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Mãe e padrasto são presos suspeitos de espancar bebê de 1 ano até a morte

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Mãe e padrasto são presos suspeitos de espancar bebê de 1 ano até a morte
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Mãe e padrasto são presos suspeitos de espancar bebê de 1 ano até a morte

Mãe e padrasto de um menino de apenas um ano e cinco meses foram presos suspeitos de espancar o bebê até a morte na noite desta quarta-feira (24) em Belo Horizonte, em Minas Gerais.

A Polícia Militar foi acionada por médicos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) onde a criança deu entrada com vários hematomas pelo corpo. A médica percebeu que ela estava machucada no queixo, crânio, tórax e tinha uma fratura na perna esquerda. Por conta dos ferimentos, a criança não resistiu.

Depoimento

A mãe do bebê, de 19 anos, contou que foi ao centro de Belo Horizonte com seu filho pela manhã e que, por lá, eles foram atacados por um cachorro. Ela ainda disse aos policiais que tentou correr, mas caiu com a criança, porém achou que ele não tinha se ferido e foi para a casa do companheiro. 

O padrasto da criança confirmou a versão da mulher, mas disse que ela contou para ele que o ataque do cachorro havia sido perto da casa onde eles vivem, e não no centro da cidade.

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Por causa das contradições nos depoimentos e pelo fato de nenhum dos dois terem demonstraram tristeza, a polícia resolveu prender os suspeitos preventivamente já que, segundo os médicos, há indícios que o menino tenha sido agredido.

O padrasto, suspeito do crime, tem histórico criminal com diversas passagens policiais por tráfico de drogas, roubo, receptação e porte ilegal de arma de fogo. 

O corpo da criança foi levado para o Insituto Médico-Legal (IML) para passar por exames. O caso foi encaminhado para a Delegacia de Plantão da Polícia Civil.

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Técnica de enfermagem é presa com restos de vacina contra a Covid-19

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Técnica de enfermagem é presa com restos de vacina contra a Covid-19
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Técnica de enfermagem é presa com restos de vacina contra a Covid-19

Uma técnica de enfermagem foi presa, no fim da tarde desta terça-feira, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, transportando restos de vacina contra a Covid-19 numa garrafa plástica com gelo. O imunizante estava dentro de uma seringa e equivalia a uma dose de CoronaVac.

Aos policiais do São Gonçalo Presente, a mulher contou que o material era sobra de várias doses de vacina e que a prática “é normal” e realizada em vários postos de saúde. A vacina, segundo ela, seria aplicada em seu marido.

A técnica foi autuada em flagrante por peculato e liberada após prestar depoimento. A mulher e a chefe dela, que teria autorizado que a vacina fosse levada, foram afastadas de suas funções, segundo a Prefeitura de São Gonçalo.

O município informou ainda que a Secretaria de Saúde abrirá uma sindicância para apurar a conduta das duas servidoras, que podem ser exoneradas. A prefeitura alertou ainda para o fato de que a aplicação irregular do imunizante pode apresentar risco, já que não é garantida a sua eficácia.

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Os policiais decidiram abordar a técnica quando ela saía do PAM Neves, onde ela trabalha na vacinação, porque a mulher aparentava um nervosismo muito grande. Durante a revista, eles encontraram a vacina. A técnica, então, alegou que o imunizante seria descartado, por isso decidiu levá-lo para casa após ser autorizada por sua supervisora.

Prefeitura diz que há controle das doses

A Prefeitura de São Gonçalo afirmou, em nota, que realiza todos os precedimentos de controle das vacinas contra a Covid-19 que chegam ao município. Leia a íntegra do comunicado:

“A Prefeitura de São Gonçalo determinou o imediato afastamento das profissionais envolvidas no incidente até a elucidação dos fatos. A Secretaria de Saúde vai abrir sindicância para apurar a conduta das servidoras, a profissional flagrada e sua supervisora, que poderão ser exoneradas.

A Secretaria de Saúde esclarece que todos os procedimentos para controle das doses são adotados nos postos de vacinação, com numeração e contagem dos frascos no início e término dos trabalhos, para que não haja riscos de furtos.

A secretaria reforça que o procedimento irregular adotado pela profissional flagrada não é regra adotada nos postos. E que jamais orientou os profissionais a agirem de tal forma. A secretaria informa que o fato isolado não comprometeu o trabalho que vem sendo realizado pelos trabalhadores da saúde de São Gonçalo e nem impactou nas doses reservadas aos munícipes.

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O município reforça que nenhuma dose de vacina foi subtraída do posto de vacinação e a ação da servidora ocorreu de forma isolada. Ela juntava restos de vacina sobressalentes de cada frasco de imunizante. Cada frasco possui uma pequena reserva de segurança, para garantir a quantidade correta a ser aplicada.

A secreretaria alerta também que a conduta da funcionária, que suprimiu as sobras de vacina, pode representar risco a quem receber a dose, pois não há eficácia comprovada da efetividade do imunizante após tal procedimento irregular”.

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Após agredir menino Henry, Jairinho teria questionado o que ele contou a sua mãe

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Após agredir menino Henry, Jairinho teria questionado o que ele disse a sua mãe
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Após agredir menino Henry, Jairinho teria questionado o que ele disse a sua mãe

Thayná de Oliveira Ferreira, a babá do menino Henry , revelou em depoimento ao 16ª DP – na Barra da Tijuca – que o  Dr. Jairinho confrontou o que o garoto sobre o que ele teria dito a mãe após ser agredido.

“Henry, o que você falou para a sua mãe? Você gosta de ver a sua mãe triste com o tio? Você mentiu para a sua mãe?”, teria dito o padrasto a Henry. De acordo com a babá, o acontecimento ocorreu no dia 12 de fevereiro, no mesmo dia em que Henry havia contado a sua mãe que sofreu uma rasteira e chutes . Ainda houve a reclamação de dores na cabeça e no joelho.

Thayná conta que Jairinho , então, passou a questioná-la sobre a conversa entre a mãe e Henry. “Ele ligou ? O que vocês falaram?”. Em seguida, o padrasto estendeu suas mãos e chamou o garoto , “mas o menino não quis ir, se encolhendo no colo [da babá]”.


Henry confirmou que contou as agressões para a mãe, de acordo com a cuidadora . Jairinho disse que o garoto não deveria mentir para sua mãe, já que isso o deixava ” triste “.

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