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Marca chinesa mostra elétrico com jeito de Fusca no Salão de Xangai

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ORA Punk Cat: protótipo elétrico mostrado na China parece um Fusca, mas não tem nenhuma ligação com a Volkswagen
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ORA Punk Cat: protótipo elétrico mostrado na China parece um Fusca, mas não tem nenhuma ligação com a Volkswagen

Quem diria que o saudoso Fusca iria aparecer em uma versão chinesa, movido apenas a eletricidade, no Salão de Xangai (China), em plena pandemia e sem ter ligação com a Volkswagen. Isso mesmo, o carrinho está sendo mostrado como ORA Punk Cat, modelo feito pela fabricante Great Wall, que fechou parceria com a BMW para fabricar compactos elétricos no mercado chinês.

Por enquanto, o ORA Punk Cat é apenas um protótipo. Então, pode ser que os chineses não resolvam ir adiante com a ideia de fabricar o modelo em série. Como pode ser visto pelas imagens, o carro é claramente inspirado no clássico da Volkswagen , com vários detalhes retrôs, tanto por dentro quanto por fora.

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Além da silhueta de besouro, o modelo elétrico chinês tem até as chamadas “garras” nos para-choques e os mesmo formato de faróis e lanternas do Fusca , como a diferença de utilizar LED no lugar das lâmpadas convencionais. Até a ideia da pintura de dois tons veio do lendário modelo da Volkswagen.

No interior, repare no volante com aro cromado da buzina , no velocímetro bem na frente do motorista e nas saídas de ar cromadas. Claro que incluíram uma tela para o sistema multimídia no painel, afinal, estamos no século 21. E para dar mais praticidade no dia a dia, o carro tem quatro portas e mais espaço interno do que o Fusca original .

Por enquanto, a ideia foi chamar atenção com um dos maiores ícones da história do automóvel. Resta saber se a Great Wall vai mesmo tentar produzir o Punk Cat . De qualquer forma, a marca tem outros compactos elétricos. Não é a primeira vez que a fabricante decide mostrar protótipos com desenho baseado em carros de outras marcas, entre as quais Smart , Honda , Nissan , Porsche e Mini .

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Fonte: IG CARROS

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Honda Africa Twin DCT chegou; saiba todos os detalhes da novidade

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A Honda CRF 1100L Africa Twin é a mais adequada para pilotagem agressiva
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A Honda CRF 1100L Africa Twin é a mais adequada para pilotagem agressiva

Com maior cilindrada e a transmissão automatizada DCT, a evolução da Africa Twin A Honda apresenta, por meio de uma live na internet, a sucessora da Africa Twin, que foi lançada mundialmente há cinco anos.

É a Honda CRF 1100L , que tem maior cilindrada e vem com a opção do câmbio automatizado DCT. A aventureira chega com muitas novidades, além da transmissão de duas embreagens já utilizada na GL 1800 Gold Wing e na X-ADV .

Serão quatro as versões disponíveis, a Honda CRF 1100L Africa Twin, a Honda CRF 1100L Africa Twin DCT, a Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES e a Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES DCT . As duas versões com câmbio convencional de seis marchas e embreagem única serão produzidas em Manaus, AM, enquanto que as duas versões com câmbio DCT serão importadas do Japão.

As diferenças entre as duas versões standard e as duas versões Adventure Sports são muitas, a começar pelo tanque de combustível. A CRF 1100L e a CRF 1100L DCT têm tanque de 18,8 litros, enquanto que a CRF 1100L Adventure Sports ES e a CRF 11000L Adventure Sports ES DCT têm tanque de 24,8 litros.

Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES é mais adequada para longas viagens
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Honda CRF 1100L Africa Twin Adventure Sports ES é mais adequada para longas viagens

Já em relação à Africa Twin anterior, a CRF 1000L, as diferenças são muitas, conforma a ilustração acima. Pára-brisa baixo, luzes diurnas, carenagem, cornering ABS, maior potência do motor, quadro redimensionado, novos pneus, ajuste do ABS para o off road, novo escapamento, sistema ESS de segurança, sistema inercial de seis eixos , controlador de velocidade de cruzeiro e painel de instrumentos de TFT.

A versão Adventure Sport ES da Africa Twin vem com algumas novidades a mais, como o para-brisa de maior tamanho, ajustável, luzes direcionais , suspensões elétricas (daí a sigla ES, Electric Suspensions), protetor de carter mais largo e manoplas aquecidas.

O sistema de luzes direcionais, chamado de Cornering Lights , aciona de um até três leds conforme a inclinação da motocicleta em uma curva, auxiliando na iluminação e na segurança noturna.

Todas as versões estão mais leves, 1,8 kg só no novo quadro de aço de duplo berço. A CRF 1000L pesa 206 kg com câmbio convencional e 216 kg com DCT, e a ES pesa, respectivamente, 215 kg e 225 kg. O sub-quadro, que suporta o banco, é de alumínio. A nova balança traseira de alumínio também é nova  pesa 0,5 kg a menos que a anterior.

O novo quadro tem a fixação do motor mais à frente que o anterior, permitindo que o banco do piloto pudesse ficar um pouco mais baixo, o que facilita muito a pilotagem. Mesmo assim, existe a regulagem da atura do banco em dois níveis, de 870 mm e de 850 mm em relação ao solo. A altura livre do solo é agora de 250 mm para todas as versões da motocicleta.

A iluminação de curvas é acionada quando a motocicleta inclina
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A iluminação de curvas é acionada quando a motocicleta inclina

A suspensão dianteira Showa tem garfo invertido com curso da roda de 230 mm e é regulável na pré-carga da mola e na extensão e compressão. A  suspensão traseira, também com amortecedor Showa, tem curso de 220 mm e ajuste da pré-carga no próprio corpo, também com ajustes na extensão e compressão. Na versão Adventure Sports ES , as duas suspensões são ajustadas eletrônicamente pelo sistema Showa EERA.

O freio dianteiro da Africa Twin tem cálipers Nissin de quatro pistões radiais, e dois discos de 310 mm de diâmetro. O disco traseiro tem 256 mm de diâmetro e cáliper de pistão simples. Quanto ao sistema ABS, a leitura em tempo real do ângulo da inclinação, da desaceleração (via sensores de velocidade na roda dianteira/traseira) e das diferentes taxas de deslizamento de roda dianteira e traseira através da IMU , determinam a exata pressão de frenagem.

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O sistema também atua na contenção do levantamento repentino da roda traseira por meio do controle da força de frenagem , par a manter a estabilidade. O ABS traseiro pode ser desativado para o uso off road.

O novo quadro de aço é 1,8 kg mais leve que o anteriorO novo quadro de aço é 1,8 kg mais leve que o anterior
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O novo quadro de aço é 1,8 kg mais leve que o anteriorO novo quadro de aço é 1,8 kg mais leve que o anterior

Nas duas versões da Africa Twin com câmbio DCT, o freio traseiro tem uma pinça adicional para imobilizar a motocicleta quando estacionada em rampas, uma vez que esse sistema de transmissão não permite que a roda fique travada pelo motor. Esse sistema é simples e funciona como um freio de estacionamento.

Para essa nova Africa Twin, o motor bicilíndrico de comando único e oito válvulas teve sua cilindrada aumentada de 998 cm 3 para 1.084 cm 3 , com muitas pequenas alterações em relação ao motor anterior. Assim, a potência subiu de 88,9 cv para 99,3 cv, a 7.500 rpm, com torque máximo passando de 9,5 kgfm para 10,5 kgmf, a 6.000 rpm.

O aumento da cilindrada foi obtido pelo aumento do curso dos pistões de 75,1 mm para 81,5 mm, permanecendo inalterado o diâmetro dos cilindros de 92 mm. A taxa de compressão é de 10,0:1, as camisas dos cilindros agora são de alumínio, o que em conjunto com outras medidas de redução de peso nos componentes da transmissão da versão com câmbio convencional , resultou em um motor 2,5 kg mais leve.

O motor da versão DCT pesa 2,2 kg a menos que no motor anterior. O peso total do motor atual, com câmbio convencional, é de 66,4 kg, enquanto que o do motor da versão DCT é de 74,9 kg.

O novo quadro de aço é 1,8 kg mais leve que o anterior
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O novo quadro de aço é 1,8 kg mais leve que o anterior


Os dois radiadores do sistema de refrigeração a água são inclinados para baixo, para fazer com que o ar, aquecido pela passagem pelos dutos aquecidos pela água que vem do motor, não esquente as pernas do piloto.

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Com o acréscimo de temperatura da água pelo funcionamento do motor, uma válvula termostática libera a passage pelos radiadores, que têm ventoinhas para controle da temperatura ideal.

No câmbio tipo convencional a embreagem de alumínio e seu atuador usam rampas inclinadas auxiliares para facilitar o engate de marchas, e rampas deslizantes para as reduções. O diâmetro da embreagem diminuiu , com molas de menor tensão, o que visou um acionamento mais leve no manete. As engrenagens foram reprojetadas , e agora são fabricadas com material mais resistente.

Já o câmbio DCT sistema funciona por meio de duas embreagens , uma para marchas ímpares e outra para marchas pares. Cada uma delas é acionada por um sistema eletro-hidráulico independente, e nas trocas de marcha, pelos comandos no punho do guidão, pela ação do condutor, ou automaticamente, ocorre a alternância entre as embreagens, o que permite a rápida mudança instantânea de uma marcha para outra.

O motor teve sua cilindrada aumentada de 998 para 1.084 cm 3
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O motor teve sua cilindrada aumentada de 998 para 1.084 cm 3

Há três modos de funcionamento do câmbio DCT, no MT o controle é manual por meio dos botões no punho , e no D as mudanças são automáticas, opção adequada para a condução em cidade e em vias rápidas. O modo automático S tem três níveis, com rotações mais elevadas antes do engate da marcha superior.

As reduções também ocorrem mais cedo, com maior efeito do freio- motor, o que torna esta opção em seus diversos níveis – de 1 a 3 – a mais adequada para pilotagem esportiva. A qualquer momento o piloto pode mudar as marchas pelos botões no punho.

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Na versão DCT, o Riding Mode Off-Road oferece maior eficiência no fora de estrada, que pode ser melhorada ainda mais pelo interruptor G. Ao ativar G no painel TFT – algo possível em qualquer um dos Riding Modes – o leve patinamento da embreagem oferecido pelo Adaptative Clutch Capability Control , cuja função é oferecer conforto, é eliminado, o que promove uma conexão mais imediata entre acelerador e roda, resultando em tração mais direta e melhor controle da moto.

Uma central eletrônica comanda os vários recursos da Africa Twin
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Uma central eletrônica comanda os vários recursos da Africa Twin

O sistema DCT atua selecionando a melhor marcha para a situação. Para tal recebe da IMU parâmetros relativos à inclinação em curva, velocidade, abertura do acelerador, rotação do motor e marcha em uso, e também consegue identificar características do percurso, se a moto está subindo, descendo ou em curva.

A seleção da modalidade de câmbio no sistema DCT (D, S1, S2, S3 ou MT) independe do Riding Mode escolhido (Tour, Urban, Gravel, Off Roard, User 1 ou User 2), o que permite múltiplas combinações, que oferecem máximas possibilidades ao condutor.

O painel de TFT controla os quatro modos de pilotagem novo painel de instrumentos de TFT é possível controlar os quatro Riding Mode , Tour, Urban, Gravel e Off-Road, com dois modos extra User, totalmente personalizáveis. Nas Africa Twin DCT, a escolha da modalidade.

No novo painel de instrumentos de TFT é possível controlar os quatro Riding Mode, Tour, Urban, Gravel e Off-Road, com dois modos extra User , totalmente personalizáveis.

Nas Africa Twin DCT, a escolha da modalidade de mudança de marchas (D, S1, S2, S3 e MT) não afeta a seleção dos Riding Mode, que são os seguintes: Modo Tour – Nível mais elevado de potência (P), ideal para as viagens com carga e passageiro, freio motor (EB) em nível médio (2). ABS modo ‘road’, controle de tração (T) nível 6, antiwheelie nível 3. Nas versões das Africa Twin com câmbio DCT a tecla G não pode ser ativada.

O painel de TFT controla os quatro modos de pilotagem
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O painel de TFT controla os quatro modos de pilotagem

Modo Urban – O mais adequado para diferentes tipos de utilização. Potência (P) nível 2, e freio motor (EB) nível 2, e função de ABS modo ‘road’ não desativáveis. Controle de tração (T) nível 6 e antiwheelie (W) nível 3 podem ser alterados. Nas versões das Africa Twin com câmbio DCT a tecla G não pode ser ativada.

Modo Gravel – Destinada a percursos em piso de baixa aderência. Potência (P) nível 4, freio motor (EB) desativado, ABS modo off-road não desativável; nesta configuração, o ABS traseiro não pode ser desligado. O controle de tração (T) nível 6 e o antiwheelie nível 3 podem ser alterados. Nas versões DCT a tecla G não pode ser ativada.

Modo Off-Road – Adequada para a máxima eficiência no fora-de-estrada. Potência (P) nível 3, freio motor EB nível 3. ABS em modo off-road. Nesta configuração, o ABS traseiro pode ser desligado. O controle de tração (T) nível 6 e o antiwheelie nível 3 podem ser alterados. Nas versões DCT a tecla G está ativa.

Modos User – Permitem uma escolha distinta das configurações de todos os parâmetros. Potência (P) entre os níveis de 1 a 4, freio-motor EB de 1 a 3, ABS ‘road’ ou ‘off-road’. Nas versões DCT a tecla G pode estar ativa ou não. As Africa Twin saem de fábrica com modo USER 1 com ajuste igual ao modo URBAN, o modo USER 2 segue o ajuste de GRAVEL.

A linha de acessórios originais para a Africa Twin é ampla e inclui alguns itens muito interessantes, os baús de alumínio com malas internas. E esses acessórios podem ser incluídos no financiamento para a compra da motocicleta, em até 15% do seu valor.

Os preços de cada uma são R$ 70.490 para a versão de entrada e R$ 76.804 com câmbio DCT, R$ 90.490 para a versão Adventure Sports com câmbio convencional e R$ 96.626 com câmbio DCT. Com câmbio convencional, a previsão de entrega das primeiras unidades é no próximo mês e, para as versões DCT, em agosto. Mas, a partir do próximo dia 17 de maio, já é possível fazer a pré-venda pela on-line.

Fonte: IG CARROS

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Uso de celular ao volante representa 7,5% das multas em SP

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Multa ao falar pelo celular enquanto dirige aumenta em 400% o risco de acontecer um acidente, diz estudo da OMS
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Multa ao falar pelo celular enquanto dirige aumenta em 400% o risco de acontecer um acidente, diz estudo da OMS

Segundo um levantamento feito pelo Detran.SP entre os anos de 2017 e 2020, o uso do celular ao volante representou 7,5% de todas as punições de motoristas que trafegam pelas vias paulistas. Esse péssimo hábito e que muitos não dão a devida atenção, além de gerar multa aos condutores, aumenta em 400% o risco de acidentes, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

Aumento também foi o que ocorreu a partir do levantamento a partir de 2017 em diante no qual foi contínuo. Só para se ter uma ideia, em 2018 foi 4,4% e 4,9% em 2019. Em 2017 foram 65 mil multas por uso indevido de celular ao volante. Em 2018, 75 mil, em 2019, 69 mil e em 2020, 66 mil.

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Classificada como infração gravíssima pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a multa por uso de celular ao volante é de R$ 293,47, além de sete pontos anotados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A multa pode ainda ser combinada com outro tipo de infração, a condução de veículo sem as duas mãos ao volante , com valor de R$ 130,16 e que rende mais cinco pontos na carteira.

Dicas sobre os riscos do celular ao volante

1 – Manusear o celular dirigindo  é perigoso tanto para o motorista quanto para o pedestre. Ao desviar a atenção para o aparelho, o condutor pode causar acidentes e o pedestre ser atropelado.

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 2 – Ao tirar a mão do volante para mexer no celular o condutor não terá o mesmo controle físico do veículo. 

 3 – É importante verificar as mensagens antes de sair de casa e depois de chegar ao destino, pois ao digitar uma mensagem o cérebro focará apenas nessa ação, e a direção ficará em segundo plano.

4 – Ouvir mensagens de voz enquanto dirige também traz riscos ao motorista porque desvia a atenção de sons do trânsito como buzina e sirene.

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 5 – Colocar o aparelho no meio das pernas também não é indicado pois distrairá o condutor quando tocar.

 6 – Dirigir mexendo no celular é uma infração gravíssima, com 7 pontos na CNH e multa de R$ 293,47.

Fonte: IG CARROS

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