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Internações e mortes de idosos caem no Rio com vacinação

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De janeiro a março deste ano, as internações e mortes de idosos com mais de 80 anos diminuíram no estado do Rio. Segundo levantamento da Subsecretaria de Vigilância em Saúde, da Secretaria de Estado de Saúde, nesse período, houve queda de 49% nas internações e de 44% nos óbitos decorrentes de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) de pacientes acima de 90 anos. Entre os idosos com idade acima de 80 anos, as mortes diminuíram 22% e as hospitalizações, 33%.

A principal avaliação  é que o início da vacinação para essa faixa etária tenha causado a redução de internações e óbitos.

O secretário estadual de Saúde, Carlos Alberto Chaves, disse que, desde o primeiro lote de vacinas chegou ao estado, a secretaria buscou enviar, de forma rápida, as doses aos municípios.”Toda nossa operação logística é feita pensando no resultado, na ponta, na vida de cada cidadão. Constatar esta redução de óbitos e internações, com pouco mais de dois meses de vacinação, associada a outras medidas, nos dá esperanças da reversão do cenário atual da epidemia”, afirmou.

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Até o momento, 329.062 idosos com 80 anos ou mais foram vacinados no estado do Rio. Até a manhã desta segunda-feira (5), 1.316.104 pessoas tinham sido vacinadas e 374.909, recebido a segunda dose. A expectativa é que nos próximos dias nova remessa de vacinas seja entregue ao estado pelo Ministério da Saúde.

A subsecretária de Vigilância em  Saúde, Cláudia  Mello, disse que, mesmo com números positivos, os dados registrados continuam sendo analisados para fundamentar os resultados da vacinação. Ela destacou que a pandemia continua e que as medidas de restritivas e de prevenção serão mantidas, como o uso obrigatório de máscara, a frequente higienização das mãos e o distanciamento social. “Precisamos continuar avaliando esses dados para que tenhamos informes cada vez mais precisos”, afirmou.

Variantes

Na semana passada, a Secretaria de Saúde iniciou um dos maiores sequenciamentos de variantes da covid-19 do país. Com investimento de R$ 1,2 milhão, o estudo vai analisar 4.800 amostras nos próximos seis meses, com o objetivo de monitorar a evolução das variantes da covid-19, melhorar ações epidemiológicas e possibilitar a ampliação precoce de números de leitos e de medidas restritivas, além de identificar a incidência das novas cepas na população fluminense.

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O estudo, que procura entender melhor as modificações sofridas pelo SARS-CoV-2, vai analisar 400 amostras a cada 15 dias. Atualmente, está na fase de compra de insumos e separação de amostras. O objetivo é que os primeiros vírus sejam sequenciados na segunda quinzena de abril.

O estudo é financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj)  – com recursos de R$ 1,2 milhão – e conta ainda com a parceria do Laboratório Nacional de Computação Científica, do Laboratório de Virologia Molecular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, do Laboratório  Central (Lacen), da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Secretaria Municipal de Saúde do Rio.

Edição: Nádia Franco

Fonte: EBC Saúde

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Butantan produzirá mais 5 milhões de doses da vacina CoronaVac

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O Instituto Butantan já começou a produção de mais 5 milhões de doses da vacina CoronaVac, imunizante contra a covid-19. Na última segunda-feira (19), a instituição recebeu 3 mil litros de insumo farmacêutico ativo (IFA) enviados da China.

Segundo o Butantan, o trabalho acontece de forma ininterrupta, 24 horas por dia e 7 dias por semana em uma linha de produção automatizada. Na fábrica do instituto, o medicamento é envasado, rotulado e passa por inspeções de qualidade.

Desde janeiro, já foram fornecidas 41,4 milhões de doses de CoronaVac para serem aplicadas em todo o país.

O Butantan informou, também, que espera receber nas próximas semanas mais um carregamento com 3 mil litros de IFA, que permitirão a produção de mais 5 milhões de doses. O material aguarda autorização para ser embarcado para o Brasil.

O estado de São Paulo ultrapassou hoje (22) a marca das 10 milhões de doses de vacinas contra o coronavírus aplicadas, sendo 3,4 milhões da segunda dose.

Edição: Kleber Sampaio

Fonte: EBC Saúde

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Covid: Pfizer identifica versões falsas de vacinas vendidas no México e Polônia

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Covid: Pfizer identifica versões falsas de vacinas vendidas no México e Polônia
Patrick T. Fallon/Divulgação

Covid: Pfizer identifica versões falsas de vacinas vendidas no México e Polônia

O laboratório norte-americano Pfizer confirmou que doses de sua vacina contra a Covid-19 apreendidas no México e Polônia, onde eram vendidas por até mil dólares a unidade, eram falsas.

“A Pfizer identificou versões falsas de sua vacina contra a Covid-19 no México e Polônia”, afirmou a empresa na quarta-feira em um comunicado, no qual também destaca que trabalha com governos, fornecedores e profissionais de saúde para “para combater o comércio ilegal”.

Uma fonte da secretaria de Saúde do estado mexicano de Nuevo León afirmou que 80 pessoas foram vacinadas com o fármaco falso, mas não revelou mais detalhes.

O governo mexicano anunciou a apreensão das vacinas falsas em uma clínica clandestina no dia 17 de fevereiro e várias pessoas foram detidas. O Ministério Público abriu uma investigação. A substância, que foi encontrada em geladeiras de cerveja, tinha números de lote e datas de vencimento falsas, de acordo com o jornal norte-americano Wall Street Journal.

O líquido nos frascos confiscados na Polônia era uma substância cosmética, possivelmente um creme anti-rugas, segundo a Pfizer.

“Somos conscientes de que no atual ambiente em que vivemos — estimulado pela facilidade e conveniência do comércio eletrônico, assim como pelo anonimato oferecido pela internet — vai acontecer um aumento no número de fraudes, falsificações e outras atividades ilícitas relacionadas com as vacinas e os tratamentos contra a Covid-19”, afirmou a empresa no comunicado.

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O primeiro lote da vacina da Pfizer está previsto para chegar ao Brasil na próxima semana. As doses poderão ser distribuídas somente para capitais e outros centros urbanos de grande porte, por falta de capacidade na maior parte das cidades de armazenar o imunizante, que demanda baixas temperaturas. A ideia é debatida internamente no Ministério da Saúde e tem o apoio de secretários estaduais e municipais da área.

Em março, uma reportagem da revista Piauí denunciou que um grupo de políticos e empresários, além de seus familiares, teria recebido a primeira dose da vacina da Pfizer, que teriam comprado sem repassar doses ao SUS, conforme obriga a lei brasileira.

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Nesta quinta-feira, a Delegacia de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (DCC-LD) da Polícia Civil do Rio de Janeiro realiza uma operação para cumprir oito mandados de busca e apreensão no escritório de uma empresa e de seus representantes, em Recife, Pernambuco. O alvo, de acordo com a corporação, seria envolvido em um esquema de oferta fraudulenta de lotes da vacina de Oxford/AstraZeneca para imunização da Covid-19 a municípios brasileiros.

Segundo as investigações, o alvo da operação oferecia lotes da vacina por meio de uma empresa americana pelo valor de U$ 7,90 (cerca de R$ 44). Entre os municípios que receberam a oferta estão Duque de Caxias e Barra do Piraí, no estado do Rio de Janeiro, e Porto Velho, em Rondônia.

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OPAS faz alerta sobre vacinas falsas

Na quarta-feira, o vice-diretor da Organização Pan-americana da Saúde (OPAS), Jarbas Barbosa, fez um alerta sobre a oferta de vacinas contra a Covid-19:

“Recebemos informações do México, Argentina e Brasil de que algumas doses foram oferecidas nas redes sociais”, afirmou, ao ser consultado sobre a informação do WSJ a respeito da venda de vacinas fraudulentas do laboratório Pfizer no México.

Barbosa acrescentou que este é um problema para as autoridades de saúde e policiais:

“Os mercados ilegais oferecem vacinas que provavelmente são falsificadas, não são a vacina real, ou talvez estejam roubando-as de um centro de saúde e ninguém pode garantir que estejam armazenadas corretamente. Então, claramente é um problema, não só para as autoridades de saúde, mas também para a polícia identificar esta atividade criminosa”, afirmou.

O vice-diretor da OPAS insistiu que só se pode confiar nas vacinas administradas pelas autoridades de saúde, porque só essas têm a garantia de serem “seguras e eficazes” e de terem sido conservadas nas condições adequadas.

“Portanto, é muito importante rejeitar a compra de qualquer tipo de vacina que se ofereça nas redes sociais e na internet. Isso é um risco para sua saúde”, enfatizou.

Fonte: IG SAÚDE

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