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Prefeitura de São Paulo divulga calendário de vacinação contra a gripe; confira

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Profissional aplica a vacina da gripe
Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

Profissional aplica a vacina da gripe

 Em atualização

A Prefeitura de São Paulo anunciou, nesta quinta-feira (8), o novo calendário de vacinação contra a gripe do vírus influenza. Neste ano, a campanha tem início no próximo dia 12 de abril e vai concentrar as primeiras doses em crianças com idade entre seis meses e seis anos, gestantes, indígenas e trabalhadores de saúde.

Confira o cronograma fase 1:  12/04 à 10/05 – crianças de 6 meses a menores de 6 anos de idade (5 anos, 11 meses e 29 dias), gestantes, puérperas, povos indígenas, trabalhadores da saúde; fase 2:  11/05 à 08/06 – idosos com 60 anos e mais, profissionais das escolas públicas e privadas; fase 3: 09/06 à 09/07 – outros grupos (pessoas portadoras de doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais, pessoas com deficiência permanente, forças de segurança e salvamento, forças armadas, caminhoneiros, trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros urbano e de longo curso, trabalhadores portuários, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos de idade sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade).

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Fonte: IG SAÚDE

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Participantes do comitê da covid-19 fazem pronunciamento após reunião

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A segunda reunião do Comitê de Coordenação Nacional para Enfrentamento da Pandemia da Covid-19 foi realizada nesta manhã, no Palácio do Planalto, em Brasília. Após participar da reunião, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e o deputado federal Dr. Luizinho (PP-RJ) concedem entrevista coletiva para falar sobre os resultados das discussões.

Acompanhe, ao vivo, a entrevista coletiva:

O comitê, criado em março deste ano, é composto pelos presidentes da República, Jair Bolsonaro, do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, e, na condição de observador, por um representante do Judiciário. Também participaram do comitê o ministro da Saúde e outros integrantes do governo.

Edição: Kelly Oliveira

Fonte: EBC Saúde

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SP tem falta de kit intubação e acusa Saúde de ignorar apelos, diz jornalista

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SP tem falta de kit intubação e acusa Saúde de ignorar apelos, diz jornalista
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

SP tem falta de kit intubação e acusa Saúde de ignorar apelos, diz jornalista

O governo de São Paulo enviou um ofício ao  Ministério da Saúde, nesta última terça-feira (13), afirmando que precisa receber, de maneira urgente, medicamentos do ‘kit intubação’ em 24 horas para repor estoques e evitar o desabastecimento nos hospitais do estado. A informação foi publicada na manhã desta quarta-feira (14) pela coluna da jornalista Mônica Bergamo, da ‘Folha de S. Paulo’.

“A situação de abastecimento de medicamentos, principalmente daqueles que compõem as classes terapêuticas de bloqueadores neuromusculares e sedativos está gravíssima, isto é, na iminência do colapso, considerando os dados de estoque e consumo atualizado pelos hospitais nesses últimos dias”, afirmou um documento do secretário de Saúde de São Paulo, Jean Gorinchteyn.

Ainda segundo o documento, “a partir dos próximos dias” vai faltar medicamentos, caso nada seja feito. Os medicamentos tem o objetivo de aliviar a dor dos pacientes e fazer com que os médicos consigam entubar pessoas que estão em situação mais grave. Sem os tais medicamentos, os pacientes não suportariam as dores do procedimento e do uso dos aparelhos.

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Segundo a coluna, Gorinchteyn afirmou no documento que há mais de 40 dias vem formalizando “reiteradamente” ao Ministério da Saúde solicitações para o envio dos kits necessários para que o sistema de saúde do estado não entre em colapso.

Segundo o texto, já foram enviados nove ofícios ao governo federal, mas nenhum deles ainda obteve retorno sobre as solicitações. O secretário ainda afirmou que tem enviado informações diárias sobre estoques ao ministério, mas não tem sido atendido. A quantidade de drogas enviadas ao estado foi até agora “ínfima”, segundo ele.

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“O Ministério da Saúde mantém o mercado produtor nacional requisitado administrativamente desde o mês de março, prejudicando e dificultando o acesso dos hospitais, municípios e desta pasta aos fabricantes do kit intubação”, disse Gorinchteyn.

E completou: “O Ministério da Saúde manteve o Estado de São Paulo durante 6 (seis) meses sem fornecimento de qualquer quantidade de medicamentos provenientes das requisições administrativas realizadas”, segue. E “furta-se a esclarecer qual critério adotado para definir a distribuição dos milhões de unidades farmacêuticas requisitadas, face ao quantitativo ínfimo enviado ao Estado de São Paulo”.​

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Jean Gorinchteyn afirmou também que o governo estadual está tentando manter o sistema abastecido, mas que apenas os esforços estaduais não são suficientes pois a cadeia produtiva não consegue dar conta da demanda. Por isso, segundo ele, é imprescindível que o governo federal também atue para adquirir os kits. 

“A centralização da aquisição do kit intubação em âmbito federal é fundamental para equacionar a gestão da disponibilidade dos medicamentos no mercado nacional, frente às demandas dos estados considerando a competição de mercado instalada entre os vários gestores de todo país, neste cenário de escassez de produtos”, afirmou o secretário.

No final, Gorinchteyn lista a quantidade de quatro bloqueadores neuromusculares, de três fármacos para sedação contínua e de um fármaco para analgesia “em até 24 horas, para suprir o abastecimento de 643 hospitais para os próximos dez dias”.

Fonte: IG SAÚDE

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