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Planos de resíduos sólidos serão debatidos nas regiões pólos de Mato Grosso

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A equipe da UFMT que elabora o Plano de Estadual de Resíduos Sólidos de Mato Grosso (PERS) realizará cinco reuniões para apresentar e debater o Plano com as característica dos municípios das cinco regiões intermediária de Mato Grosso. As reuniões começam no dia 31 de maio na região de Cuiabá e prosseguem em junho abrangendo as outras quatro regiões: Sinop, Barra do Garças, Rondonópolis e Cáceres.

A expectativa é de alcançar os 141 municípios do Estado, apresentando os dados já coletados em todo um processo de quase um ano de execução do Plano que conta com parcerias da Unisselva-UFMT, SEMA, Ministério do Meio Ambiente, Caixa, e Setec.

As discussões em Cuiabá, envolverão os 30 municípios que integram a região; em Sinop (no dia 1º de junho) a abrangência é de 42 municípios; Barra do Garças discutirá a situação de 30 municípios (dia 2 de junho): Rondonópolis está agendado para dia 8 de junho com participação de 18 municípios e Cáceres terá prosseguimento do ciclo com participação de 21 municípios (no dia 9 de junho).

O PERS vem sendo construído desde agosto de 2020 com a entrega da Projeto de Mobilização Social e Divulgação pela UFMT à Sema, o Plano deve abranger todo o território do Estado, com horizonte de atuação de 20 anos e revisão a cada 4 anos, de modo a atender ao estabelecido na Política Nacional de Resíduos Sólidos, Lei Federal nº 12.305/2010. Além de questões sobre Aspectos Sociais: Perfil de Associações e Cooperativas de Catadores também abrangeu em suas discussões nos eixos: Resíduos Sólidos Urbanos, Resíduos Sólidos na Indústria, Resíduos Sólidos na Saúde, Resíduos Sólidos da Mineração, Resíduos Sólidos de Logística, Resíduos Sólidos no Transporte, Resíduos Sólidos na Construção, Resíduos Sólidos no Saneamento, Resíduos Agrossilvopastoris geral e particularizado em Pecuária-Indústria -Agroindústria Associada ao Estado e Resíduos Sólidos do setor Madeireiro.

O Plano foi definido como “um processo que visa impulsionar a gradual mudança de atitudes, hábitos e consumo na sociedade” pela coordenadora técnica do projeto, a professora Eliana Rondon, da UFMT. “Ele deve apontar caminhos, orientar investimentos, subsidiar e definir diretrizes para os planos de regiões metropolitanas, aglomerações urbanas e microrregionais”, disse na época da entrega do projeto à SEMA. Além disso, será uma ferramenta para o acesso a incentivos ou financiamentos de entidades federais de crédito ou fomento.

Na sua concepção foram realizadas reuniões que debateram a situação dos catadores de recicláveis, economia circular e solidária e logística reversa. “O modelo de planejamento é participativo, estimula os segmentos sociais a contribuírem com discussões, proposições, divulgação e validações”, explicou o professor Paulo Modesto Filho, coordenador geral do PERS/UFMT.

Em razão da Pandemia do Covid-19 as reuniões se deram à distância por meio de 13 Webinares em respeito ao distanciamento social, reuniões setoriais com uso da Tecnologia de Informação envolvendo A participação da UFMT no processo foi considerado um avanço para Mato Grosso por Mauren Lazzaretti, secretária de Estado de Meio Ambiente. “Nos dedicamos arduamente a destravar o processo de contratação deste Plano que é importante para organizar e dar as diretrizes gerais de gestão para os municípios e para o próprio Estado no que tange ao manejo adequado dos resíduos”, disse na ocasião do início do projeto.

As reuniões serão virtuais. Foi disponibilizado o link que permitirá acesso integral em https//persmt.setec.ufmt.br/reuniõesregionais.

Fonte: AMM

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Presidente da AMM participou da audiência da Comissão de Zoneamento Socioeconômico Ecológico da Assembleia Legislativa

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O presidente da Associação Mato-grossense dos Municípios-AMM, Neurilan Fraga, participou da audiência da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico da Assembleia Legislativa, ocorrida na última quarta-feira. A comissão recebeu também o secretário-adjunto de Investimentos, Inovação e Sustentabilidade, Walter Valverde, e o superintendente de Agronegócios, Sérgio Leal, da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico-Sedec. 

Na ocasião, o presidente da AMM falou sobre a necessidade de um programa que priorize a produção local com sustentabilidade econômica e social. Fraga informou aos parlamentares que vem participando de diversas reuniões que discute o tema, considerado um dos mais importantes para Mato Grosso e para o Brasil.

Na sua avaliação, o Estado deve ter um projeto aprovado, para colocar o carimbo na produção local. “Temos que ter o zoneamento aprovado, garantindo ao nosso consumidor, o que produzimos com sustentabilidade econômica e social”, disse ele, ponderando que não adianta o Estado ser o grande produtor de grãos, se tem grande parte da população, vivendo com pouca renda, marginalizada pela ruqueza produzida no Estado.

Durante a audiência, Fraga disse ainda que na ouproposta do zoneamento, tem que ficar clara a preocupação com a questão econômica, com foco na sustentabilidade social. Ele lembrou que são movimentados mais de R$ 60 bilhões com as exportações do setor do agronegócio,   concentrado por apenas dez famílias, sendo que o  restante da população não participa deste processo. “Sabemos que é fruto do trabalho do agronegócio, mas a grande produção agrícola fica concentrada com uma minoria em Mato Grosso”, assinalou
Conforme o presidente da AMM, é preciso inverter a situação, quando se trata da inclusão social, ter um programa de desenvolvimento econômico que possa trabalhar as regiões empobrecidas. “Tem muitas regiões empobrecendo e outras ficando mais ricas. Estamos construindo ilhas de prosperidade e ilhas de bolsões de pobreza”, disse ele, questionando sobre o percentual da população que participou do crescimento desta riqueza em Mato Grosso. 

O governo estadual, segundo ele, deve ter o compromisso de descentralizar a produção de riqueza. É essencial que a Agricultura familiar tenha acesso a tecnologia e mais assistência técnica. “Necessitamos de um programa que apresente as ações socialmente sustentáveis. Que possamos produzir e gerar receita   no nosso estado, que as pessoas pobres possam ter mais oportunidades e melhor qualidade de vida”, alertou.

O presidente da comissão especial, deputado estadual Dr. Eugênio, pediu que a Sedec trabalhe para fazer mudanças na minuta de novo Zoneamento Socioeconômico Ecológico do estado que está sendo apresentada à população desde fevereiro. “Queremos receber para votação na Assembleia um projeto diferente, que não impeça o desenvolvimento do estado para evitarmos fazer um substitutivo que possa ser contestado na justiça”, disse o parlamentar.

A Casa vai ter a grande responsabilidade de votar esse novo zoneamento e é importante que o estado não seja impedido de ser um grande produtor de alimentos, defendeu.

A próxima reunião da Comissão Especial de Zoneamento Socioeconômico Ecológico está prevista para o próximo dia 29 e deve ser realizada com técnicos da Universidade Federal de Viçosa (UFV), em São Felix do Araguaia.

Fonte: AMM

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Mato Grosso registra 437.844 casos e 11.608 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta sexta-feira (18.06), 437.844 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 11.608 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.391 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 437.844 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 12.918 estão em isolamento domiciliar e 411.604 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 438 internações em UTIs públicas e 366 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 78,35% para UTIs adulto e em 41% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (90.916), Rondonópolis (31.730), Várzea Grande (29.607), Sinop (21.269), Sorriso (15.182), Tangará da Serra (15.019), Lucas do Rio Verde (13.419), Primavera do Leste (11.126), Cáceres (9.462) e Alta Floresta (8.359).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 350.769 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 682 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na quinta-feira (17.06), o Governo Federal confirmou o total de 17.702.630 casos da Covid-19 no Brasil e 496.004 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 17.628.588 casos da Covid-19 no Brasil e 493.693 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta sexta-feira (18.06).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: AMM

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