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Pressão da UTI tem feito médicos e enfermeiros pedirem demissão

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BBC News Brasil

‘Pressão da UTI tem feito meus médicos e enfermeiros pedirem demissão’
Camilla Veras Mota – Da BBC News Brasil em São Paulo

‘Pressão da UTI tem feito meus médicos e enfermeiros pedirem demissão’

Quando o médico intensivista Bruno Nunes fala que tem trabalhado “sem descanso” há pelo menos um ano, não é força de expressão.

Ele coordena a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Santa Marcelina, hospital de referência no extremo leste da cidade de São Paulo, que atende a uma população de cerca de 5 milhões de pessoas, tanto pelo SUS quanto por meio de convênios e particulares.

Desde que a pandemia começou, não tirou um dia de folga.

O colapso do sistema de saúde no Brasil criou mórbidas filas de doentes que precisam de leitos nos hospitais. Do outro lado dessa equação estão médicos, enfermeiros e técnicos de enfermagem pressionados, exaustos.

“Nunca vimos antes tanto burnout , tanta síndrome do pânico, tantos afastamentos laborais, tantas férias como agora nesse último ano. Os profissionais estão desgastados , não se sentem valorizados pela política de saúde”, diz ele.

A média de plantões por mês entre os médicos da UTI subiu de 4,6 para 7,9 e o absenteísmo médico (percentual dos plantões feitos por coberturas, e não pelo profissional oficialmente na escala) saltou de 2,5% para 16%.

Nunes trabalha há 8 anos no hospital. Nunca membros da equipe pediram para sair tanto quanto agora . E não apenas médicos, mas também enfermeiros e técnicos de enfermagem, que em geral têm uma remuneração mais baixa, têm preferido ficar algum tempo sem trabalhar do que voltar para o que tem sido o dia a dia da UTI.

Entre a equipe médica foram 41 desligamentos nesse período. Dos 115 que hoje fazem parte do grupo, 39 estão ali há um ano ou menos.

Médicos reunidos em torno de leito de paciente

Cortesia Santa Marcelina
Idade média dos pacientes em UTI covid caiu de 68 para 54 anos na unidade

O número de profissionais por ala segue os parâmetros estipulados pela vigilância sanitária, mas antes havia mais enfermeiros “e, a depender, até mais médicos” para cada grupo de pacientes.

De um ano para cá, o número de leitos quase dobrou: eram 73 camas de unidades críticas, hoje são 168, entre unidades críticas e semi-críticas, 130 apenas para Covid-19 .

“E todas as vezes que a gente começa a atender mais doentes , a abrir mais leitos , a gente se pergunta se vai ter condições de cuidar desses pacientes”, diz ele, referindo-se não apenas aos profissionais de saúde, mas também à estrutura e materiais necessários para atender os casos graves.

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Não chegaram a faltar medicamentos e oxigênio , mas esse foi um risco concreto algumas semanas atrás, antes de as medidas de restrição implementadas no Estado reduzirem a demanda por atendimento.

“Isso bateu na nossa porta, sim, o que gerou bastante ansiedade do ponto de vista do cuidado da saúde.”

Por ser um hospital de alta complexidade, o Santa Marcelina atende especialmente pacientes graves , que demoram até apresentar alguma melhora. Hoje, cerca de 80% estão intubados. Com a pandemia atingindo pessoas cada vez mais jovens, a idade média dos pacientes caiu de 68 para 54 anos.

Além dos pulmões, a doença ataca diversas outras áreas do corpo . Muitos apresentam falência renal e precisam de hemodiálise . Há casos de trombolismo pulmonar e de tromboses periféricas , como acidente vascular cerebral .

O acometimento do sistema nervoso central faz com que, de forma geral, os pacientes fiquem mais tempo sedados, “o que faz com que o despertar deles da ventilação mecânica seja muito agitado”.

Os mais jovens passam mais tempo no hospital e, com a internação mais longa, vêm uma série de outros problemas, como as infecções.

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“É muito falso uma pessoa imaginar que um profissional de saúde que foi formado para isso se habitua a esse tipo de ocorrência. Ver um paciente falecer, isso não é agradável para ninguém em momento algum da nossa história profissional – e a letalidade é mais alta entre os pacientes de Covid-19 “, afirma.

“A gente vê pacientes jovens hoje com agravos sistêmicos por muito tempo, e em algum momento a gente precisa sentar e rever onde é que a gente está naquele tratamento. Mas até onde vai a nossa atuação? A partir de dado momento, o sofrimento é grande demais – e quando a gente decide isso? Essa é uma pergunta pra qual a gente não tem resposta, mas com que nos deparamos todos os dias.”

Os médicos intensivistas passam por quatro anos de formação depois da faculdade. São treinados para tomar decisões difíceis e trabalhar sob pressão. Mas muitas das cenas produzidas pela pandemia serão difíceis de apagar da memória.

Para Nunes, uma delas é do ano passado, o momento em que os médicos tiveram que passar a atender os familiares de pacientes no estacionamento, dado o número elevado de doentes e a probabilidade alta de contaminação.

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“Eu olhei pela janela e vi os residentes, os médicos assistentes conversando com centenas de familiares no estacionamento”, recorda.

“Aí você imagina: como que o governante, como que as pessoas responsáveis pela política de saúde não são sensíveis àquilo? Familiares sendo acolhidos no estacionamento. Os profissionais que acabaram de se desparamentar, vendo [logo antes] pacientes graves que vão falecer. Pessoas chorando no estacionamento, fora do hospital. Isso não pode ser tido como normal.”

“Esse dia realmente me perguntei: o que será desse sistema? O que vai acontecer? Nós estamos tentando fazer o melhor. A gente entende que o hospital está tentando fazer o melhor. Os governantes… espero que estejam tentando fazer o melhor. Mas a política de saúde não inclui essas pessoas? Nossa clientela é humilde. Essas pessoas humildes estavam num estacionamento conversando com os médicos. Centenas de pessoas. O que está acontecendo? Isso não pode ser normal. Eu não acho que um ano depois eu tenha recolhido os meus cacos do que eu vi.”

Médicos reunidos em torno do computador, com pacientes ao fundo

Cortesia Santa Marcelina
Capacidade de atendimento a pacientes graves com covid praticamente dobrou no hospital durante a pandemia

De um ano para cá, o ambiente de trabalho tem se tornado cada vez mais silencioso.

“O início da pandemia foi marcado por muita conversa”, diz ele.

“A rotina de trabalho deles mudou abruptamente, o perfil do doente mudou, era uma doença nova, que não sabíamos como tratar. Isso causava muito pânico no profissional de saúde.”

Com o tempo, a preocupação e o medo foram dando espaço para o cansaço e o estresse.

“Isso gera hoje um ambiente muito mais tenso. Por mais que os profissionais tentem conversar e se apoiar, eles estão muito cansados.”

Com a piora da situação e a marca de 4 mil mortes por dia, “é muito difícil fazer com que aqueles profissionais não se sintam tristes e deprimidos com o que está acontecendo”.

Especialmente por sentirem que a tragédia poderia ter sido evitada.

“Existem duas formas de a gente resolver isso: o distanciamento social e o uso de máscaras de um lado e a vacina do outro. A gente teve uma política de saúde que não fez isso, não planejou isso há um ano. Tudo bem, não evitaria todas as mortes, eu entendo isso. Mas poderia ser muito menos”, diz o médico.

“Não tem lógica. Agora a gente está pagando caro por isso com vidas.”


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Fonte: IG SAÚDE

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Covid-19: como a crise na Índia põe em risco vacinação nos países mais pobres

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Covid-19: como a crise na Índia põe em risco vacinação nos países mais pobres do mundo
Tulip Mazumdar – Repórter de saúde

Covid-19: como a crise na Índia põe em risco vacinação nos países mais pobres do mundo

O programa internacional para garantir acesso igualitário às vacinas contra a covid-19 está com um déficit de 140 milhões de doses por causa da crise de covid-19 na Índia.

O Instituto Serum, na Índia, maior fornecedor do Covax, não entregou nenhuma das doses planejadas desde que as exportações foram suspensas em março.

O Covax é o consórcio formado para distribuir vacinas para países de renda média e baixa que não conseguiram fazer acordos para comprar um número suficiente de imunizantes. O Unicef, fundo das Nações Unidas para a infância, é quem distribui as vacinas do consórcio.

O fundo está pedindo aos líderes das nações do G7 e dos Estados da União Europeia que compartilhem suas doses. Eles devem se encontrar no Reino Unido no mês que vem.

O Unicef afirma que juntos, esse grupo de países poderia doar cerca de 153 milhões de doses, ao mesmo tempo em que poderiam cumprir seus compromissos de vacinar suas próprias populações.

‘Uma grande preocupação’

O Instituto Serum deveria fornecer cerca de metade dos dois bilhões de vacinas encomendadas para o Covax este ano, mas não houve remessas para março, abril ou maio. O déficit deve aumentar para 190 milhões de doses até o final de junho.

“Infelizmente, simplesmente não sabemos quando o próximo conjunto de doses vai se materializar”, disse Gian Gandhi, coordenador de suprimentos do Unicef no Covax.

“Nossa esperança é que as coisas voltem aos trilhos, mas a situação na Índia é incerta… e há uma grande preocupação.”

O Unicef está convocando os países do G7 – Canadá, França, Alemanha, Itália, Japão, Reino Unido e Estados Unidos, bem como a União Europeia – a doarem seus suprimentos excedentes com urgência.

Alguns países, como o Reino Unido, os Estados Unidos e o Canadá, já compraram o suficiente para vacinar sua população várias vezes.

Em fevereiro, o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, prometeu doar a maior parte do excedente do Reino Unido aos países mais pobres, mas até agora não deu um prazo específico. A situação é semelhante nos Estados Unidos. Até o momento, a França é o único país do G7 que doou doses diante da crise na Índia.

O Unicef ​​disse que os países ricos do G7 podem reduzir o déficit de vacinas para os países mais pobres, doando 20% de seus suprimentos em junho, julho e agosto. Isso liberaria cerca de 153 milhões de doses para o Covax.

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A França prometeu meio milhão de doses até meados de junho. A Bélgica, por sua vez, prometeu 100 mil de seu suprimento doméstico nas próximas semanas.

Espanha, Suécia e Emirados Árabes Unidos são alguns dos poucos outros que prometeram compartilhar seus suprimentos agora.

Há sérias preocupações de que o que aconteceu na Índia possa ocorrer também em outros países – tanto próximos quanto distantes da região.

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“Os casos estão explodindo e os sistemas de saúde estão em uma situação difícil em países como Nepal, Sri Lanka e Maldivas… e também na Argentina e no Brasil”, disse a diretora do Unicef, Henrietta Fore. “O custo para crianças e famílias será incalculável.”

Distribuição de doses da Covax no Nepal

Unicef/Panday
Distribuição de doses do Covax no Nepal

Dilema da vacina

Os países da África são alguns dos mais dependentes das doses do esquema Covax.

Mas, como em muitas partes do mundo, também tem havido hesitação em relação ao recebimento da vacina entre algumas comunidades. Outro grande desafio é colocar fisicamente as doses nos braços das pessoas – tudo isso requer que os profissionais de saúde sejam especialmente treinados e os frascos sejam transportados para partes distantes de países onde a infraestrutura pode ser limitada.

Algumas nações estão agora enfrentando a perspectiva de decidir se darão uma segunda dose aos mais vulneráveis ​​que já receberam uma vacina ou se continuarão vacinando mais pessoas conforme planejado, na esperança de que os próximos carregamentos cheguem em breve.

“Estamos em uma situação em que os profissionais de saúde e profissionais de linha de frente em muitos países da África ainda não foram vacinados”, disse Gian Gandhi. “E, ainda assim, os países de renda mais alta estão vacinando populações de baixo risco, como adolescentes.”

Nações como Ruanda, Senegal e Gana já estão usando algumas de suas últimas doses restantes, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS).

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Covax na África

  • Sete países da África usaram quase 100% de suas doses de Covax, como Botswana, Gana, Ruanda e Senegal
  • Quênia e Malaui usaram quase 90% de suas doses de Covax
  • Cabo Verde e Gâmbia usaram 60% das doses de Covax
  • 1,3 milhão de doses foram redistribuídas da República Democrática do Congo para outras partes da África porque o país não poderá usar todas antes de sua data de validade em junho

Fonte: OMS


“Nos sensibilizamos com a situação na Índia”, diz Richard Mihigo, que chefia o programa de vacinação e desenvolvimento de vacinas da OMS na África.

“A maioria de nossas [18 milhões] doses de Covax até agora veio da Índia.”

“Acho que é muito importante [manter] a promessa global de solidariedade dos países que têm vacinas suficientes – distribuí-las e compartilhá-las porque, a menos que interrompamos a transmissão em todos os lugares, será muito difícil acabar com esta pandemia, mesmo em lugares onde as pessoas foram totalmente vacinadas.”


O que é Covax?

  • O objetivo é distribuir dois bilhões de doses da vacina contra a covid-19 até o final de 2021
  • Nenhum país receberá vacinas para mais de 20% de sua população antes que todos os países tenham vacinado pelo menos 20% da população
  • O consórcio já despachou cerca de 60 milhões de doses para 122 participantes
  • É uma associação pública-privada entre a OMS, a Aliança de Vacinas (Gavi) e a Coalizão para as Inovações no Preparo para Epidemias (Cepi)
  • O Unicef ​​é o principal parceiro de entrega

Novos acordos com diferentes fornecedores e fabricantes de vacinas estão em andamento para tentar colocar o esquema do Covax de volta no rumo, mas nenhum desses acordos ajudará a preencher o déficit da Índia nas próximas semanas.

A única maneira de preencher o vazio para os países mais pobres agora é a doação de parte dos suprimentos pelos países mais ricos.

“Temos emitido repetidas advertências sobre os riscos de baixar a guarda e deixar países de baixa e média renda sem acesso equitativo a vacinas, testes e medicamentos”, disse Fore.

“Estamos preocupados que o aumento das mortes na Índia seja um precursor do que acontecerá se esses avisos permanecerem ignorados. Quanto mais tempo o vírus continua a se espalhar sem controle, maior o risco de surgirem variantes mais letais ou contagiosas.”


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Fonte: IG SAÚDE

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Anvisa conclui que frascos de CoronaVac não estão com menos doses

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CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan
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CoronaVac, vacina produzida pelo Instituto Butantan

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) elaborou ofício concluindo que não há indícios de que frascos da vacina CoronaVac estejam sendo fabricados com volume menor de doses. Uma investigação foi realizada pela Anvisa após queixas de que as vacinas produzida pelo Instituto Butantan estavam sendo entregues em frascos contendo quantidades menores que as dez doses previstas.

Avaliação sobre a aspiração da vacina CoronaVac realizada pelo Conselho de Secretários Municipais de Saúde do Estado de São Paulo (Cosems-SP) apontou que 44,4% dos frascos analisados renderam menos que as dez doses. A experiência contou com participação de profissionais de nove municípios.

No ofício, a Anvisa relata que, para o caso específico da CoronaVac, que tem um volume declarado de 5 mL, deve haver 0,5 mL de excesso em cada frasco. Diante disso e com a justificativa de aumentar o rendimento do processo produtivo em até 8%, no início de março, o Butantan fez uma redução no volume de enchimento do frasco de 6,2 mL para 5,7 mL, com uma tolerância de 0,2 mL, representando uma faixa de 5,5 a 5,9 mL.

“Os lotes fabricados a partir desta data apresentam-se visualmente com volume inferior aos lotes fabricados anteriormente. Tal alteração foi prontamente notada pelos profissionais de saúde, que observaram a redução visual no volume do frasco. Contudo, tal redução não necessariamente representa um desvio no produto”, disse a Anvisa no documento.

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A Anvisa realizou uma inspeção no Butantan, em abril, e concluiu que os resultados estavam dentro das especificações. “Com base no resultado da inspeção investigava concluiu-se que falhas no processo de envase não parecem ser a causa do volume inferior reportado nas queixas técnicas”, concluiu a Anvisa.

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Resposta do Butantan

O Instituto Butantan informou, em nota, que a inspeção da Vigilância Sanitária Municipal de São Paulo, com apoio remoto do Centro de Vigilância Sanitária (CVS) do Estado e da Anvisa realizada em 20 de abril não encontrou nenhuma inadequação na linha de envase da CoronaVac, confirmando as boas práticas de fabricação.Segundo explicou o instituto, cada frasco da vacina contra o novo coronavírus contém nominalmente 10 doses de 0,5 ml cada, totalizando 5 ml, e adicionalmente ainda é envasado conteúdo extra, chegando a 5,7 ml por ampola. Esse volume, aprovado pela Anvisa, é suficiente para a extração das dez doses.

“Todas as notificações recebidas pelo instituto até o momento relatando suposto rendimento menor das ampolas foram devidamente investigadas, e identificou-se, em todos os casos, prática incorreta na extração das doses nos serviços de vacinação. Portanto, não se trata de falha nos processos de produção ou liberação dos lotes pelo Butantan”, diz a nota do instituto.

No ofício feito pela Anvisa, consta que o Butantan se pronunciou sugerindo que a causa do volume inferior seria um somatório de fatores, como a utilização de seringas com volume acima de 1 mL e técnica de aplicação inadequada. Com isso, a empresa protocolou junto à Anvisa alteração no texto de bula, incluindo a indicação da utilização de seringas de 1 mL para a aplicação da vacina e um QR code com tutoriais para profissionais de saúde.

O ofício acrescenta que “corrobora para a validade dessa hipótese o fato de que também há notificações de volume faltante referentes às vacinas Fiocruz/Covishield/AstraZeneca”.

“Diante dos fatos apresentados, conclui-se que não há indícios que corroborem para a hipótese de que o IB [Instituto Butantan] esteja fabricando a vacina CoronaVac com volume inferior ao preconizado. Portanto tal hipótese foi descartada e as investigações referentes ao produto foram concluídas”, finaliza a Anvisa no ofício.

Fonte: IG SAÚDE

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