conecte-se conosco


Direto de Brasília

Mourão acha “difícil” ser convidado por Bolsonaro para ser vice de novo em 2022

Publicado

Direto de Brasília


source
Presidente Jair Bolsonaro e vice-presidente Hamilton Mourão
Agência Brasil

Presidente Jair Bolsonaro e vice-presidente Hamilton Mourão

Em entrevista divulgada nesta quarta-feira (27) pela CNN Brasil, o  vice-presidente Hamilton Mourão revelou sentir falta de diálogos mais frequentes com Jair Bolsonaro e colocou em dúvida se continuará na chapa que disputará a reeleição em 2022.

“Não há conversas seguidas entre nós. As conversas são bem esporádicas”, revela o general.  “Faz falta, sim. Faz falta até para eu entender em determinados momentos o que eu preciso fazer”, completa, ao ser questionado se sente falta desses diálogos.

Por conta disso, Mourão considera “difícil” ser convidado por Bolsonaro para continuar integrando a chapa, em 2022, quando o presidente buscará a reeleição. E caso haja o convite, despistou. “Depende, teríamos de ter uma conversa”.

Apesar desse impasse, Hamilton Mourão chegou a citar uma icônica frase do então vice-presidente Michel Temer ao dizer que não é um “vice decorativo”:

Você viu?

“Não me considero decorativo, porque eu tenho algumas responsabilidades, algumas atribuições que me dão uma certa liberdade de manobra”, afirma o militar, que é presidente do Conselho da Amazônia.

Veja Também  Marco Aurélio manda Câmara votar abertura de processo contra Bolsonaro

Mesmo distante de Bolsonaro, o vice declarou “não ser candidato a nada” e que “em hipótese alguma” irá concorrer contra o presidente.

Questionado sobre a “guerra” política travada entre o Planalto e o governador de São Paulo, João Doria (PSDB) , inflada com a vacina contra o novo coronavírus, Mourão considera que houve erro das duas partes:

“Tanto do nosso lado aqui do governo, como do Doria. Aí começa um chama de mentiroso, o outro chama de não sei o quê. Isso não é a política”, diz. “Vejo que isso aí foi algo que, vamos dizer assim, fugiu à boa política. Essa é minha visão. Fugiu à boa política”, completa.

Comentários Facebook

Direto de Brasília

MPRJ pede que Flordelis e mais oito réus sejam levados a júri popular; entenda

Avatar

Publicado


source
Flordelis durante discurso no plenário da Câmara
Cleia Viana/Câmara dos Deputados

Flordelis durante discurso no plenário da Câmara



O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro(MPRJ), por meio da Promotoria de Justiça junto à 3ª Vara Criminal da Comarca de Niterói –Tribunal do Júri, pediu que a deputada federal Flordelis dos Santos de Souza (PSD) , a filha biológica Simone dos Santos Rodrigues, a filha adotiva Marzy Teixeira da Silva, o filho adotivo (e ex-genro) André Luiz de Oliveira e a neta Rayane dos Santos Oliveira, sejam levados a júri popular pela acusação do homicídio triplamente qualificado de Anderson do Carmo, ex-marido daparlamentar, ocorrido em 16 de junho de 2019.

Além do crime principal, o MPRJ também pediu que Flordelis , Simone, Marzy e André sejam levados ao júri pela tentativa de homicídio da vítima por envenenamento que, segundo o Ministério Público, ocorreu entre maio de 2018 e junho de 2019.

Veja Também  MPRJ pede que Flordelis e mais oito réus sejam levados a júri popular; entenda

Na manifestação final, o promotor de justiça Carlos Gustavo Coelho de Andrade pediu ainda, que Flordelis e seus filhos Adriano dos Santos Rodrigues e Flávio dos Santos Rodrigues, o ex-policial militar Marcos Siqueira Costa e sua esposa Andrea Santos Maia, sejam levados a júri popular em razão de crimes de uso de documento falso.

Além disso, o MPRJ requereu também que Flordelis, Simone, Marzy, André, Rayane, Flavio, Adriano, Marcos e Andrea fossem julgados pelojúri popular pelo crime de associação criminosa armada.

Você viu?

A ação relata ainda a complexidade do caso, ao todo 11 réus são acusados de tentativa de homicídio , homicídio, associação criminosa euso de documento falso (Flordelis faz parte de todas essas acusações). Segundo a denúncia, a  deputada federal foi responsável por arquitetar o homicídio, arregimentar, e convencer o executor direto e demais acusados a participarem do crime sob asimulação de ter ocorrido um latrocínio (homicídio com objetivo de roubo), financiar a compra da arma e avisar quando Anderson chegou ao local do crime,que de acordo com as investigações, foi motivado pelo fato de que o pastormantinha um rigoroso controle das finanças familiares, entre outras situações.

Já as participações dos demais acusados são descritas emdiferentes etapas do crime, como no planejamento, incentivo e convencimentopara a execução do crime, além das tentativas de homicídios anteriores, como noenvenenamento das comidas e bebidas da vítima.

Na manifestação, o MPRJ pediu ainda a impronúncia dos réusLucas dos Santos e Carlos Ubiraci, filhos de Flordelis , por considerar que as acusações contra eles por crimedoloso contra a vida não estavam maduras para serem encaminhadas a julgamentoperante o Tribunal do Júri, ao contrário das provas demonstradas em relação aosoutros denunciados.

Comentários Facebook
Continue lendo

Direto de Brasília

Projeto define regra para incidência de juros em ações trabalhistas

Avatar

Publicado


Divulgação
Deputado Carlos Bezerra está sentado falando ao microfone
Bezerra: proposta faz justiça ao trabalhador

O Projeto de Lei 400/21 determina que os juros de mora nas condenações trabalhistas por danos morais incidirão a partir da data em que ocorrer o dano. O texto tramita na Câmara dos Deputados.

A proposta é do deputado Carlos Bezerra (MDB-MT) e altera a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). Segundo ele, hoje existe uma divergência na Justiça trabalhista sobre a incidência dos juros. Enquanto na legislação eles são devidos a partir do ajuizamento da ação, para a jurisprudência a data inicial é a notificação da parte processada.

A polêmica, segundo o deputado, dificulta o ressarcimento de trabalhadores que procuram a Justiça para ver seus direitos cumpridos. “O projeto, portanto, tem duplo mérito: contribuir para a celeridade processual e fazer justiça ao trabalhador lesado em sua dignidade de ser humano”, disse Bezerra.

O parlamentar apresentou proposta semelhante em 2009, mas o texto acabou não apreciado na Câmara dos Deputados.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Janary Júnior
Edição – Natalia Doederlein

Veja Também  Projeto define regra para incidência de juros em ações trabalhistas

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana