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Investimento direto no Brasil em 2020 tem menor resultado desde 2009, diz BC

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Investimento Direto no País doi de US$ 34,2 bilhões em 2020
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Investimento Direto no País doi de US$ 34,2 bilhões em 2020

O Investimento Direto no País (IDP) em 2020 foi de US$ 34,2 bilhões, o menor resultado anual desde 2009. Os dados são de estatísticas divulgadas nesta quarta-feira (27) pelo Banco Central (BC).

Desde os primeiros impactos econômicos causados pela pandemia , em abril de 2020, o país vem registrando investimentos abaixo da média registrada nos últimos anos. Com um cenário econômico de mais incerteza e riscos, os possíveis investidores tendem a se resguardar e postergar decisões.

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Além de ser o menor em 11 anos, o resultado de 2020 é metade do registrado em 2019, quando US$ 69,2 bilhões entraram no país. O número também está abaixo do projetado pelo Banco Central em dezembro. Por conta desses impactos durante o ano, o BC havia recalculado suas projeções e diminuído as expectativas de IDP para 2020 de US$ 50 bilhões para US$ 36 bilhões.

O que frustrou as novas expectativas foi o resultado de dezembro, quando US$ 739 milhões entraram no país, resultado bem abaixo da projeção do BC de US$ 2,6 bilhões.

O IDP engloba investimentos mais duradouros no país, como a expansão da capacidade produtiva de uma fábrica ou investimentos em uma nova filial de uma empresa estrangeira. Para 2021, a expectativa é que US$ 60 bilhões entrem no Brasil. Para janeiro, o BC projeta que US$ 2,8 bilhões entrem no país.

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Bolsonaro fala sobre encontro com presidente da Argentina em viagem ao país

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Reprodução/ Jovem Pan

“Vamos tratar de questões econômicas”, disse Bolsonaro sobre encontro


Em sua live semanal nas redes sociais nesta quinta-feira (4), o presidente Jair Bolsonaro  anunciou que vai viajar para a Argentina no dia 26 de março para participar das atividades comemorativas dos 30 anos de fundação do Mercosul, o bloco de países que reúne Argentina, Brasil , Paraguai e Uruguai .

“Está previsto, dia 26 de março, estar em Buenos Aires, nossa querida Argentina. Estaremos lá celebrando 30 anos da criação do Mercosul . Todo mundo sabe que a covid-19 causou dificuldades econômicas em todo o mundo e nós torcemos para que a Argentina tenha sucesso nas suas negociações com o FMI (Fundo Monetário Internacional), que a situação financeira da Argentina está bastante complicada. O êxito econômico de países aqui na América do Sul, entre eles a Argentina, é interessante para todos nós da América do Sul. O Brasil obviamente é um dos grandes interessados”, disse o presidente. 

No vídeo, Bolsonaro falou  sobre o  primeiro encontro que terá com o presidente argentino, Alberto Fernández . “Será a primeira vez que iremos conversar com o presidente da Argentina, logicamente ele queira, e eu quero, uma conversa reservada, nós dois num canto e publicamente vamos tratar das questões econômicas dos nossos países”, disse o presidente.

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Ainda durante a live, ele defendeu as ações do governo federal na compra de vacinas . Segundo ele, ainda este mês o país deve expandir em 20 milhões o número de doses disponíveis.

“Temos contratado no corrente ano, 400 milhões de doses até janeiro do ano que vem e temos 178 milhões em tratativas. Neste mês de março, agora, teremos, no mínimo, 20 milhões de doses disponíveis. E, para o mês seguinte, teremos, no mínimo, mais 40 milhões de novas doses”, esclareceu Bolsonaro. 


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Coordenadores do IBGE ameaçam entregar cargos se o Censo for mantido na pandemia

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Agente censitário do IBGE mexendo em máquina
Arquivo / Agência Brasil

Agente censitário do IBGE mexendo em máquina

Servidores com cargos na coordenação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ameaçam pedir demissão caso a funcionários tenham que ir a campo fazer a coleta de informações da população brasileira para o Censo em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Em meio aos recordes sucessivos diários no número de mortes por Covid-19 e as dificuldades enfrentadas pelo governo na imunização da população, os funcionários defendem que o levantamento seja transferido para 2022. Nesta quarta-feira (4), o Brasil bateu o recorde no número de óbitos em um dia, com 1.910 ocorrências.

Em plenária nacional realizada remotamente pelo sindicato de funcionários do IBGE, o ASSIBGE, no último fim de semana, os servidores votaram por aderir ao pleito de adiamento do Censo para o ano que vem.

“É importante ressaltar que não é contra o Censo, mas pela realização do Censo em condições que garantam a sua qualidade. Porque a função número 1 do Censo é contar e caracterizar a população. E se a população não quiser receber o IBGE, o prejuízo pode ser muito grande”, lembrou Luanda Botelho, coordenadora da ASSIBGE.

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O posicionamento partiu de coordenadores de área do IBGE no Rio Grande do Sul, estado que vive atualmente sob a bandeira preta. Esse nível de restrição é o máximo ao qual a população é submetida para conter a disseminação do coronavírus e a superlotação dos hospitais.

Segundo os coordenadores, caso o instituto insista em manter o censo este ano, a maioria está disposta entregar seus cargos de coordenação, o que teria sido ratificado em videoconferência em 1º de março e em carta enviada no dia seguinte ao chefe da unidade estadual do Rio Grande do Sul, José Renato Braga de Almeida.

“Visitar todos os domicílios do país, num país do tamanho do Brasil, em meio a uma pandemia, é agir contra a lógica da humanidade, é pôr em risco a vida das pessoas e priorizar algo que pode ser realizado em outro momento, com maior segurança, com maior qualidade, atingindo o real objetivo que tem um Censo Demográfico, que é de mostrar a realidade do país em sua totalidade”, dissseram os coordenadores.

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