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BTG Pactual (BPAC11): sócios criam o Instituto de Tecnologia e Liderança

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BTG Pactual (BPAC11): sócios criam o Instituto de Tecnologia e Liderança
Redação 1Bilhão Educação Financeira

BTG Pactual (BPAC11): sócios criam o Instituto de Tecnologia e Liderança

BTG Pactual (BPAC11): sócios criam o Instituto de Tecnologia e Liderança

Com a desafiadora missão de formar as futuras lideranças em tecnologia que irão ajudar a transformar o Brasil, André Esteves, Roberto Sallouti e sócios do BTG Pactual ( BPAC11 ) unem forças para a criação do Instituto de Tecnologia e Liderança (Inteli), instituição privada e sem fins lucrativos, localizado em São Paulo, com a proposta de oferecer ensino de ponta no País. Patrocinado por uma doação de R$ 200 milhões da família Esteves, e com apoio institucional do BTG Pactual, o Inteli vai oferecer formação superior para estudantes na área de tecnologia, com ênfase em computação, negócios e liderança.

“O Inteli nasceu da necessidade que o País tem de se tornar mais relevante no desenvolvimento de tecnologia. Queremos formar futuros líderes, e para isso, vamos oferecer um ensino que vai além da computação, integrando ao currículo disciplinas como empreendedorismo, economia de mercado, estado de direito e sustentabilidade. Será a primeira faculdade de tecnologia baseada em projetos do Brasil”, afirma André Esteves.

BTG Pactual (BPAC11): sócios criam o Instituto de Tecnologia e Liderança

BTG Pactual

Para Roberto Sallouti, a transformação digital e o desenvolvimento de lideranças são os principais desafios para o futuro. “A missão do Inteli é justamente oferecer todas as ferramentas e o ambiente propício para a formação dessa geração de líderes, que tem sede de conhecimento, espírito empreendedor, com forte capacidade de adaptação e totalmente orientada para a solução de problemas reais. Ao nosso ver, são eles que vão ajudar a transformar o Brasil”, complementa Sallouti.

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Com as primeiras turmas previstas para fevereiro de 2022, o Inteli vai oferecer inicialmente quatro cursos de graduação presenciais: Engenharia da Computação, Engenharia de Software, Ciência da Computação e Sistemas de Informação. Os cursos terão duração de quatro anos, divididos em 16 módulos. Além de aulas com professores experts, em cada módulo os estudantes desenvolverão um projeto para atender as necessidades de um parceiro de mercado, seja de empresas privadas, startups ou ONGs. Para o primeiro ano estão previstas 250 vagas. A meta é ter mil alunos matriculados até 2025.

Inteli

O Inteli tem a missão de desenvolver seus alunos em três conjuntos de competências: computação, aprofundando em inteligência artificial, ciência de dados, segurança cibernética; negócios, abordando áreas como finanças corporativas, inteligência de mercado, marketing digital, people analytics e sustentabilidade; e em aspectos comportamentais como comunicação, ética e resiliência. O objetivo é que os alunos aprendam, desde a primeira semana de aula, a causar impacto real na sociedade, orientados todo o tempo para buscar soluções para as ineficiências do mundo de forma prática.

Com foco em atrair os melhores talentos do Brasil, independente da condição socioeconômica, o Instituto terá estudantes bolsistas e pagantes. O mais importante é que o estudante tenha paixão por transformar a sociedade, alto potencial e capacidade analítica e de pensar alternativas criativas para problemas. No futuro, o Inteli prevê, ainda, a oferta de cursos de pós-graduação, ensino à distância, uma incubadora de startups e cursos livres.

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Conselho

Compõe o Conselho do Inteli: André Esteves e Lilian Esteves, empresária e filantropa, como patrocinadores; Roberto Sallouti como presidente do Conselho, Arthur Lazarte, Co-fundador e CEO da Wildlife; Mark Maletz, membro sênior da Harvard Business School (HBS); Pedro Thompson, CEO da Exame; Silvio Meira, PhD em Computação e co-fundador do Porto Digital em Recife; Ricardo Dias, co-fundador da Adventures Inc e antes VP de Marketing da Ambev; e Sofia Esteves, fundadora e Presidente do Conselho do Grupo Cia de Talentos.

Completam o time, na diretoria executiva, Maíra Habimorad, anteriormente CEO da Cia de Talentos e Diretora Acadêmica e de Inovação do Ibmec, que será CEO do Inteli; Ana Garcia, co-fundadora da Brasa, como Head de Operações do Inteli; e Maurício Garcia, com mais de 30 anos de experiência como Executivo Acadêmico e de Inovação em grandes grupos educacionais, como Conselheiro Acadêmico. Toda equipe Inteli foi desenhada para criar um time multidisciplinar com experiências diversas, peça fundamental para pensar um modelo acadêmico com visão de futuro e alinhado com as expectativas do mercado.

Entre os próximos passos está a assinatura de acordo para instalação do Campus em um espaço horizontal e arborizado de 9 mil m² em São Paulo, e o levantamento de recursos para financiar as bolsas de estudos.

Veja BPAC111 na Bolsa :

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Câmara do Rio aprova reforma da Previdência que afetará quase 100 mil; conheça

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Câmara do Rio de Janeiro aprovou aumento da alíquota de servidores da ativa e aposentados e pensionistas
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Câmara do Rio de Janeiro aprovou aumento da alíquota de servidores da ativa e aposentados e pensionistas

Por 23 votos a 22, a Câmara dos Vereadores do Rio aprovou na noite desta terça-feira (13), em discussão final, o projeto que aumenta de 11% para 14% a alíquota previdenciária de todos os servidores da ativa e os aposentados e pensionistas que ganham acima do teto previdenciário de R$ 6.433,57. A medida atingirá quase cem mil servidores do Executivo, da Câmara do Rio e do Tribunal de Contas do Município (TCM): 87.079 servidores da ativa e 12.658 aposentados e pensionistas, totalizando 99.737 matrículas. O texto vai agora a sanção do prefeito Eduardo Paes.

O desconto não pode ser aplicado de forma imediata, já que tem que obedecer ao princípio da noventena, a partir da sanção do projeto. A previsão é que, por ano, a reforma da Previdência do Rio gere uma receita extra de R$ 200 milhões para o Funprevi.

O governo argumentou que o aumento da contribuição tem o objetivo de adequar a legislação previdenciária carioca às regras federais que preveem a alíquota de 14% para todos os servidores da ativa e para os aposentados. A mudança foi proposta em um projeto que tenta reduzir o rombo do Fundo de Previdência do Município (Funprevi), com déficit de cerca de R$ 1 bilhão por ano. O plano inclui ainda um aumento de 22% para 28% da contribuição da prefeitura para a aposentadoria dos servidores.

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O projeto ainda aponta outras fontes de recursos para financiar o Funprevi, como a exploração (aluguel ou venda) do patrimônio imobiliário do Rio e operações financeiras para antecipar parte das receitas futuras dos royalties do petróleo até o limite de R$ 28,2 milhões por mês. No ano passado, o ex-prefeito Marcelo Crivella tentou realizar feito semelhante, mas não foi autorizado pelo Tribunal de Contas do Município (TCM). Segundo a corte, a operação configuraria uma tipo de empréstimo. E operações dessa natureza são proibidas pela legislação nos quatro últimos meses do governo.

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Ânimos exaltados durante a sessão extraordinária

Depois que os vereadores aprovaram à tarde as mudanças em primeira discussão com diferença de só um voto , a segunda aconteceu em sessão extraordinária e com os ânimos exaltados. Tarcísio Motta (PSOL) e Reimont (PT) propuseram que o debate final fosse adiado. Havia a expectativa de que com a presença de Jones Mour (PSD), que não participou da primeira votação, o placar poderia terminar em 23X23. Nesse caso, o presidente Carlo Caiado (DEM) teria que dar o voto de minerva.

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Oposição diz que desconto maior é ‘duro golpe’

A vereadora Tainá de Paula (PT) afirmou que o aumento da alíquota de contribuição é um “duro golpe” em plena pandemia para os profissionais de saúde que se esforçam nas unidades públicas para tentar salvar vidas:

“Não é reforma previdenciária. É uma retirada de direitos de servidores à toque de caixa”, diz.

Antes da votação, Vera Lins, líder do Progressistas na Casa e presidente da Comissão de Defesa do Consumidor, disse que a proposta encaminhada pelo prefeito Eduardo Paes “é uma verdadeira covardia contra todos os servidores, sejam ativos ou inativos”. Segundo a vereadora, não dá para entender porque em todo ou qualquer debate sobre déficits no sistema previdenciário, seja municipal, estadual ou federal, sempre é proposto o aumento da contribuição dos trabalhadores.

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Petrobras: general deve encerrar home office e alterar política de preços

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À frente da Petrobras (PETR4), general deve encerrar home office e calibrar política de preços
Redação 1Bilhão Educação Financeira

À frente da Petrobras (PETR4), general deve encerrar home office e calibrar política de preços

À frente da Petrobras (PETR4), general deve encerrar home office e calibrar política de preços

Nas reuniões prévias que tem feito com diretores e gestores da Petrobras (PETR4), o general Silva e Luna , que será escolhido oficialmente hoje (14) para o comando da estatal , tem indicado que fará em breve uma alteração de caráter administrativo-sanitário bem ao gosto de Jair Bolsonaro: vai antecipar a volta ao trabalho presencial.

De acordo com Lauro Jardim, de O Globo, o home-office na Petrobras vale até junho, mas já era consenso na atual diretoria que seria estendido até dezembro.

No fim de fevereiro, logo depois de indicar Silva e Luna para a Petrobras, Bolsonaro criticou abertamente o home-office na Petrobras: “o atual presidente da Petrobrás está há 11 meses de casa, sem trabalhar. Trabalha de forma remota. O chefe tem que estar na frente, bem como seus diretores. Isso para mim é inadmissível. Descobri isso faz poucas semanas.”

À frente da Petrobras (PETR4), general deve encerrar home office e calibrar política de preços

Veja a matéria completa no  site do 1Bilhão. 

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