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MP que autoriza adesão do Brasil a consórcio de vacinas é aprovada na Câmara

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Deputados realizaram votação da MP nesta terça-feira
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputados realizaram votação da MP nesta terça-feira

A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta terça-feira (2) a Medida Provisória 1.004/20, que abre crédito extraordinário de R$ 2,5 bilhões para a participação do Brasil no consórcio internacional de vacinas Covax Facility , conduzido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e outras entidades. A matéria perde a vigência à meia-noite de quarta-feira (3) e deve ser votada ainda pelo Senado.

Pelo Covax, a estimativa é que o Brasil receba 10,6 milhões de doses de vacina até o final do primeiro semestre deste ano. A adesão do país ao Covax Facility foi viabilizada com a sanção da Lei 14.121/21, ocorrida na noite de ontem pelo presidente Jair Bolsonaro .

Para o relator da MP , deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES), o crédito extraordinário é “ necessário para assegurar o acesso do Brasil a mais vacinas contra a Covid-19 “.

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Segundo relatório da Consultoria de Orçamento da Câmara , do crédito extraordinário de R$ 2,5 bilhões, 830,8 milhões foram executados até 24 de fevereiro para o pagamento inicial exigido pelo Covax (R$ 711,6 milhões) e a garantia de compartilhamento de riscos (R$ 91,8 milhões). O R$ 1,68  bilhão restante será usado para pagar as vacinas destinadas ao Brasil.

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O Covax é o programa apoiado pela Organização Mundial da Saúde ( OMS ) para providenciar vacinas para países pobres e de renda média e começou a distribuição na semana passada em Gana e na Costa do Marfim. A iniciativa pretende garantir uma produção mínima de cerca de 1 bilhão de doses em 2021, com possibilidade de mais 1 bilhão de doses, a serem distribuídas a países com renda per capita baixa ou média.

Além dos acordos com várias farmacêuticas – Pfizer, Novavax, Johnson & Johnson, AstraZenca, entre outras – o consórcio tem aporte financeiro de países ricos. Recentemente, líderes do G7, que reúne as sete maiores economias do mundo, anunciaram que vão dobrar seu apoio coletivo à vacinação anticovid, com US$ 7,5 bilhões (R$ 40,8 bilhões) adicionais.

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Flávio Bolsonaro fará exames para verificar “grau da lesão” sofrida em acidente

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 Flávio Bolsonaro fará exames para verificar
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Flávio Bolsonaro fará exames para verificar “grau da lesão” sofrida em acidente

Após sofrer um acidente de quadriciclo na Praia de Taíba-CE, no último sábado (17), o senador  Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) se manifestou em suas redes sociais e disse que deslocou o ombro durante a queda, mas que encontra-se sem dor e fará exames para identificar o “grau da lesão” sofrida. Confira a publicação:

A prefeitura de São Gonçalo do Amarante informou que Bolsonaro foi levado a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e realizou uma radiografia no local, onde constatou-se uma luxação na clavícula. O senador foi medicado para que a dor fosse minimizada.


Flávio aproveitou para negar os rumores de que teria utilizado um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para viajar de volta a Brasília. Segundo informações, o parlamentar retornará a capital federal neste domingo com o ombro imobilizado.

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Membros da Secretaria da Cultura realizam dossiê para combater ‘esquerdistas’

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 Integrantes da Secretaria da Cultura realizam dossiê para exonerar 'esquerditas'
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Integrantes da Secretaria da Cultura realizam dossiê para exonerar ‘esquerditas’

Servidores ideológicos que ocupam a Secretaria Especial da Cultura no governo  Jair Bolsonaro (sem partido), comandada por Mário Frias , elaboraram um dossiê em que criticam funcionários “militantes esquerdistas” e enaltecem os ‘direitistas’. As informações são da jornalista Camila Mattoso .

De acordo com interlocutores, a secretaria se isolou do governo federal por ser o ‘reduto de seguidores de Olavo de Carvalho’ e de radicais bolsonaristas que foram perdendo espaço em outros cargos e ministérios.

O documento é chamado de “mapeamento Funarte 2020-2021″ e costuma ser enviado por WhatsApp ou email à cupula da secretaria. No dossiê, é possivel observar seis servidores descritos como “militantes esquerdistas”, ou do PT, e que por isso deveriam ser exonerados .

Segundo a planilha, uma das colaboradores é “servidora há anos e é militante esquerdista, tirar cargo de gratificação. Faz movimentos na Funarte contra governo. Companheira de Marcos Teixeira [Campos, presidente substituto da Funarte na gestão de Regina Duarte], turma do Humberto Braga [presidente da Funarte no governo Michel Temer (MDB)], levantar açãos contra o governo (sic)”.

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Andrea Paes Leme, secretária-adjunta da Cultura, foi mencionada no dossiê como um dos alvos da ala ideológica. No documento, tuítes da servidora criticando o segundo turno das eleições de 2018 e declarando apoio a João Amoêdo (Novo) corroboram o argumento de “humilhação para Bolsonaro” tê-la no governo.

“A Secretária Especial Adjunta Andrea Abrão Paes Leme se deu bem: enganou o Secretário Especial Mario Frias e sabendo ser o Bolsonaro Bozo bobo acertou em cheio. Saiu do DNIT e agora manda na Cultura. Que humilhação para um Presidente da República dar o segundo posto no comando da Cultura para quem na boca da eleição e 10 dias antes de ser esfaqueado estava ridicularizando-o como uma opção equivalente ao PT (sic)”, relata trecho do dossiê.


Paralelamente, funcionários que se alinham a ideologia do governo são elogiados e dignos de promoção. Um advogado bolsonarista é tido como “jovem conservador ativo”. Outro servidor é tido como “secretário da ala conservadora da OAB-RJ, reconhecido jornalista conservador por nomeação”.

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