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Cerimônia das velas da BPW Cuiabá ocorrerá em formato híbrido

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A Associação de Mulheres de Negócios e Profissionais-BPW Cuiabá, devido a pandemia do novo coronavírus, fez mudanças na programação do 19º Março é Mulher. Na edição de 2021 a realização da tradicional Cerimônia das Velas, que sempre encanta, ocorrerá de forma híbrida somente com a participação de diretoras e do Conselho Superior da ONG feminina, no dia 8 de março às 18 horas, com transmissão pelo Instagram da organização.
 
“Respeitamos o momento vivido, razão pela qual modificamos o formato neste ano, sendo remota e presencial, com apenas as que estão à frente da gestão, evitando aglomeração e tom festivo”. Que Isso atenda o que as autoridades públicas também anseiam”, frisou Zilda Zompero, empreendedora e presidente da BPW Cuiabá.
Na Cerimônia das Velas, como ocorre todos os anos será entregue a maior condecoração da organização para apenas uma personalidade, este ano a homenageada com o Título Ordem do Mérito BPW Cuiabá, será a psicopedagoga e empreendedora na área educacional, Anna Maria Barreto Souto. Ela participou da fundação da organização em Cuiabá e já assumiu cargos como diretora e coordenadora de Educação e atualmente é membro do Conselho Diretor.
Em muitas culturas a chama da vela tem um significado místico. O mais conhecido é como representação da luz, que tem o papel de fazer as pessoas enxergarem novos caminhos. As luzes das velas terá um significado ainda mas especial neste ano que é o de emanar a energia muito positiva para o Brasil e o mundo.
Diferente do que ocorreu nos anos anteriores, sempre no dia 8 de março, não haverá a condução das homenageadas num momento sempre de muita emoção.
O texto do cerimonial para cada vela será mantido no ritual, no qual cada uma das participantes se dirigirá para a mesa com as velas, para acender uma delas de forma solitária. Levando a uma reflexão silenciosa diante do momento que se apresenta.
“Com a luminosidade das chamas das velas as mulheres de negócios e profissionais das BPWs ao redor do mundo sempre se juntam em celebração, refletindo sobre o papel da mulher na sociedade, e é isso buscaremos continuar a transmitir”, disse a Zilda Zompero.
 
O significado das velas, no ato ritualístico foi lembrado por Sueli Batista, presidente fundadora da BPW Cuiabá e ex-presidente da BPW Brasil. Registrou que simbolizam os esforços e a fraternidade das mulheres, que buscam construir um futuro melhor para a humanidade onde a solidariedade se faz presente no dia a dia.
“Vivemos dias de dor, sofrimentos, mortes e ausências, determinadas pelo distanciamento social, e a chama das velas neste ano, deverá ter um valor agregado para nossas vidas”, frisou.
 
Criada após a Segunda Guerra Mundial pela fundadora da Federação Internacional de Mulheres de Negócios e Profissionais – BPW Internacional, Lena Madesin Philips, a Cerimônia das Velas é um dos mais belos eventos da organização nas várias partes do mundo, sendo que a organização BPW existe nos cinco continentes estofas as regiões do país. A história da organização mundialmente e também local, sempre é contada no momento que uma chama se acende.
 
Até o dia 30 de março constam eventos na programação do 19º Março é Mulher, que tem o tema deste ano: Novos horizontes para o empoderamento feminino. Salas de debates, lives e novos projetos serão difundidos pelo sistema zoom e Instagram da organização.
Para assistir o evento o endereço pela rede social @bpwcuiaba.
Todas as pessoas que estiverem assistindo, serão convidadas para de onde se encontrarem, acender uma vela pela saúde da humanidade.
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Mato Grosso ultrapassa a marca de 9 mil mortes por Covid-19

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Mato Grosso chegou a 9.031 mortes em decorrência da Covid-19 neste sábado (17), conforme dados divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT). Somente neste ano, foram 4.511 óbitos, o que representa 49,9% do total registrado durante a pandemia.

Em oito meses de pandemia em 2020, Mato Grosso notificou 4.520 mortes. Já nos primeiros quatro meses de 2021, o estado se aproxima desta marca.
Neste ano, a média de mortes é de 301 pessoas por semana.
No entanto, as últimas semanas foram mais letais. Em menos de duas semanas, morreram cerca de mil pessoas. No dia 5 deste mês, Mato Grosso bateu oito mil óbitos. Agora já são mais de 9 mil vidas perdidas.
O número de casos também está próximo do índice registrado durante 2020. No ano passado, foram 180,4 mil pessoas infectadas pelo coronavírus no estado. Neste ano, já são 161.843 casos confirmados.
Nas últimas 24 horas, Mato Grosso registrou 34 mortes em decorrência da Covid-19 e 1.169 novos casos.
Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (72.681), Rondonópolis (25.516), Várzea Grande (22.409), Sinop (17.959), Sorriso (12.304), Tangará da Serra (11.393), Lucas do Rio Verde (11.005), Primavera do Leste (9.771), Cáceres (7.351) e Alta Floresta (6.498).

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Dia Mundial da Hemofilia: condição genética dificulta coagulação

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O Dia Mundial da Hemofilia, neste sábado, 17 de abril, foi criado com a finalidade de conscientizar a sociedade e difundir informações sobre a hemofilia e outras desordens hemorrágicas hereditárias que afetam mais de 24 mil pessoas no Brasil. A hemofilia afeta a coagulação do sangue e provoca dificuldade para controlar sangramentos.

Neste ano, a Associação Brasileira de Pessoas com Hemofilia (Abraphem) lançou a campanha Dominando a Hemofilia: Construindo Conhecimento para um Melhor Tratamento. No início do mês, a associação lançou um jogo de tabuleiro que foi distribuído gratuitamente a crianças de 6 a 9 anos em hemocentros de todo o país. Neste sábado, a associação vai lançar um vídeo educativo para crianças e promover um debate online sobre Inibidores: Mitos e Realidade. As informações estão no site da Abraphem.

De acordo com a presidente da associação, Mariana Freire, um dos desafios permanentes no Brasil é garantir atendimento multidisciplinar fora dos grandes centros: “Pacientes que vivem longe dos grandes centros ficam sem a possibilidade de tratamento ortopédico, fisioterapêutico e odontológico especializados, que são essenciais para a qualidade de vida das pessoas com hemofilia”.

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Pandemia

Outro tema de destaque neste ano são os desafios às pessoas com hemofilia no contexto da pandemia de covid-19. De acordo com Abraphem, no início da pandemia não houve tantos prejuízos.

O Ministério da Saúde orientou que fossem disponibilizadas doses dos fatores proteicos usados no tratamento da hemofilia para dois meses. O objetivo era evitar o deslocamento frequente dos pacientes aos hemocentros. No ano passado, consultas chegaram a ser suspensas, mas com a redução das curvas de mortes e casos de covid-19 em todo o país, muitos centros voltaram à rotina normal.

Contudo, com a chegada da segunda onda de covid-19 no fim do ano, as consultas voltaram a ser suspensas em muitos estados, o que gerou dificuldades de atendimento.

Características

A hemofilia está presente fundamentalmente em homens. A taxa de incidência é de um caso a cada 5 mil a 10 mil nascimentos para hemofilia A, e um a cada 30 mil a 40 mil na modalidade de hemofilia B. A diferença entre elas diz respeito ao fator de coagulação que cada uma atinge, além da incidência: o tipo A é cinco vezes mais comum que o B.

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De acordo com a Abraphem, o único tratamento é o da infusão do fator de coagulação na veia. O procedimento é realizado em centros de tratamento de hemofilia.

Cuidados

Conforme a Abraphem, é importante que as famílias e amigos tratem pessoas com hemofilia da mesma forma que tratam outras. No caso de crianças que ainda não aprenderam a reconhecer dor e sangramento, a entidade faz algumas recomendações.

Pais devem observar, por exemplo, se há manchas roxas na pele ou em partes do corpo, perda de sangue pela boca ou algum músculo ou articulação contraídos ou com dificuldade de movimentação.

Edição: Denise Griesinger

Fonte: EBC Saúde

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