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Russi e Virgínia Mendes entregam cartões do programa Ser Família Emergencial no Vale do São Lourenço

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Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

Foto: FABLICIO RODRIGUES / ALMT

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Max Russi (PSB), e a primeira-dama de Mato Grosso, Virgínia Mendes, entregaram os 1.917  cartões do programa Ser Família Emergencial aos beneficiados dos  municípios do Vale do São Lourenço. A entrega dos cartões foi realizada nesta segunda (03). O valor de R$ 150 reais será creditado na conta no próximo sábado (08),  data que antecede o dia das mães,  e só poderá ser utilizado para a compra de alimentos. O período de vigência do benefício será de 5 meses.

Para a dona de casa Francisca de França (55), que é moradora do Bairro São Miguel, em Campo Verde, o auxílio se trata de uma ajuda e tanto, ainda mais em um momento em que grande parte de seus familiares está sem emprego, por conta dos reflexos da pandemia. “Uma ajuda que veio em boa hora e eu só tenho a agradecer. Dia das mães, né? Vou comprar alimentos e fazer um almoço bem gostoso para a minha família”, comemorou.

Dom Aquino, onde foram entregues 485 cartões do programa, é um município que registra um grande número de famílias vivendo com dificuldades financeiras, segundo o secretário municipal de Assistência Social, Márcio Almeida.

“Só temos a agradecer ao deputado Max e à primeira-dama, Virgínia, por trazerem ao nosso município esse benefício. Vai ajudar muito mais as nossas famílias, ainda mais que já temos programas sociais em andamento aqui no município”, assegurou.

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Já em Jaciara, foram 802 famílias, que serão beneficiadas gradativamente. De acordo com a prefeita Andréia Wagner(PSB), as equipes da Assistência Social do município  estão atuando na organização das entregas, para que cada família receba de  forma rápida, sem que haja qualquer tipo de aglomeração.

“Vamos levar esse benefício ao número de máximo de famílias, aqui em Jaciara, que estão passando por situação difícil. Essa pandemia trouxe muitas dificuldades, ainda mais para aqueles que têm tão pouco. Temos os nossos programa sociais e isso tudo  só vem a beneficiar aos que mais precisam. Grata ao Max e à primeira-dama por esse olhar diferenciado e sensível”, destacou.

Os outros dois municípios que receberam os cartões do Ser Família Emergencial foram São Pedro da Cipa (117 contemplados) e Juscimeira (265 contemplados). A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT), Rosamaria de Carvalho, agradeceu ao apoio das secretarias municipais de assistência social, fundamentais para que o Executivo chegasse às pessoas que estão em situação de vulnerabilidade.

Além disso, Rosamaria destacou a atuação do deputado Max Russi nas pautas sociais. Ele atuou para formatação do programa emergencial de distribuição de renda, que atingirá mais de 100 mil famílias no Estado.

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“As secretarias municipais foram o braço direito do Estado em todo esse processo. E temos também a atuação do deputado Max, que é deputado do social, nosso parceiro e tem feito um trabalho fundamental, para que pudéssemos levar esse benefício a todas as famílias”, ressaltou

Ser Família Emergencial

O benefício financeiro foi concedido por meio de parceria com a Assembleia Legislativa. Ao todo, estão sendo aplicados  investimentos na ordem de R$ 45 milhões nesse programa, sendo R$ 35 milhões dos cofres do Estado e R$ 10 milhões disponibilizados pelo Legislativo, relativos à devolução de parte do duodécimo. Para o presidente da Casa de Leis, a união entre Executivo e Legislativo tem sido fundamental para a prática das políticas públicas sociais.

“São 141 municípios, com famílias que estão precisando muito de auxílio financeiro. Essa é a união entre Estado, Assembleia, olhar social da primeira-dama Virgínia Mendes e toda a equipe da Assistência Social. Ver essas famílias recebendo esse auxílio alegra o nosso coração. Precisamos fazer mais, olhar pelo social e continuar lutando por essas famílias, com o olhar diferenciado pelo social. Nós podemos sim fazer a diferença”, finalizou.

Fonte: ALMT

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Deputado propõe implantação de usinas para reduzir escassez de oxigênio medicinal em MT

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Estabelecimentos hospitalares da rede pública e privada devem ser contemplados com a instalação de usinas geradoras de oxigênio medicinal para o tratamento de pacientes infectados pela Covid-19. É o que prevê o Projeto de Lei 239/2021 que tramita na Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT).

De acordo com a proposta, a produção das usinas e/ou miniusinas precisa levar em consideração o número de leitos disponíveis, a média de atendimentos e a capacidade de produção de oxigênio que precisa ser três vezes superior à utilizada no ano anterior.

O texto estabelece ainda, que à instalação de novas usinas esteja em consonância com as normas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e do Ministério da Saúde.

 Autor da proposta, o deputado estadual Xuxu Dal Molin (PSC) relembrou o drama enfrentando em abril deste ano, quando um atraso na entrega de cilindros de oxigênio colou em risco a vida de paciente de diferentes municípios da região norte.

“Mato Grosso é um estado de dimensão continental. A logística continua sendo um desafio para o desenvolvimento, mas agora nossa prioridade é garantir a distribuição de insumos hospitalares para o tratamento de nossos doentes (…) neste momento o oxigênio medicinal está no topo de lista de prioridade”, pontua Dal Molin ao defender a implantação das usinas.

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 Conforme o projeto de lei, a instalação e manutenção das usinas em hospitais públicos ou em outros estabelecimentos que atendam exclusivamente usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) devem ser custeados com recursos do Governo do Estado.

 Ação solidária – Em abril deste ano, Dal Molin integrou um grupo de 120 voluntários que atuou na arrecadação de aproximadamente R$ 1,3 milhão em cilindros e cargas de oxigênio medicinal. A doação foi entregue à Secretara de Estado de Saúde e, posteriormente, repassados para unidades de saúde da capital e também do interior do estado.

Fonte: ALMT

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Lúdio propõe anular portaria da Seduc que retoma 100% de trabalho presencial nas escolas estaduais

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Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O deputado estadual Lúdio Cabral (PT) vai apresentar, na próxima sessão, na quarta-feira (19), um projeto de decreto legislativo para revogar o retorno das atividades presenciais nas escolas estaduais de Mato Grosso. A proposta de Lúdio susta os efeitos da Portaria 333/2021 da Seduc, que determina o retorno de 100% do trabalho presencial para professores e funcionários, inclusive com plantão pedagógico.
“Essa medida do governo é absurda e desnecessária, pois é absolutamente possível manter os profissionais em casa no trabalho remoto. O governador fez uma gestão covarde da pandemia, não tomou as medidas certas no momento certo e não preparou a estrutura das escolas para o retorno seguro. E mesmo com R$ 3,9 bilhões guardados em caixa ao longo de 2020, o governador não preparou as escolas para o retorno presencial”, afirmou Lúdio.
Médico sanitarista, Lúdio observou que o retorno das atividades presenciais expõe os trabalhadores ao risco de contágio da Covid-19, aumenta a circulação de pessoas e gera aglomeração em ambientes fechados. Lúdio destacou que os ambientes escolares favorecem a propagação do coronavírus, inclusive pela falta de estrutura básica e condições sanitárias em diversas escolas. 
“O retorno das atividades presenciais nesse momento da pandemia, com a vacinação a passos lentos e sem estrutura adequada nas escolas, expõe os profissionais da educação ao risco de adoecer. Mato Grosso ainda está num patamar elevado da pandemia, com alto número de casos novos de Covid-19 e de óbitos todos os dias. A taxa de transmissão, que vinha caindo em abril, voltou a subir há duas semanas”, explicou Lúdio. 
O deputado já apresentou, no dia 5, um projeto de decreto legislativo para revogar o fim do teletrabalho e o retorno das atividades presenciais no serviço público estadual. O projeto ainda não foi votado. Lúdio observou que, na maioria dos órgãos públicos, os servidores trabalham em ambientes fechados, onde não é possível manter o distanciamento de 2 metros, sem ventilação natural, sem fornecimento de máscaras adequadas pelo governo e até mesmo falta de papel higiênico no banheiro, água, sabão e álcool em gel.
“Também vamos trabalhar para derrubar o veto absurdo à vacinação dos trabalhadores da educação. A aprovação da educação como ‘serviço essencial’ na pandemia serviu apenas para facilitar o interesse econômico das grandes escolas privadas e submeter os profissionais da educação privada ao risco de contágio”, afirmou Lúdio.

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Fonte: ALMT

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