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Bolsonaro estuda demitir Pazuello e mudar sua hierarquia no Exército; entenda

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Bolsonaro estuda demitir Pazuello do comando da Saúde
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Bolsonaro estuda demitir Pazuello do comando da Saúde

O presidente Jair Bolsonaro estuda uma “saída honrosa” de  Eduardo Pazuello no  Ministério da Saúde. Segundo o jornalista Igor Gielow, da Folha de S. Paulo, o chefe do Executivo pretende promover o general a um grau hierárquico hoje inexistente.

A expectativa de troca no Ministério da Saúde é motivada pela má gestão do general na condução da pandemia de Covid-19. O ministro sofre pressão do Centrão, que quer emplacar Ricardo Barros (PP-PR), líder do governo da Câmara, no comando da pasta. O deputado já foi ministro da Saúde durante o governo de Michel Temer (MDB).

Há, porém, forte resistência do Exército ao arranjo proposto por Bolsonaro. Pazuello é general-de-divisão da ativa, um militar que cuida da logística e, portanto, para quem as três estrelas sobre o ombro são o topo da carreira.

Na ideia formulada na Casa Civil a pedido de Bolsonaro, o decreto 3.998/2001, que regula a lei 5.8121/1972, Pazuello se tornaria general-de-exército, quatro estrelas e cume hierárquico na Força.

A manobra não é permitida pelo Exército. O regimento diz que só podem ser promovidos a oficiais-generais nomes indicados pelo Alto-Comando, um colegiado que reúne o comandante da Força e 15 chefes militares.

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Filha de Queiroz é nomeada para cargo no Rio e exonerada após dois dias

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Evelyn e Fabrício Queiroz, ex-assessores de Flávio Bolsonaro, são investigados no caso das rachadinhas
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Evelyn e Fabrício Queiroz, ex-assessores de Flávio Bolsonaro, são investigados no caso das rachadinhas

Evelyn Melo de Queiroz, uma das filhas de  Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) investigado no caso das rachadinhas da Alerj , foi nomeada para um cargo no Governo do Estado do Rio e exonerada dois dias depois.

Também ex-assessora do então deputado Flávio Bolsonaro e investigada nas rachadinhas, a filha de Queiroz foi nomeada no dia 12 para exercer o cargo de Secretário II, na Secretaria de Estado da Casa Civil, e receberia um salário de R$ 2,4 mil. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do dia 13, mas no dia seguinte foi publicado um pedido para que a nomeação seja tornada sem efeito.

Em nota, o governo do estado disse que o secretário da Casa Civil, Nicola Miccione, recebeu currículos para possíveis nomeações na estrutura estadual.

“Alguns nomes foram entrevistados pelo subsecretário de Administração e, sem que tivesse sido previamente avaliado pelo GSI, a nomeação foi publicada no Diário Oficial. Antes mesmo de tomar posse, o secretário determinou, após ser identificada a vinculação de parentesco, tornar sem efeito a nomeação”, afirmou o governo em nota.

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A defesa de Fabrício Queiroz não se manifestou sobre o caso. Na última semana, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro foi fotografado dentro de um carro na sede do governo do Estado do Rio, o Palácio Guanabara, na última quarta-feira .

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Evelyn Queiroz , assim como o pai, foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro no caso das rachadinhas no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. Após a irmã Nathalia ser exonerada do cargo, Evelyn assumiu a função na equipe do filho do presidente Jair Bolsonaro , hoje senador.

Ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram em fevereiro anular a quebra de sigilo fiscal e bancário de Flávio no caso das “rachadinhas”. As decisões anuladas tinham sido autorizadas em 2019 pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio, e se estendiam a cerca de cem pessoas e empresas suspeitas de envolvimento no esquema de desvio de recursos do gabinete de Flávio na Alerj.

Declarada nula, a decisão pode impactar outros procedimentos utilizados pelo Ministério Público (MP) do Rio na investigação sobre a devolução de salários de ex-funcionários de Flávio, que resultou em denúncia oferecida contra o político e outras 16 pessoas em outubro do ano passado. A quebra de sigilo colheu informações que serviram como base para a autorização de outras diligências relevantes para o caso.

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Caso Henry: Monique muda versão e diz que foi obrigada a mentir por Dr. Jairinho

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Monique Medeiros e o menino Henry Borel, de 4 anos, que morreu em 8 de março
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Monique Medeiros e o menino Henry Borel, de 4 anos, que morreu em 8 de março

Monique Medeiros , mãe do menino Henry Borel , morto na madrugada de 8 de março, mudou sua versão sofre os acontecimentos nos últimos dias, dizendo que foi forçada a mentir por  Dr. Jairinho e que não foi ela quem encontrou o filho morto. As informações são da colunista do UOL Juliana Dal Piva.

Segundo a publicação, a mãe de Henry  diz agora à polícia que o vereador a obrigou a contar versão que “seria melhor até para ela”. Monique disse primeiramente que, após cair no sono vendo TV com Dr. Jairinho no quarto de hóspedes, acordou de madrugada e viu o filho caído. Agora, a esposa do vereador nega que tenha sido ela quem encontrou Henry no chão.

A defesa de Leniel Borel , pai do menino Henry, já havia apontado essa contradição nos depoimentos de Jairinho e Monique à polícia, pois, ao dar entrada no hospital Barra D’Or, onde o menino de 4 anos chegou sem vida, Leniel diz ter ouvido de Monique que o vereador já estava ao lado de Henry quando chegou ao quarto do casal e encontrou o filho caído.

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Presa desde 8 de abril , a mãe de Henry é investigada junto com o vereador Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho, pela morte do garoto. A defesa de Monique diz que não pode detalhar a mudança de narrativa porque aguarda pedido de um novo depoimento, feito à 16ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro. Após testar positivo para Covid-19 , ela foi encaminhada ao Hospital Penal Hamilton Agostinho, em Bangu.

Desde as últimas semanas, após relatos de ex-companheiras do vereador , Monique alega que era agredida física e verbalmente por Jairinho desde o ano passado. Ao menos três mulheres dizem que foram agredidas pelo investigado pela morte de Henry, e duas dessas também tiveram os filhos agredidos. O laudo de necropsia de Henry Borel tinha diversas lesões no corpo e revelou o fígado da criança de 4 anos dilacerado.

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