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10 pontos turísticos que ficaram famosos em filmes e séries

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A escadaria do Museu de Arte da Filadélfia em Rocky se tornou icônica por causa de Rocky
Andrea David/filmtourismus

A escadaria do Museu de Arte da Filadélfia em Rocky se tornou icônica por causa de Rocky


Quem nunca terminou um  filme ou uma  série com vontade de visitar o lugar onde ele foi gravado? Diversas histórias se tornam ainda mais marcantes devido ao local onde foram gravadas e esses lugares se tornaram verdadeiros  pontos turísticos  por serem retratados nas telas de cinema.


É com a premissa de visitar esses locais e desvendar qual cena foi gravada ali que o perfil de Andrea David estourou no Instagram. A alemã soma mais de 812 mil seguidores no Instagram ao visitar destinos com fotos de cenas específicas e, por cima, faz outra foto para mostrar aos seguidores onde aquele momento aconteceu.



Inspirado nos registros de Andrea pelo mundo, o iG Turismo preparou uma lista de 10 locais que foram usados para gravar cenas marcantes de filmes e séries.

1- Abertura de ‘Um Maluco no Pedaço”


Quer jogar uma partida de basquete no melhor estilo Will Smith? O melhor lugar é o Roberto Clemente Park, ou Clemente Park and Playground, também na Filadélfia. O local é conhecido por aparecer na abertura do seriado ” Um Maluco no Pedaço “, quando Will joga basquete com seus amigos enquanto canta a música tema. É uma ótima opção para visitar com crianças, já que conta com diversos brinquedos para a garotada se divertir. O parque está localizado na Rua Wallace, nº 1.800. É possível chegar lá pelas linhas de ônibus 2, 7, 16, 33 e 49.

2- Hogwarts e Plataforma 9 ¾, de “Harry Potter”


O mundo do bruxinho mágico deslumbra gerações até hoje por suas histórias fantásticas. O mais legal é que muitos dos cenários do filme existem de verdade, o que torna possível visitar e sentir a magia das histórias.

Um deles é o Castelo de Alnwick, construção gótica que serviu como a primeira locação da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, em ” Harry Potter e a Pedra Filosofal”. Além de ter aparecido no filme, é o terceiro jardim mais visitado no Reino Unido e é moradia do 12º Duque de Northumberland, Ralph Percy. Para chegar lá, é possível pegar um trem de Londres ou Edimburgo até a estação Alnmouth. Lá, ainda é preciso pegar um táxi ou o ônibus X18 para chegar ao castelo , um trajeto de 6,5 km.

Outro ponto turístico obrigatório para os fãs da saga é a Plataforma 9 ¾, na Estação de King’s Cross, em Londres, onde os bruxos pegavam os trens para começar as aulas em Hogwarts. É claro que não se pode acessar a plataforma entrando em uma parede, mas o local ficou tão marcante que a própria estação criou sinalização para indicar de onde saía o Expresso Hogwarts.

3- O hotel de “Esqueceram de Mim 2”


Considerado um dos mais icônicos filmes de Natal, “Esqueceram de Mim 2” realçou aos olhos dos espectadores cenários icônicos na cidade de Nova York. O principal deles é o luxuoso The Plaza Hotel, onde Kevin McCalister (Macaulay Culkin) está hospedado enquanto seus pais estão de férias na Flórida. Atualmente, a diária do hotel está em cerca de R$ 3,9 mil.

O The Plaza Hotel está localizado na Quinta Avenida, um dos endereços mais glamurosos e badalados do mundo, de frente para o Zoológico do Central Park e perto de pontos turísticos como o Empire State e a escultura Love, inspirada no movimento pop art.

4- Escadaria do “Coringa”


Uma anônima escadaria no sul do Bronx que conecta as avenidas Shakespeare e Anderson, em Nova York, se tornou um dos pontos turísticos mais procurados do mundo após o lançamento de “Coringa”, em 2019. Isso porque o personagem, interpretado por Joaquin Phoenix, protagoniza uma cena descendo as escadarias fazendo uma coreografia maluca ao som da música “Rock And Roll Part II”, de Gary Glitter.

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A cena rendeu às escadas o nome de Joker Stair (em tradução literal, Escadaria do Coringa ) em homenagem ao personagem e, agora, recebe fãs do mundo todo para fazer fotografias ou até mesmo encenar a coreografia. A escadaria está na Rua 167 na região de Highbridge, próxima à estação de trem da linha 4.

5- Escadaria do Museu de Arte da Filadélfia em “Rocky”


Com a cena da corrida de Rocky Balboa, Sylvester Stallone transformou a escadaria do Museu de Arte da Filadélfia, na Pensilvânia, em um dos momentos mais icônicos do cinema. O local é tomado por turistas que reproduzem a cena de comemoração de Rocky. Além da cena em si, o local também é referência por sua coleção com mais de 225 mil objetos e sua belíssima arquitetura. As visitas ao museu custam US$ 12 para as 4 primeiras horas, com adicionais de US$ 2 por hora depois disso. 

Os trens são o melhor meio de transporte para chegar ao local, que está localizado na Rua Benjamin Franklin Pkwy, nº 2.600. Assim como os fãs de Coringa, os fãs de Rocky também apelidaram a escadaria do local de “Rocky Steps”, algo como “Passos de Rocky”. 

6- Castelo de Daenerys em “Game Of Thrones”


Na sétima temporada de ” Game Of Thrones “, a rainha Daenery Targaryen se muda para Dragonstone para planejar seus próximos passos. Para passar a sensação de reclusão e intimismo do local, a produção escolheu gravar as cenas na Praia de Itzurun, localizada no extremo da Província de Guipúscoa, na Espanha. A vista deslumbrante mescla praia com pontos de grama e paisagens rochosas de tirar o fôlego, além de contar com diversos restaurantes com culinária típica aos arredores. O local está a 37 km da região central da província e é acessível de carro.

7- “Forrest Gump” em frente ao Monumento de Washington


Um dos monumentos mais importantes da história política dos Estados Unidos, O  Monumento de Washington aparece em “Forrest Gump” quando o personagem interpretado por Tom Hanks é condecorado após voltar da Guerra do Vietnã. A estrutura de 169 metros de altura é feita de granito, arenito e mármore e é uma homenagem ao presidente Geroge Washington. Também chama atenção o Espelho D’Água, uma longa piscina de oito pontas localizada na ala oeste da torre. 

O monumento está localizado no Constitution Garden, na Constitutuion Avenue Northwest. Lá também estão outros memoriais históricos, como o Monumento aos Veteranos do Vietname, que são corredores com os nomes dos soldados veteranos na guerra. É de fácil acesso via metrô, pelas linhas vermelha ou laranja, ou pelas linhas de ônibus 31, 32,38B, 7Y, 80, 820 e L-100.

8- O templo misterioso de “Tomb Raider 3”


Angelina Jolie viveu a personagem Lara Croft nos cinemas em uma trilogia. No terceiro filme, as ruínas do belíssimo templo Ta Prohm protagonizam cenas de mistério e aventura. Localizado no Camboja , o local segue o estilo Bayon de arquitetura e foi levantado no século 12. Lá, os troncos de árvores gigantes e raízes tomam as estruturas e criam paisagens arquitetônicas impressionantes, já que são tomadas pela natureza.

É importante visitar o templo acompanhado de um guia turístico que possa fazer o traslado e acompanhar a excursão pelo complexo de mais de 39 torres. Alguns desses traslados são feitos com tuk tuk, muito populares em regiões da Ásia.

9- A livraria de “Um Lugar Chamado Notting Hill”


Uma das comédias românticas de 1990 mais amadas pelo grande público foi gravada no bairro de mesmo nome em Londres , no Reino Unido, e atrai fãs do filme. Um dos cenários mais lembrados é a livraria em que William Thacker (Hugh Grant) trabalhava. Essa livraria, localizada na Portobello Road, nº142, já foi uma loja de móveis, um arcade e uma loja de presentes e de sapatos, mas nunca uma livraria.

No entanto, as casinhas coloridas do bairro transmitem nostalgia e exalam o romantismo do filme. É possível chegar ao bairro de Notting Hill pelas linhas District, Central e Circle, que leva até a Notting Hill Gate. Também dá para chegar pelas linhas de ônibus 7, 27, 28 e 52.

10- Caverna de “Dark”


A série alemã “Dark” fez um sucesso estrondoso por falar sobre viagem no tempo e realidades paralelas. O principal e mais misterioso elemento cenográfico da série é a caverna que dá para a parte de baixo de uma usina nuclear, tornando possível fazer a passagem entre as realidades. Infelizmente, a caverna não é real e sua estrutura foi criada apenas para a série; mas a densa e sombria floresta que a cerca pode ser visitada pelos fãs.

A floresta fica na cidade de Brandenburgo e é chamada de Saarmunder Wald. É possível ter acesso a região a partir da trilha Fontane. É mais fácil chegar de carro ou pela linha de ônibus 611, que sai de Berlim . O trajeto leva em torno de 1 hora.

Fonte: IG Turismo

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São José da Lapa terá maior parque aquático de Minas Gerais

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Divulgação/Aquabeat

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O Aquabeat, maior parque aquático de Minas Gerais, já está sendo construído na região metropolitana de Belo Horizonte, às margens da rodovia MG-424.

Muito aguardado, o empreendimento já impacta positivamente o município de São José da Lapa, que se posiciona como novo polo turístico, distante apenas 28 km de Belo Horizonte e 10 minutos do Aeroporto Internacional de Confins, no km 18 da rodovia MG-424.

O parque ocupará um terreno de 87 mil m², contará com a maior piscina de ondas do Brasil, um grande rio lento, toboáguas de adrenalina, tirolesa, boliche profissional, áreas infantis, quiosques, restaurantes, choperias e várias outras atrações.

“Cada detalhe está sendo muito bem pensado para proporcionar experiências inesquecíveis ao público. Além de todas as possibilidades de diversão, dentro e fora da água, toda a arquitetura interna do parque foi planejada para que as pessoas se sintam em um lugar feliz, divertido e mágico”, destaca um dos sócios do empreendimento, Tassar Neto.

O Aquabeat é também uma boa oportunidade para quem quer investir, afirma Neto. Isso porque o empreendimento disponibilizou três mil títulos para os chamados sócios fundadores, que são os primeiros clientes a adquirir o direito de usufruir da estrutura do parque aquático além de garantir vários benefícios.


Fonte: IG Turismo

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Turismo criativo: roteiro focado no aprendizado sobre os destinos e mão na massa

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A Ilha de Deus, no Recife, é uma comunidade que abre as portas para o turismo criativo, onde é possível aprender com os moradores
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A Ilha de Deus, no Recife, é uma comunidade que abre as portas para o turismo criativo, onde é possível aprender com os moradores

Quando um turista vai a alguma cidade que ainda não conhece é comum que procure museus, monumentos históricos, restaurantes com comidas regionais, paisagens de cartões postais. Após passar por tudo isso, alguns podem dizer que conheceram a cidade, entretanto, para outros, não é o suficiente. O turismo criativo nasceu justamente para possibilitar que o viajante conheça mais a fundo os destinos, participando da criação de suas próprias experiências e aprendendo sobre o lugar visitado. Muitos turistas se questionam sobre a importância e o valor de conhecer atrações turísticas tradicionais em suas viagens. O turismo de massa, baseado em roteiros prontos e fechados, e geralmente negociado com agências de viagens, não é mais suficiente para oferecer opções para cada tipo de turista, cada pessoa e suas particularidades, gostos e desejos. Por isso, surgiram outros formatos, como o turismo de experiência , o rural, o gastronômico e, não menos importante, o turismo criativo.

O conceito de Turismo Criativo surgiu nos anos 2000 na Europa e foi definido por Crispin Raymond e Greg Richards como “um tipo de turismo que oferece a oportunidade de o viajante desenvolver seu potencial criativo ao participar ativamente das experiências para aprender sobre o destino”. De acordo com a mestra em turismo e hotelaria Raquel Avelino, o turismo criativo tem relação com o turismo de experiência, focado em experiências únicas e memoráveis do viajante, mas a diferença é que, no turismo criativo, o turista deve participar ativamente das experiências para aprender sobre a cultura local. “A cocriação é a base do turismo criativo. O turista participa de atividades, uma aula de culinária para fazer um almoço típico do lugar ou um curso de artesanato com mestres da região visitada”, explica a turismóloga.

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“A cocriação é a base do turismo criativo”, diz Raquel Avelino

Há muito tempo, turistas de todo o mundo se envolvem em experiências desse tipo para aprender sobre o destino, principalmente em viagens longas, de férias, por exemplo, mas o que os criadores dessa vertente de turismo e os pesquisadores afirmam é que, hoje, essa busca pela experiência criativa e ativamente participativa cresceu tanto que já representa uma grande tendência da indústria do turismo. Para Richards, criador da expressão “turismo criativo”, vem acontecendo, cada vez mais, uma troca dos turistas da “alta cultura” dos museus, galerias de arte e monumentos pela cultura do cotidiano, que é considerada mais “autêntica”, menos superficial e na qual é possível mergulhar com mais facilidade. No turismo criativo são valorizados elementos como os estilos de vida dos habitantes e suas identidades, as histórias que eles têm para contar, as conexões e laços formados entre pessoas. Para muitos, o turismo criativo não é uma forma diferente de roteiro de viagem, mas um novo jeito de viajar, com outros objetivos, focado nas relações interpessoais, no conhecimento das realidades e no aprendizado sobre as culturas. Cozinhar massas artesanais na Itália, fazer aulas sobre cervejaria artesanal degustando rótulos locais em São Francisco (EUA), tocar alfaia em um grupo de percussão ou maracatu no Recife, pisar em uvas em vinícolas argentinas, entre outras possibilidades são alguns tipos de experiências do turismo criativo. No lugar de assistir a um show de tango impecável, o turista deverá fazer aulas e dançar em um local comum para os habitantes. “Como todas as formas de turismo, o criativo é importante para o mercado, pela diversificação de oferta. Os turistas deste século têm gostos muito diferentes e a variedade pode corresponder aos desejos e às necessidades de cada um. Comparando com uma aula, o turismo de massa seria uma aula expositiva. Já o turismo criativo seria uma aula baseada em que é necessária muita interação do estudante [no caso, do turista] para a construção do conhecimento”, afirma Raquel Avelino. Atualmente, existe uma Rede Internacional de Turismo Criativo, com sede em Barcelona, na Espanha, que os destinos criativos podem se candidatar a participar e que funciona como uma espécie de selo de qualidade do turismo criativo. No Brasil, existe também a Rede Nacional de Experiência e Turismo Criativo, com sede no Recife, em Pernambuco. Para o turismólogo e professor universitário João Paulo da Silva, membro da rede nacional, o turismo criativo evidencia o potencial das cidades, fazendo com que os turistas botem “a mão na massa” como os moradores da cidade fariam. “Ele acaba tendo uma importância muito grande em revelar a melhor versão da cidade para quem mora nela também”, afirma Da Silva. “O Recife é a única cidade do Brasil a fazer parte da Rede Internacional de Turismo Criativo e é uma das pioneiras no país. As opções criativas apresentam um outro lado da cidade para os moradores e pessoas que vêm de fora. Passeios de bicicleta, de barco, roteiros afetivos, muitas vezes em comunidades, em periferias da cidade que sofrem com muito preconceito, mas que, na verdade, possuem experiências incríveis para o turista”, completa o professor.

O turismólogo João Paulo da Silva afirma que o turismo criativo evidencia o potencial das cidades, fazendo com que os turistas botem “a mão na massa”
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O turismólogo João Paulo da Silva afirma que o turismo criativo evidencia o potencial das cidades, fazendo com que os turistas botem “a mão na massa”

O turismo criativo também possibilita a geração de renda para áreas que, normalmente, não eram destinos turísticos, favorecendo o desenvolvimento de novos ambientes nas cidades, como por exemplo de favelas e comunidades que se propõem a fazer esse tipo de turismo. É importante o turista ficar atento apenas se a iniciativa é feita pelos próprios moradores e o lucro está ficando para a comunidade ou se ela está sendo explorada, descaracterizando a intenção do turismo criativo.

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Fonte: IG Turismo

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