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Covid-19: Prefeito solicita jejum em ‘guerra espiritual’ contra novo coronavírus

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Covid-19: Prefeito solicita jejum em 'guerra espiritual' contra novo coronavírus
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Covid-19: Prefeito solicita jejum em ‘guerra espiritual’ contra novo coronavírus

O prefeito de Cabedelo -PB, Vitor Castellia, utilizou as suas redes sociais na última quarta-feira (24) para convocar a população a um ato em combate à Covid-19 : um jejum coletivo no dia 15 de março.

Em um vídeo, o político solicitou a todos que realizassem este ato em favor da ” guerra espiritual ” contra o novo coronavírus . Após o chamamento, Vitor revelou que pretende oficializar a ação na Câmara Municipal de Cabedelo .


Os comentários na publicação foram divididos. Uns se mostrram radicalmente contra e pediram ações que priorizem a chegada de vacinas . Já os mais religiosos elogiaram a postura do prefeito . No início desta semana, o Brasil aingiu a marca de 250 mil mortos pelo Covid-19 .

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Pacheco descarta adiar instalação da CPI da Covid, afirma jornalista

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Pacheco descarta adiar instalação da CPI da Covid, afirma jornalista
Agência Brasil

Pacheco descarta adiar instalação da CPI da Covid, afirma jornalista

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, descartou a possibilidade de adiar a instalação da CPI da Covid e afirmou que vai determinar uma sessão para eleger o presidente que vai comandar a comissão. A informação foi publicada nesta quarta-feira (14) pela coluna do jornalista Gerson Camarotti, do portal ‘G1’.

“Estou aguardando os nomes e indicações de partidos. Depois, anunciarei a data para instalação da CPI. Vou determinar que a eleição do presidente da comissão seja presencial e recomendar que funcionamento também seja presencial. Mas caberá ao presidente da CPI determinar, num acordo de procedimento com os demais membros, o que pode ser presencial, o que pode ser semipresencial”, afirmou Rodrigo Pacheco.

O Supremo Tribunal Federal (STF) julga, nesta quarta-feira (14), a decisão do ministro Luís Roberto Barroso que determinou a instalação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que deve apurar as ações e possíveis omissões do governo federal na condução da pandemia de Covid-19.

Segundo a coluna de Camarotti, ministros do STF dão como certa a manutenção da liminar de Barroso, mas estudam uma modulação que deixe clara a prerrogativa do presidente do Senado para definir como será o funcionamento: se presencial, virtual ou num modelo híbrido.

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O governo aposta nessa decisão do STF para ganhar tempo e adiar a instalação da CPI. Para isso, investe no discurso de que não há condições sanitárias para realização de sessões presenciais.

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O presidente do Senado mantém firme posição de seguir a decisão do ministro Barroso e garantir a instalação da comissão já nas próximas duas semanas.

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Caso Henry: “Quem ama, aceita e tolera”, diz mãe do menino para avó materna

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Monique Medeiros, com seu filho Henry no colo e Jairinho no elevador
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Monique Medeiros, com seu filho Henry no colo e Jairinho no elevador

Duas semanas após saber das agressões sofridas pelo seu filho, Henry Borel , de quatro anos, contadas pela babá, Monique Medeiros enviou a sua mãe, Rosângela Medeiros, avó do menino, uma foto em que ele estava dormindo no chão do quarto em que ela dividia com seu namorado, Jairo Souza Santos Júnior, conhecido como Dr. Jairinho. As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

Durante diálogo, Rosângela respondeu à filha com a seguinte mensagem: “Toda criança é desse jeito. Seu irmão foi assim. O problema é que pai tolera e aceita. E tio?”. Monique então disse: “Quem ama, aceita e tolera também…”.

Conversa aconteceu 11 dias após a manifestação da babá, Thayna de Oliveira Ferreira, em contar para Monique sobre as agressões que o menino Henry vinha sofrendo. No dia, Thayna contou no mesmo momento em que viu Henry sendo agredido para a mãe do menino, porém ela só retornou para casa três horas depois.

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De acordo c om o depoimento prestado na 16ª DP (Barra da Tijuca) , a babá conta que estava na brinquedoteca do prédio quando Monique a abordou dizendo para “darem uma volta” de carro. Ainda conforme disse a babá no depoimento , Monique falou: “Nossa, eu vim rápido, ainda borrei minha unha. Me conta, Thayna, o que aconteceu?”. 

Com isso, Thayna conta mais uma vez sobre a conversa que teve com o Henry, em que o menino contou as agressões de Jairinho . Henry ainda confirmou com a cabeça que havia sofrido agressão.

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