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Estabilidade marca último resultado da avaliação do governo Bolsonaro

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Presidente Jair Bolsonaro
O Antagonista

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Na última semana, uma pesquisa foi divulgada pelo PoderData/Banda, no Jornal da Band que divulga a instabilidade nos índices de aprovação e reprovação do governo do presidente Bolsonaro .

Segundo o levantamento, a porcentagem de reprovação de Bolsonaro passou de 56 para 57%. O índice de aprovação do governo foi de 43% para 35% e 8% dos entrevistados não souberam responder. Os dois resultados ficam na margem de dois pontos percentuais em comparação com o levantamento de 15 dias atrás.

Com o início da CPI da Covid no Congresso, os resultados da popularidade se assemelham aos índices anteriores, o que ressalta uma instabilidade desde o início de março. Pesquisa também questiona sobre o trabalho pessoal feito pelo atual presidente.

51% dos entrevistados avalia a conduta de Bolsonaro como “ruim ou péssimo”, antes resultado era de 55%. 19% avaliam como “regular”, ficando na instabilidade. E cerca de 26% responderam “bom ou ótimo”, mesmo resultado da pesquisa anterior.

Dados foram levantados entre 26 e 28 de abril pelo PoderData. Cerca de 2.500 pessoas foram entrevistadas de 482 municípios de 26 Estados e o Distrito Federal. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

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Comitê do SUS contraindica cloroquina, ivermectina e azitromicina contra a Covid

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Comitê do SUS emite documento contraindicando cloroquina e ivermectina no tratamento da Covid-19
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Comitê do SUS emite documento contraindicando cloroquina e ivermectina no tratamento da Covid-19

A Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) desaprova o uso de medicamentos com ineficácia comprovada contra Covid-19, como cloroquina, hidroxicloroquina, ivermectina e azitromicina, em ambientes hospitalares. É a primeira vez que há um posicionamento contrário do Ministério da Saúde em relação ao uso dessas drogas.

Apesar disso, a pasta não traz orientações contra o “kit Covid”, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro como tratamento precoce mesmo sem evidências científicas.

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Segundo o documento, não há evidências de que o uso, isolado ou junto a outros medicamentos, beneficie o tratamento da Covid-19. O parecer foi divulgado pela “Folha de S.Paulo” e obtido pelo GLOBO.

“Alguns medicamentos foram testados e não mostraram benefícios clínicos na população de pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados, sendo eles: hidroxicloroquina ou cloroquina, azitromicina, lopinavir/ritonavir, colchicina e plasma convalescente. A ivermectina e a associação de casirivimabe + imdevimabe não possuem evidência que justifiquem seu uso em pacientes hospitalizados, não devendo ser utilizados nessa população”, diz o documento.

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Já outros remédios, como o corticoesteroide dexametasona, além de anticoagulantes, são recomendados em casos específicos e dentro do ambiente hospitalar.

Fonte: IG SAÚDE

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Saúde distribui 1,12 milhão de vacinas da Pfizer a partir de hoje

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O Ministério da Saúde começa a distribuir a partir desta segunda-feira (10) mais um lote com 1,12 milhão de doses da vacina contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech. As doses são destinadas para a primeira aplicação em pessoas com comorbidades, gestantes e puérperas e pessoas com deficiência permanente.

Segundo o ministério, todos os estados e o Distrito Federal receberão o imunizante de forma proporcional e igualitária. Na semana passada, o governo distribuiu o primeiro lote de vacinas da Pfizer com 1 milhão de doses.

De acordo com a pasta, a logística de distribuição das vacinas da Pfizer foi montada levando em conta as condições de armazenamento do imunizante. No Centro de Distribuição do ministério, em Guarulhos, as doses ficam armazenadas a uma temperatura de -90°C a -60°C.

Ao serem enviadas aos estados, as vacinas estarão expostas à temperatura de -20°C. Nas salas de vacinação, onde a refrigeração é de +2 a +8°C, as doses precisam ser aplicadas em até cinco dias.

“Em função disso, o Ministério da Saúde orienta que, neste momento, a vacinação com o imunizante da Pfizer seja realizada apenas em unidades de saúde das 27 capitais brasileiras, de forma a evitar prejuízos na vacinação e garantir a aplicação da primeira e segunda doses com intervalo de 12 semanas entre uma e outra”, informou o ministério.

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A vacinação contra a covid-19 começou no país no dia 18 de janeiro. Até o momento, contando com esse novo lote, foram destinadas a todas as unidades da Federação aproximadamente 75,4 milhões de doses de imunizantes.

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC Saúde

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