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Xiaomi dá descontos de até 40% e adianta lançamento de celular no Brasil

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Redmi Note 10 Pro
Divulgação/Xiaomi

Redmi Note 10 Pro

A Xiaomi realiza nesta semana o Mi Fan Festival no Brasil, ação que dá descontos de até 40% em diversos produtos da marca. O período promocional vai até domingo (11), e traz também uma novidade para o país.

Dentre os produtos em promoção está o Redmi Note 10 Pro , celular que ainda não teve seu lançamento oficial no Brasil. De acordo com a Xiaomi , um lote do modelo será vendido especialmente durante o festival. O smartphone está à venda por R$ 3.220 e, segundo o site, o preço após o lançamento será R$ 3.500. Na Índia, o modelo é vendido, em conversão direta, por R$ 1.400 .

Outros modelos de celular também estão com descontos no site da Xiaomi , como Redmi Note 9S, Redmi Note 8 e Redmi Note 8 Pro. Além de smartphones , relógios inteligentes e dispositivos de casa inteligente também estão em promoção.

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Governo quer obrigar Apple e Samsung a vender celular com carregador

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Governo quer obrigar Apple e Samsung a vender celular com carregador
Bruno Gall De Blasi

Governo quer obrigar Apple e Samsung a vender celular com carregador

A Apple e Samsung removeram o carregador da caixa de seus celulares. Mas a Secretaria Nacional do Consumidor ( Senacon ) quer um acordo para que as duas empresas voltem a vender o iPhone e o Galaxy com o acessório no Brasil. A multa, caso as partes envolvidas não cheguem em um consenso, pode ser de até R$ 10 milhões.

A ação da secretaria do Ministério da Justiça retoma um cabo de guerra entre as fabricantes e as entidades de defesa do consumidor. Agora, a Senacon propôs um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), com a finalidade de fazer com que as fabricantes vendam seus celulares com o adaptador de tomada no pacote.

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Segundo o Estadão , o órgão não aceitou as explicações das empresas. Ao anunciar a remoção, tanto Apple quanto Samsung utilizaram a preocupação do meio ambiente como justificativa para retirar o acessório da caixa dos celulares. Cabe lembrar que as empresas foram notificadas pela Senacon em novembro do ano passado. A multa pode chegar a R$ 10 milhões, caso as fabricantes não aceitem a proposta.

Apple e Samsung vendem celular sem carregador na caixa

O acordo tem como alvo as decisões das fabricantes de não vender mais seus celulares com o carregador. Depois do Apple Watch , a Apple anunciou que não forneceria mais o adaptador de tomada durante o lançamento do iPhone 12 . A alteração também afetou os modelos anteriores que ainda estão à venda, como o iPhone XR, 11 e SE.

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A mudança, segundo a fabricante, chega para reduzir a emissão de lixo eletrônico . Em outubro, a vice-presidente de marketing de produto do iPhone, Kaiann Drance, chegou a dizer que vender o iPhone 12 sem adaptador é “o certo a se fazer”, pois seus clientes já têm o acessório em casa. Ao Tecnoblog, a Apple afirmou que a garantia de iPhones não será afetada por carregadores aprovados pela Anatel.

Mas o Procon-SP não ficou satisfeito. Em março, a Apple foi multada em R$ 10 milhões pela entidade . Além da ausência do adaptador de tomada, o órgão de defesa do consumidor também acusou a fabricante de praticar publicidade enganosa, devido à resistência à água do iPhone 11 Pro , e impor cláusulas abusivas aos seus clientes.

A Samsung veio na sequência, quando fez o lançamento global do Samsung Galaxy S21 , em janeiro de 2021. Assim como a Apple , a marca sul-coreana também tomou a decisão para evitar o desperdício de recursos do meio ambiente. Mas, durante a estreia do sucessor do Galaxy S20 no Brasil, a companhia ofereceu o acessório de graça na pré-venda , depois de fechar um acordo com o Procon-SP.

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iPad Pro chega ao Brasil por até R$ 30 mil, valor mais caro do mundo

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iPad Pro chega ao Brasil por até R$ 30 mil
Divulgação/Apple

iPad Pro chega ao Brasil por até R$ 30 mil

Na terça-feira (20), a Apple lançou uma série de dispositivos . Dentre eles, está o novo iPad Pro , com configurações e recursos bastante interessantes, sobretudo para quem usa um tablet profissionalmente. Aqui no Brasil, o preço do iPad Pro chega a R$ 30 mil, valor mais caro praticado em todo o planeta.

O novo tablet é vendido em diversas configurações. A mais poderosa delas, com 12,9 polegadas, 2 TB de armazenamento e conectividade Wi-Fi e celular, é ofertada no Brasil por R$ 29.999. Já a mais simples, com 11 polegadas, 128 GB de armazenamento e conexão apenas via Wi-Fi, sai por R$ 10.799.

Os preços são os mais caros de todo o mundo, de acordo com levantamento feito pelo Nukeni, site do desenvolvedor japonês Jun Saito. Para comparar, o levantamento transformou o preço do iPad Pro praticado em diversos países em dólares, mostrando onde ele sai mais caro e onde sai mais barato.

Estados Unidos e Hong Kong são as localidades que vendem o iPad Pro mais barato, por US$ 2,4 mil. O Canadá vem na sequência, com o tablet saindo por US$ 2,5 mil. Já no ranking dos países mais caro, o iPad Pro brasileiro é vendido por US$ 5,4; o país é seguido por Suécia (US$ 3,3 mil), Hungria (US$ 3,1 mil) e México (US$ 3,1 mil).

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