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Twitter lança emoji apoiando movimento asiático pró-democracia

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Twitter lança emoji apoiando aliança pró-democracia
Unsplash/Yucel Moran

Twitter lança emoji apoiando aliança pró-democracia

O Twitter lançou um emoji em apoio a um movimento que reúne ativistas pró-democracia na Ásia , chamado de “aliança do chá com leite”. Atualmente, o grupo se estendeu a Mianmar , que sofreu um golpe de Estado – o Twitter é uma das redes sociais bloqueadas pelos militares no país .

“Para comemorar o primeiro aniversário da Aliança #MilkTea, criamos um emoji com 3 cores diferentes de chá com leite das regiões onde a Aliança foi formada”, disse o Twitter, em uma publicação.

O emoji vai aparecer em todos os tuítes que tiverem a hashtag “aliança do chá com leite” nas línguas inglesa, tialandesa, coreana e outros idiomas asiáticos.

A aliança leva o nome “chá com leite” devido à popularidade da bebida em Hong Kong, Taiwan e Tailândia, lugares onde o movimento ganhou força contra o autoritarismo. 

De acordo com o Twitter , o termo foi usado mais de 11 milhões de vezes na rede social desde abril de 2020, e ganhou força depois do golpe de Estado em Mianmar . Além de lançar o emoji, a plataforma também apelou para que o acesso à internet seja mantido em lugares que vivem sob governos autoritários.

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iPhone 13 terá duas câmeras frontais, aponta vazamento; veja as imagens

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Suposto iPhone 13; modelo deve ter entalhe diferente
Reprodução/MySmartPrice

Suposto iPhone 13; modelo deve ter entalhe diferente

O site MySmartPrice publicou nesta terça-feira (13) algumas imagens (renderizações) em 3D que mostram, em primeira mão, algumas mudanças que podem ser adotadas pela Apple no iPhone 13 , próxima geração de smartphones da empresa para 2021.

Sem grande surpresa, o aparelho deve aproveitar o mesmo visual do iPhone 12 , seguindo o formato que mescla as linhas da carcaça do icônico iPhone 5/5S com os traços mais modernos do iPhone X. As medidas estimadas, inclusive, devem continuar iguais: 146,7 mm (A) × 71,5 (L) × 7,6 mm de espessura.

Um dos destaques é a presença de três recortes na parte superior da tela. O formato é parecido com o dos iPhones atuais, que possuem um espaço dedicado aos sensores do Face ID com uma câmera infravermelha e o sensor para selfies. O que pode mudar é o posicionamento dos componentes. Atualmente, dois recortes ficam à esquerda do recorte, o alto-falante superior fica no centro, e outro espaço à direita abriga a câmera frontal do aparelho.

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O desenho 3D indica que os sensores serão posicionados um ao lado do outro no iPhone 13 , o que mostra que a Apple pode incluir novidades como dois sensores de câmera frontal , um deles possivelmente para fotos de ângulo aberto. O alto-falante superior, segundo a renderização, será posicionado logo acima do recorte. O tradicional “notch”, que também deve ser alterado este ano, pode contar com um espaço extra dedicado para novos sensores.

Novo formato para câmeras

Suposto iPhone 13; parte traseira
Reprodução/MySmartPrice

Suposto iPhone 13; parte traseira

As câmeras traseiras , que não devem sofrer grandes mudanças nas especificações, também podem mudar de posição. Dessa vez, aponta uma das imagens, as lentes serão colocadas em diagonal. Sendo assim, os quatro espaços no módulo na traseira do aparelho serão preenchidos da seguinte forma: duas lentes em cada um dos cantos, o flash na lateral superior e o microfone com redução de ruído logo abaixo de um dos sensores principais.

O sensor LiDAR , que atualmente só está disponível no iPad Pro e nos modelos iPhone 12 Pro e 12 Pro Max, não aparece nas renderizações do iPhone 13 publicadas. Por fim, outros rumores sugerem que a Apple trará um display com tecnologia LTPO OLED nos iPhones deste ano. O painel tende a ser mais eficiente em consumo de energia, o que pode auxiliar na vida útil da bateria dos aparelhos. As novas telas também devem oferecer taxas de atualização variáveis, algo cada vez mais comum nos celulares Android .

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Vírus brasileiro se disfarça em apps e rouba dados bancários; saiba se proteger

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Vírus infecta celulares Android
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Vírus infecta celulares Android



Um malware brasileiro está se espalhando entre usuários Android através de apps infectados disponíveis na Play Store . Chamado de Brata, ele permite que um malfeitor assuma o controle completo do smartphone da vítima e roube informações.

Segundo a McAfee, os apps maliciosos (OutProtect, PrivacyTitan, GreatVault, SecureShield e DefenseScreen) se apresentam como ferramentas de segurança e têm em média de mil a cinco mil instalações, mas alguns deles, como o DefenseScreen, chegam à marca de 10 mil instalações.

Descoberto pela Kaspersky em setembro de 2019, o Brata é uma ferramenta de acesso remoto (Remote Acess Tool, RAT) que permite a um criminoso roubar a senha de bloqueio do aparelho, capturar tudo o que acontece na tela, executar ações, desbloquear um aparelho, agendar o início de atividades, iniciar um keylogger (que registra tudo o que é digitado), injetar texto em apps de terceiros, ocultar chamadas e manipular a área de transferência (clipboard).

Originalmente, o malware visava apenas os usuários brasileiros. Mas com o tempo, seus operadores se diversificaram e adicionaram também suporte ao espanhol e inglês. Em qualquer idioma, o Brata vasculha o smartphone para determinar se tem algum dos apps “alvo” instalado, e mostra uma falsa tela de login deste app.

O alvo dos bandidos, claro, são credenciais bancárias , já que 65% das transações bancárias no Brasil são feitas através de smartphones. E uma vez que os criminosos têm seus dados, o prejuízo vem rápido.

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“O criminoso brasileiro é muito imediatista, ele quer ter um ganho de forma rápida, é o que eles chamam de ‘correria’. Se eles pegam sua credencial agora, em menos de 30 minutos sua conta vai ser invadida ou seu cartão vai ser clonado, é super rápido. Eles têm essa agilidade porque sabem que as equipes anti-fraude também estão trabalhando, então querem aproveitar o momento”, diz Fabio Assolini, Pesquisador Sênior de Segurança na Kaspersky.

Mas não só as credenciais bancárias que são valiosas. Dados pessoais, como nomes completos, endereço, número de CPF, etc. podem ser usados para habilitar outros golpes no futuro.

Segundo Assolini “as informações pessoais do usuário vão apoiar a fraude financeira. Com o passar do tempo os bancos passaram a exigir alguns dados para confirmar operações e o criminoso se viu num mato sem cachorro. Então o que eles começaram a fazer? Investir esforços na obtenção de dados pessoais . Alguns criminosos viram oportunidade nisso e constroem sistemas gigantescos com um monte de bases de dados vazadas e vendem esses dados como um serviço para outros criminosos.”

Como se proteger do Brata

A McAfee recomenda que os usuários não confiem em um app só porque ele está na Play Store . E que desconfiem de mensagens dizendo que uma “atualização” de um app é necessária, já que no Android as atualizações são feitas automaticamente pela Play Store em segundo plano, sem intervenção manual do usuário.

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Antes de instalar um app, leia sua descrição, o nome do desenvolvedor, a nota e as avaliações deixadas por outros usuários. Muitos desenvolvedores compram notas e avaliações numa tentativa de dar legitimidade a seus apps, mas ainda assim entre elas pode haver usuários reais dando um alerta de que se trata de um golpe.

Preste também atenção às permissões que um app pede quando instalado: elas devem ser condizentes com os recursos oferecidos pelo app. Não há motivo para um bloco de notas pedir permissão para gerenciar chamadas, ou um app de fotografia acessar suas mensagens. Isso pode ser sinal de más intenções.

Por fim, nunca clique em links desconhecidos enviados em mensagens ou e-mails. Esta é uma das principais formas que os malware têm para se espalhar: uma vez que um aparelho é infectado, uma mensagem com um link é enviada para todos os contatos, na esperança de que algum deles clique no link e infecte seu aparelho também.

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