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Sem medo da Covid-19: selo Turismo Responsável garante protocolos sanitários

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O selo é uma forma de identificar hotéis e locais que se adequam às normas sanitárias
Reprodução/Governo Federal

O selo é uma forma de identificar hotéis e locais que se adequam às normas sanitárias










Durante a pandemia, muitos que viajaram viram que hotéis, restaurantes e outras áreas apresentam o selo ‘Turismo Responsável’, do Ministério do Turismo, mas você sabia o que significa este selo? Ele garante que as normas sanitárias contra o Covid-19 estão sendo cumpridas pelo estabelecimento.

Para os que querem viajar ou precisam se deslocar, esta iniciativa do governo estabelece protocolos de distanciamento social, higiene e comportamento em 15 segmentos do turismo. Segundo o Ministério, o selo é uma forma de retomar o turismo nacional.


Além de regras para as áreas do turismo, há normas para viajantes. Para as empresas terem acesso ao selo, é preciso estar cadastrado no Cadastur e cumprir protocolos gerais e particulares de cada setor do turismo, tudo no site do  Turismo Responsável.

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De modo geral, o selo assegura ao viajante que o local que ele se hospeda ou visita assegura a lavagem e desinfecção das superfícies onde colaboradores e consumidores circulam, promove a medição da temperatura de todos os frequentadores na entrada do estabelecimento, realiza a limpeza de objetos de utilização comum, promove a renovação de ar e mantém portas e janelas abertas para passagem de ar;

Além disso, também disponibiliza álcool 70% nas formas disponíveis (líquida, gel, spray, espuma ou lenços umedecidos) em locais estratégicos, bem como: entrada do estabelecimento, acesso aos elevadores, balcões de atendimento, para uso de clientes e trabalhadores, controle de acesso, marcação de lugares reservados aos clientes, controle da área externa do estabelecimento e a organização das filas para que seja respeitada a distância mínima de 1,5 m entre as pessoas.

Para os turistas, o protocolo é simples: você deve se informar sobre as medidas do local visitado, evitar contato físico, cobrir nariz e boca com máscara, lavar mãos sempre e evitar tocar olhos, nariz e boca com mãos não lavadas. Objetos pessoais devem ser desinfetados com frequência e não compartilhados. O turista também deve avisar o serviço de quarto caso apresente sintomas de Covid-19. 

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O selo Turismo Responsável garante que o local é um pouco mais seguro que outros para se visitar, mesmo em uma pandemia. Veja as diretrizes que hotéis, restaurantes e locadoras de veículos que têm o selo seguem para evitar contaminações pela coronavírus:

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Hotéis e hospedagens diversas:

Além dos itens citados acima, os funcionários também devem usar máscaras e face shield [um escudo facial trasnparente], evitando contato físico ao receberem os clientes. Os hotéis se adaptaram ao serviço autônomo de hóspedes. Todos os pontos em que se tem contato, como surperfícies e objetos são higienizados. 

Os ambientes são ventilados e limpos, com dispensers de álcool gel na entrada e em áreas sociais. Os quartos devem ser desinfectados completamente.

Os serviços de café da manhã e almoço respeitam o distanciamento e buffets são servidos pelos funcionários. A mesa deve ser montada na chegada do cliente e para evitar contaminação cruzada, elas são limpas a cada uso.

Restaurantes, bares e cafeterias

O protocolo leva em conta o horário que o estado e cidade permite, caso haja toque de recolher ou fases mais restritivas. 

Além de manter o distanciamento e oferecer álcool, os talheres são desinfetados a cada uso, além de ter incentivo a pagamento por meios eletrônicos, para não haver contaminação por dinheiro de papel. 

Locadoras de veículos

Para quem viaja a trabalho ou quer alugar um carro para passear, as locadoras com selo Turismo Responsável organizam o horário de clientes para evitar aglomerações e realizam o distanciamento social. 

As locadoras desinfetam os carros e também disponibilizam álcool para os motoristas. Os motoristas de vans, além de seguir os protocolos de higienização com álcool, orientam os clientes a se distanciarem entre si. 

Fonte: IG Turismo

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São José da Lapa terá maior parque aquático de Minas Gerais

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Aquabeat
Divulgação/Aquabeat

Aquabeat


O Aquabeat, maior parque aquático de Minas Gerais, já está sendo construído na região metropolitana de Belo Horizonte, às margens da rodovia MG-424.

Muito aguardado, o empreendimento já impacta positivamente o município de São José da Lapa, que se posiciona como novo polo turístico, distante apenas 28 km de Belo Horizonte e 10 minutos do Aeroporto Internacional de Confins, no km 18 da rodovia MG-424.

O parque ocupará um terreno de 87 mil m², contará com a maior piscina de ondas do Brasil, um grande rio lento, toboáguas de adrenalina, tirolesa, boliche profissional, áreas infantis, quiosques, restaurantes, choperias e várias outras atrações.

“Cada detalhe está sendo muito bem pensado para proporcionar experiências inesquecíveis ao público. Além de todas as possibilidades de diversão, dentro e fora da água, toda a arquitetura interna do parque foi planejada para que as pessoas se sintam em um lugar feliz, divertido e mágico”, destaca um dos sócios do empreendimento, Tassar Neto.

O Aquabeat é também uma boa oportunidade para quem quer investir, afirma Neto. Isso porque o empreendimento disponibilizou três mil títulos para os chamados sócios fundadores, que são os primeiros clientes a adquirir o direito de usufruir da estrutura do parque aquático além de garantir vários benefícios.


Fonte: IG Turismo

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Turismo criativo: roteiro focado no aprendizado sobre os destinos e mão na massa

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A Ilha de Deus, no Recife, é uma comunidade que abre as portas para o turismo criativo, onde é possível aprender com os moradores
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A Ilha de Deus, no Recife, é uma comunidade que abre as portas para o turismo criativo, onde é possível aprender com os moradores

Quando um turista vai a alguma cidade que ainda não conhece é comum que procure museus, monumentos históricos, restaurantes com comidas regionais, paisagens de cartões postais. Após passar por tudo isso, alguns podem dizer que conheceram a cidade, entretanto, para outros, não é o suficiente. O turismo criativo nasceu justamente para possibilitar que o viajante conheça mais a fundo os destinos, participando da criação de suas próprias experiências e aprendendo sobre o lugar visitado. Muitos turistas se questionam sobre a importância e o valor de conhecer atrações turísticas tradicionais em suas viagens. O turismo de massa, baseado em roteiros prontos e fechados, e geralmente negociado com agências de viagens, não é mais suficiente para oferecer opções para cada tipo de turista, cada pessoa e suas particularidades, gostos e desejos. Por isso, surgiram outros formatos, como o turismo de experiência , o rural, o gastronômico e, não menos importante, o turismo criativo.

O conceito de Turismo Criativo surgiu nos anos 2000 na Europa e foi definido por Crispin Raymond e Greg Richards como “um tipo de turismo que oferece a oportunidade de o viajante desenvolver seu potencial criativo ao participar ativamente das experiências para aprender sobre o destino”. De acordo com a mestra em turismo e hotelaria Raquel Avelino, o turismo criativo tem relação com o turismo de experiência, focado em experiências únicas e memoráveis do viajante, mas a diferença é que, no turismo criativo, o turista deve participar ativamente das experiências para aprender sobre a cultura local. “A cocriação é a base do turismo criativo. O turista participa de atividades, uma aula de culinária para fazer um almoço típico do lugar ou um curso de artesanato com mestres da região visitada”, explica a turismóloga.

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“A cocriação é a base do turismo criativo”, diz Raquel Avelino

Há muito tempo, turistas de todo o mundo se envolvem em experiências desse tipo para aprender sobre o destino, principalmente em viagens longas, de férias, por exemplo, mas o que os criadores dessa vertente de turismo e os pesquisadores afirmam é que, hoje, essa busca pela experiência criativa e ativamente participativa cresceu tanto que já representa uma grande tendência da indústria do turismo. Para Richards, criador da expressão “turismo criativo”, vem acontecendo, cada vez mais, uma troca dos turistas da “alta cultura” dos museus, galerias de arte e monumentos pela cultura do cotidiano, que é considerada mais “autêntica”, menos superficial e na qual é possível mergulhar com mais facilidade. No turismo criativo são valorizados elementos como os estilos de vida dos habitantes e suas identidades, as histórias que eles têm para contar, as conexões e laços formados entre pessoas. Para muitos, o turismo criativo não é uma forma diferente de roteiro de viagem, mas um novo jeito de viajar, com outros objetivos, focado nas relações interpessoais, no conhecimento das realidades e no aprendizado sobre as culturas. Cozinhar massas artesanais na Itália, fazer aulas sobre cervejaria artesanal degustando rótulos locais em São Francisco (EUA), tocar alfaia em um grupo de percussão ou maracatu no Recife, pisar em uvas em vinícolas argentinas, entre outras possibilidades são alguns tipos de experiências do turismo criativo. No lugar de assistir a um show de tango impecável, o turista deverá fazer aulas e dançar em um local comum para os habitantes. “Como todas as formas de turismo, o criativo é importante para o mercado, pela diversificação de oferta. Os turistas deste século têm gostos muito diferentes e a variedade pode corresponder aos desejos e às necessidades de cada um. Comparando com uma aula, o turismo de massa seria uma aula expositiva. Já o turismo criativo seria uma aula baseada em que é necessária muita interação do estudante [no caso, do turista] para a construção do conhecimento”, afirma Raquel Avelino. Atualmente, existe uma Rede Internacional de Turismo Criativo, com sede em Barcelona, na Espanha, que os destinos criativos podem se candidatar a participar e que funciona como uma espécie de selo de qualidade do turismo criativo. No Brasil, existe também a Rede Nacional de Experiência e Turismo Criativo, com sede no Recife, em Pernambuco. Para o turismólogo e professor universitário João Paulo da Silva, membro da rede nacional, o turismo criativo evidencia o potencial das cidades, fazendo com que os turistas botem “a mão na massa” como os moradores da cidade fariam. “Ele acaba tendo uma importância muito grande em revelar a melhor versão da cidade para quem mora nela também”, afirma Da Silva. “O Recife é a única cidade do Brasil a fazer parte da Rede Internacional de Turismo Criativo e é uma das pioneiras no país. As opções criativas apresentam um outro lado da cidade para os moradores e pessoas que vêm de fora. Passeios de bicicleta, de barco, roteiros afetivos, muitas vezes em comunidades, em periferias da cidade que sofrem com muito preconceito, mas que, na verdade, possuem experiências incríveis para o turista”, completa o professor.

O turismólogo João Paulo da Silva afirma que o turismo criativo evidencia o potencial das cidades, fazendo com que os turistas botem “a mão na massa”
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O turismólogo João Paulo da Silva afirma que o turismo criativo evidencia o potencial das cidades, fazendo com que os turistas botem “a mão na massa”

O turismo criativo também possibilita a geração de renda para áreas que, normalmente, não eram destinos turísticos, favorecendo o desenvolvimento de novos ambientes nas cidades, como por exemplo de favelas e comunidades que se propõem a fazer esse tipo de turismo. É importante o turista ficar atento apenas se a iniciativa é feita pelos próprios moradores e o lucro está ficando para a comunidade ou se ela está sendo explorada, descaracterizando a intenção do turismo criativo.

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Fonte: IG Turismo

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