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Anvisa institui modelo de monitoramento econômico de dispositivos médicos

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) instituiu novo modelo de monitoramento econômico de dispositivos médicos para reduzir a assimetria. Agora, o monitoramento econômico será feito por meio do acompanhamento contínuo dos preços desses produtos, bem como de outros dados econômicos que sejam relevantes para reduzir a assimetria de informação nesse mercado.

O objetivo do modelo atual é contribuir para a redução do nível e da dispersão de preços dos dispositivos médicos monitorados. O monitoramento deve facilitar a definição de preços de referência para aquisições públicas ou privadas, bem como permitir o agrupamento e a comparação de produtos com características técnicas semelhantes.

O novo marco regulatório considera a Resolução 478/2021, que trata do monitoramento econômico de dispositivos médicos e as Instruções Normativas (IN) 84/2021 e 85/2021, que dispõem sobre os atributos técnicos dos dispositivos médicos selecionados para monitoramento econômico. Para facilitar o entendimento, Perguntas e Respostas foi disponibilizado e orientações sobre envio das informações quanto aos atributos técnicos dos produtos foram publicados.

Além disso, a Anvisa promove reunião com as vigilâncias sanitárias estaduais (Visas) sobre uso de gases medicinais e os principais indicadores regulatórios nesta terça-feira, 6 de abril, das 14h às 17h. O objetivo é discutir os problemas enfrentados nos hospitais e também contribuir para a redução dos riscos de instalação e operação das usinas concentradoras de oxigênio e das linhas de gases em geral nos serviços, durante a pandemia da Covid-19.

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Fonte: AMM

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Gestores podem participar de webinar sobre moradia e eficiência energética

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Melhorar as condições de conforto ambiental e eficiência energética nas moradias considerando a sua inserção nas zonas bioclimáticas é tema do webinar Diálogo sobre Eficiência Energética Online, que ocorrerá nesta quinta-feira, 22 de abril, às 14 horas. A iniciativa é da Secretaria Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional (SNH/MDR), em parceria com a Agência Alemã de Cooperação Internacional (GIZ, na sigla em alemão). As inscrições para o webinar podem ser feitas aqui e a programação está disponível aqui.

A área de Planejamento Territorial e Habitação da Confederação Nacional de Municípios (CNM) explica que as análises para um novo modelo de tipologias e sistemas construtivos de moradias mais sustentáveis na política habitacional tem inovado ao fomentar a eficiência energética. Vale destacar que a inserção de projetos habitacionais com as respectivas zonas climáticas é fator decisivo para o desempenho térmico e energético.

Portanto, identificar as estratégias de eficiência energética mais adequadas para as condições climáticas dos locais e demandas dos gestores podem contribuir para novos projetos habitacionais considerando a diversidade local e climática.

Já a área de Meio Ambiente da CNM acrescenta que, ao desenvolver moradias com foco na eficiência energética, o Município dá um grande passo rumo a um desenvolvimento urbano sustentável. Diante das mudanças climáticas, cujos impactos irão afetar diretamente os Municípios, pensar na eficiência energética de acordo com a zona climática pode se tornar uma ação fundamental para evitar ou mitigar futuros problemas ambientais.

Lista de transmissão
Gostaria de receber informações sobre temas de habitação e planejamento territorial? A CNM disponibiliza uma lista de transmissão com as principais informações. Para isso, o gestor municipal deve fazer um cadastro na lista municipalista de gestores de habitação, licenciamento urbanístico e planejamento urbano. Todas as quintas-feiras são enviados informes da semana. Mais informações podem ser solicitadas pelo e-mail [email protected]

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Fonte: AMM

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Mato Grosso registra 347.815 casos e 9.296 óbitos por Covid-19

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (21.04), 347.815 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 9.296 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 1.072 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 347.815 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 10.662. estão em isolamento domiciliar e 325.918 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 518 internações em UTIs públicas e 461 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 95,75% para UTIs adulto e em 57% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (73.829), Rondonópolis (25.927), Várzea Grande (22.827), Sinop (18.271), Sorriso (12.379), Tangará da Serra (11.551), Lucas do Rio Verde (11.097), Primavera do Leste (9.857), Cáceres (7.474) e Alta Floresta (6.570).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 305.997 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 935 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

Na terça-feira (20), o Governo Federal confirmou o total de 14.043.076 casos da Covid-19 no Brasil e 378.003 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 13.973.695 casos da Covid-19 no Brasil e 374.682 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quarta-feira (21).

Recomendações

Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Painel Epidemiológico 409

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Fonte: AMM

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