoas não é simples. […] A função que tenho no conselho é para criar sinergia. Palavra-chave é ‘cooperação’. Compete a mim fazer trabalho de conhecimento, dizer: ‘Vamos agir da forma correta'”.

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