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MG: bombeiros buscam bebê de um ano que pode ter sido jogada no rio pelo pai

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A criança pode ter sido jogada no rio pelo próprio pai
CORPO DE BOMBEIROS / DIVULGAÇÃO

A criança pode ter sido jogada no rio pelo próprio pai

Nesta quinta-feira (25), o Corpo de Bombeiros realiza as buscas por uma bebê de um ano e nove meses que pode ter sido jogada em um rio pelo próprio pai, em Silvianópolis, no Sul de Minas Gerais . O homem, de 21 anos, se matou. As informações foram noticiadas pelo portal O Tempo .

De acordo com a polícia, os pais da criança haviam discutido na última terça-feira (23) e o homem saiu com a bebê da cidade de Turvolândia, onde a criança morava. Ele teria dito que levaria a menina para a casa da avó paterna. A mãe da criança, de 16 anos, já tinha pedido a separação e ele ia sair de casa.

Na quarta-feira (24), a jovem ligou para o pai da menina para saber sobre a filha, mas as ligações não foram atendidas. Mais tarde, os familiares dele disseram que não tinham notícias de Wallace Rodrigues e, depois, o corpo dele foi encontrado na zona rural da cidade. Segundo a polícia, o homem se enforcou. 

O sapato da criança foi encontrado ao lado do rio
CORPO DE BOMBEIROS / DIVULGAÇÃO

O sapato da criança foi encontrado ao lado do rio

A criança, no entanto, não foi encontrada, somente o sapato dela, que estava perto do rio Sapucaí, levantando a suspeita de que ela teria sido jogada no local. Os bombeiros informaram que buscas com técnicas de mergulho estão sendo feitas na região desde quarta, mas ela ainda não foi identificada.

O corpo de Rodrigues foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML) de Pouso Alegre, também no Sul de Minas. 

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Filha de Queiroz é nomeada para cargo no Rio e exonerada após dois dias

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Evelyn e Fabrício Queiroz, ex-assessores de Flávio Bolsonaro, são investigados no caso das rachadinhas
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Evelyn e Fabrício Queiroz, ex-assessores de Flávio Bolsonaro, são investigados no caso das rachadinhas

Evelyn Melo de Queiroz, uma das filhas de  Fabrício Queiroz, ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) investigado no caso das rachadinhas da Alerj , foi nomeada para um cargo no Governo do Estado do Rio e exonerada dois dias depois.

Também ex-assessora do então deputado Flávio Bolsonaro e investigada nas rachadinhas, a filha de Queiroz foi nomeada no dia 12 para exercer o cargo de Secretário II, na Secretaria de Estado da Casa Civil, e receberia um salário de R$ 2,4 mil. A nomeação foi publicada no Diário Oficial do dia 13, mas no dia seguinte foi publicado um pedido para que a nomeação seja tornada sem efeito.

Em nota, o governo do estado disse que o secretário da Casa Civil, Nicola Miccione, recebeu currículos para possíveis nomeações na estrutura estadual.

“Alguns nomes foram entrevistados pelo subsecretário de Administração e, sem que tivesse sido previamente avaliado pelo GSI, a nomeação foi publicada no Diário Oficial. Antes mesmo de tomar posse, o secretário determinou, após ser identificada a vinculação de parentesco, tornar sem efeito a nomeação”, afirmou o governo em nota.

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A defesa de Fabrício Queiroz não se manifestou sobre o caso. Na última semana, o ex-assessor de Flávio Bolsonaro foi fotografado dentro de um carro na sede do governo do Estado do Rio, o Palácio Guanabara, na última quarta-feira .

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Evelyn Queiroz , assim como o pai, foi denunciada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro no caso das rachadinhas no antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio. Após a irmã Nathalia ser exonerada do cargo, Evelyn assumiu a função na equipe do filho do presidente Jair Bolsonaro , hoje senador.

Ministros da Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiram em fevereiro anular a quebra de sigilo fiscal e bancário de Flávio no caso das “rachadinhas”. As decisões anuladas tinham sido autorizadas em 2019 pelo juiz Flávio Itabaiana, da 27ª Vara Criminal, do Tribunal de Justiça (TJ) do Rio, e se estendiam a cerca de cem pessoas e empresas suspeitas de envolvimento no esquema de desvio de recursos do gabinete de Flávio na Alerj.

Declarada nula, a decisão pode impactar outros procedimentos utilizados pelo Ministério Público (MP) do Rio na investigação sobre a devolução de salários de ex-funcionários de Flávio, que resultou em denúncia oferecida contra o político e outras 16 pessoas em outubro do ano passado. A quebra de sigilo colheu informações que serviram como base para a autorização de outras diligências relevantes para o caso.

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Caso Henry: Monique muda versão e diz que foi obrigada a mentir por Dr. Jairinho

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Monique Medeiros e o menino Henry Borel, de 4 anos, que morreu em 8 de março
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Monique Medeiros e o menino Henry Borel, de 4 anos, que morreu em 8 de março

Monique Medeiros , mãe do menino Henry Borel , morto na madrugada de 8 de março, mudou sua versão sofre os acontecimentos nos últimos dias, dizendo que foi forçada a mentir por  Dr. Jairinho e que não foi ela quem encontrou o filho morto. As informações são da colunista do UOL Juliana Dal Piva.

Segundo a publicação, a mãe de Henry  diz agora à polícia que o vereador a obrigou a contar versão que “seria melhor até para ela”. Monique disse primeiramente que, após cair no sono vendo TV com Dr. Jairinho no quarto de hóspedes, acordou de madrugada e viu o filho caído. Agora, a esposa do vereador nega que tenha sido ela quem encontrou Henry no chão.

A defesa de Leniel Borel , pai do menino Henry, já havia apontado essa contradição nos depoimentos de Jairinho e Monique à polícia, pois, ao dar entrada no hospital Barra D’Or, onde o menino de 4 anos chegou sem vida, Leniel diz ter ouvido de Monique que o vereador já estava ao lado de Henry quando chegou ao quarto do casal e encontrou o filho caído.

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Presa desde 8 de abril , a mãe de Henry é investigada junto com o vereador Jairo Souza Santos, o Dr. Jairinho, pela morte do garoto. A defesa de Monique diz que não pode detalhar a mudança de narrativa porque aguarda pedido de um novo depoimento, feito à 16ª Delegacia de Polícia do Rio de Janeiro. Após testar positivo para Covid-19 , ela foi encaminhada ao Hospital Penal Hamilton Agostinho, em Bangu.

Desde as últimas semanas, após relatos de ex-companheiras do vereador , Monique alega que era agredida física e verbalmente por Jairinho desde o ano passado. Ao menos três mulheres dizem que foram agredidas pelo investigado pela morte de Henry, e duas dessas também tiveram os filhos agredidos. O laudo de necropsia de Henry Borel tinha diversas lesões no corpo e revelou o fígado da criança de 4 anos dilacerado.

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