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EVANGELHO

Em Cuiabá, grupo de missionários vivem de doações e renunciam bens materiais em vista da Evangelização dos jovens da capital

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Em tempos de pandemia, muitas incertezas rondam a mente das pessoas sobre o rumo que suas vidas estão tomando, surgindo vários questionamentos sobre seu local de pertença no mundo.

Vindos de diferentes partes do Brasil, um grupo de missionários sentiu a mesma inquietação em suas vidas e, atualmente, encontram-se reunidos em Cuiabá para anunciar o Evangelho, motivados por um chamado maior a levar o Ressuscitado que passou pela Cruz a humanidade que sofre nas incertezas do mundo atual, abdicaram de seus planos, família e ambições de carreira para viver uma vida pautada no abandono na providência de Deus e na evangelização, em especial dos jovens. Membros da Comunidade Católica Shalom, os nove missionários, em breve 14, entre jovens e adultos, solteiros e casados, vivem uma rotina com manhãs de oração, sem o uso de celular e completo silêncio, e tardes e noites dedicadas ao serviço no Centro de Evangelização, onde acontecem a maioria dos eventos e os grupos de oração.

O núcleo da Comunidade de Vida presente na capital são convidados a viverem a pobreza de acordo com os seus Estatutos, colocando suas vidas nas mãos de Deus e tendo suas necessidades básicas atendidas por meio de doações e do dízimo, chamado de Comunhão de Bens, realizado por membros da Comunidade de Aliança e da Obra. “Não recebemos remuneração pelo nosso trabalho, mas tudo o que nós temos recebemos da vinha do Senhor.

“Vivemos a pobreza não possuindo nenhum bem material, nem o celular que nós administramos é nosso, colocamos tudo em comum, desde o perfume até a nossa alimentação, nada como meu, mas sim tudo como nosso” explica Lana Gabriela, missionária e natural de Natal, Rio Grande do Norte, que está a mais de um ano em Cuiabá, sendo a responsável pelo financeiro da missão.

“Deus nos prometeu um tempo novo e para vivermos esse tempo, precisamos crer e abraçar, para isso é preciso deixar algo, que são as nossas seguranças” adiciona Lana ao comentar sobre  deixar-se ser sustentada pela Providência de Deus em sua vida missionária.

Inaugurada em 2017, a missão da Comunidade Shalom em Cuiabá tem conquistado muito corações para a vivência de seu carisma, como é o caso de Pamella e Daniel Barros, casados e com dois filhos, missionários da Comunidade de Aliança – seguimento que convida os membros a evangelizarem em seu cotidiano familiar e profissional, permanecendo em sua cidade –  também abraçando os pilares da espiritualidade do carisma: contemplação, unidade e evangelização. “Conhecemos a Comunidade em uma viagem a Fortaleza e ao sair da missa, na qual o nosso fundador Moysés estava comentando, estávamos enxergando tudo aquilo como loucura, mas gerou em nosso coração uma inquietação. O Senhor não desistiu de nós e, de uma forma muito misericordiosa, nós conseguimos dar início à nossa caminhada no Shalom por meio do grupo de oração para casais. Desde então, nosso coração encontrou a paz e a nossa missão de ir em busca daqueles que desconhecem Cristo Ressuscitado” explica Pamella, que divide sua rotina com o trabalho na Defensoria Pública e os compromissos comunitários.

A Comunidade Católica Shalom, a qual nasceu entre e para os jovens, possui uma expressão marcante da juventude em sua missão cuiabana, proporcionando uma experiência transformadora com o amor de Deus para aqueles que sentirem o desejo de uma vida com sentido. Mais de cem jovens já participaram dos conhecidos Seminários de Vida no Espírito Santo promovidos pela Comunidade, dentre eles está Thaynara Anjos, que parte em missão como comunidade de vida para Guarulhos, São Paulo, na próxima semana, deixando sua família para ser missionária e viver da providência.

A fim de ajudar as pessoas a encontrarem sua vocação, a Comunidade promove, todos os anos, o encontro Vocacional Aberto, que é um momento de apresentação das formas de vida – Vida e Aliança – e do caminho de escuta da voz de Deus para descobrir sua pertença ao Carisma Shalom, sendo a chance para o começo de uma transformação na vida de muitos.  Em 2021, o encontro será feito de forma híbrida no próximo domingo, 31, tanto presencial no Centro de Evangelização no bairro Dom Aquino, respeitando as normas de distanciamento social, quanto online, pela plataforma Google Meet. Mais informações no Instagram da missão: @shalomcuiaba.

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Bolsonaro sanciona lei que libera reforma do IR para bancar Auxílio Brasil

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Bolsonaro sanciona lei que libera reforma do IR para bancar Auxílio Brasil
Reprodução: iG Minas Gerais

Bolsonaro sanciona lei que libera reforma do IR para bancar Auxílio Brasil

Em edição extra do Diário Oficial da União desta terça-feira (5) foi publicada a lei que permite usar recursos obtidos com a reforma do Imposto de Renda (IR) para bancar o Auxílio Brasil, programa desenhado para substituir o Bolsa Família.

A lei altera o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e vale apenas para 2021. Antes da sanção do texto, não era possível o uso de propostas legislativas em tramitação como fonte de compensação para criação ou aumento de despesa obrigatória. A reforma do IR já foi aprovada na Câmara, mas segue parada no Senado.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou que a alteração “não afasta o cumprimento da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), inclusive quanto à necessidade de efetiva aprovação de medidas compensatórias, as quais deverão estar em vigor no momento do aumento da despesa”.

“Essa alteração dará, portanto, maior agilidade à discussão e tramitação dos dois projetos no âmbito do Legislativo, o que permitirá, conforme expectativa do Governo Federal, que ambas as medidas estejam aprovadas até o final do corrente ano”, diz a Secretaria-Geral.

Presidente do Senado discorda

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta terça-feira (5) que o governo não pode contar com a reforma do Imposto de Renda para bancar o aumento do Bolsa Família, que será rebatizado para Auxílio Brasil. O projeto segue nas mãos do relator Angelo Coronel e não deve ser votado em outubro.

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Segundo Pacheco, a responsabilidade não pode “cair no colo do Congresso Nacional”. “Essa discussão não calha, temos de ter uma discussão técnica, responsável, e encontrarmos caminho para o Bolsa Família”, acrescentou.

“Não nos parece razoável discutirmos um novo modelo de IR a pretexto de que essa é a condição única para termos um novo Bolsa Família. Temos de buscar alternativas. O Bolsa Família é fundamental, mas temos de ter a criatividade e saber que há uma arrecadação elevada hoje, que temos outras medidas capazes de fazer valer como fonte de custeio”, declarou.

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que cria Programa estadual de prevenção a incêndios florestais

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Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou na sessão da manhã desta quarta-feira (22), em primeira votação, o Projeto de Lei 728/2020, de autoria do deputado estadual Faissal Calil (PV). O texto propõe a criação do Programa Estadual de Controle do Fogo e traz medidas que têm como objetivo reduzir a incidência de incêndios florestais em ações conjuntas do poder público, sociedade civil e entidades privadas. Entre as iniciativas, está o uso de cerca de 500 aviões agrícolas no combate aos focos de calor.

O projeto visa amenizar os prejuízos e diminuir a incidência de incêndios florestais, problema que assola Mato Grosso todos os anos, entre os meses de julho a setembro. Entre as medidas previstas no programa, estão ainda a integração e a coordenação de instituições públicas e privadas e da sociedade civil na promoção do manejo integrado do fogo. Uma das diretrizes apresentadas na proposta é a priorização dos investimentos públicos em estudos, pesquisas e projetos científicos que tenham como objetivo a recuperação de áreas atingidas pelo fogo.

“Este projeto de lei institui uma política de Estado e não uma política de governo. É algo que deve ser feito, mediante lei, todos os anos. Vemos constantemente, nessa época de estiagem e ar seco, o agravamento de várias doenças respiratórias. Infelizmente, não há um planejamento concreto de prevenção e combate a estes incêndios florestais. Com este projeto, isto agora será obrigatório”, afirmou o deputado.

Entre as iniciativas, está o uso de aviões agrícolas no combate aos focos de calor. Nesta época do ano, conforme o parlamentar, estas aeronaves ficam ociosas, já que não há atuação destas nas fazendas. No Brasil, eles precisam ser certificados, obrigatoriamente, para operações de combate a incêndios florestais. Esta determinação é oriunda de um decreto-lei de outubro de 1969. A legislação destaca que todas as aeronaves que atuam na pulverização de lavouras estejam aptas a atuar no combate ao fogo.

“Eles podem ser utilizados de maneira eficaz tanto na prevenção como no combate a estes incêndios florestais. O país tem atualmente a segunda maior frota de aviões agrícolas do mundo, com cerca de 2 mil aeronaves, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Pela versatilidade que possuem, podem ser muito eficientes e práticos no combate ao fogo em florestas. Este modelo de atuação contra incêndios já é utilizado em alguns lugares do país, mas em escala muito aquém do necessário.”, defende.

Outro ponto abordado é o da necessidade de investimento que resultem no aumento da capacidade de enfrentamento dos incêndios florestais no momento em que eles ocorram. O texto aborda ainda a importância da conservação e manutenção das vegetações nativas, nas áreas urbanas e rurais. O projeto cria ainda o Centro Integrado Multiagência de Coordenação Operacional Estadual, que irá monitorar em tempo real os focos de incêndio em Mato Grosso.

“Este centro integrado funcionará durante o período crítico de incêndios florestais, que aqui em Mato Grosso se concentram, principalmente, entre os meses de julho e setembro, por conta da estiagem. Uma das ações do comitê será a elaboração de relatórios anuais sobre a situação dos incêndios florestais no estado, para que todos os esforços de prevenção e combate sejam aperfeiçoados”, destacou.

Fonte: ALMT

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