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CORONAVÍRUS

Conselho de Farmácia monitora a vacinação dos farmacêuticos em Mato Grosso

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Conselho de Farmácia monitora a vacinação dos farmacêuticos em Mato Grosso

O Conselho Regional de Farmácia de Mato Grosso (CRF-MT) solicita que as Secretaria Municipais e Estadual de Saúde de Mato Grosso cumpram o Plano Nacional de Imunização, quanto a vacinação dos farmacêuticos contra a covid-19 em todo país. A ação do Conselho visa garantir que eles sejam vacinados nesta primeira fase.

O Conselho Federal de Farmácia (CFF) informou aos Conselhos Regionais que conseguiu pactuar junto ao Ministério da Saúde, formalmente. Com isso, alguns municípios já estão vacinando esses profissionais.

O presidente do CRF-MT, Iberê Ferreira da Silva Junior explica que já foi encaminhado as Secretarias Municipais e Estadual de Saúde um ofício solicitando a inclusão dos profissionais farmacêuticos. Porém, neste primeiro momento como não há doses suficientes para todos os profissionais de saúde, os farmacêuticos que atuam na linha de frente da pandemia, em Unidades de Terapia Intensiva (UTI’s), enfermarias e pronto atendimento de unidades públicas e privadas de saúde já estão sendo vacinados.

Mato Grosso recebeu na semana passada 126.160 doses da vacina, que irá contemplar 60.074 pessoas, com duas doses. A vacinação contra a Covid-19 em Mato Grosso teve início no dia 20 de janeiro de 2021.

Iberê alerta que as vacinas são de suma importância, pois são sinônimo de segurança. As vacinas nos dão mais qualidade de vida e segurança para seguir atendendo os pacientes de Covid-19. Ela nada mais é do que o benefício de não ter agravamento da doença”, diz.

Mas há também um nível coletivo de proteção oferecido pelas vacinas, que torna a imunização ainda mais importante. À medida que os habitantes começam a ser imunizados, há menos infecções e menos pessoas transmitindo o vírus para outras. Com isso, a tendência é de uma diminuição da circulação do agente infeccioso aos poucos.

Iberê explica que já conversou com a secretária de saúde de Cuiabá e aguarda a resposta de quantas vacinas serão distribuídas para os farmacêuticos do município. “Esta primeira fase da vacinação começou na maioria dos municípios pelos hospitais. Por isso, os farmacêuticos hospitalares que ainda não receberam a vacina podem entrar em contato com o Conselho para verificarmos o motivo que este profissional ainda não foi imunizado. Porém, com a chegada de novos lotes acreditamos que os profissionais que estão nas farmácias deverão ser vacinados”.

O presidente informa que os farmacêuticos hospitalares que ainda não foram vacinados podem mandar um e-mail para [email protected] para que seja apurado em cada cidade o motivo da não imunização a esses profissionais.

Iberê destaca que vários farmacêuticos já foram vacinados em todo o Estado de Mato Grosso. “Estamos muito contentes em saber que nossos profissionais também estão sendo vacinados. Perdemos alguns farmacêuticos para essa pandemia. Acredito que estamos iniciando uma nova etapa de esperança frente a tudo que passamos até agora”, comentou.

Vacinas

Além da CoronaVac, vacina produzida pela farmacêutica SinoVac em parceria com o Instituto Butantan, em São Paulo, o plano de vacinação do Governo Federal prevê, ainda, a inclusão do imunizante AstraZeneca, produzido pela Fiocruz, em parceria com a Universidade de Oxford.

Ambas as vacinas são indicadas para pessoas acima de 18 anos e com aplicação de duas doses. O prazo para a segunda dose da CoronaVac é de 14 a 28 dias, sendo de 90 dias para a AstraZeneca.

O Ministério da Saúde encaminhou aos governadores uma tabela com a quantidade de doses da vacina de Oxford que cada estado vai ter direito. Mato Grosso recebeu nesta segunda-feira (25.01) as 24 mil doses do imunizante.

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Bolsonaro sanciona lei que libera reforma do IR para bancar Auxílio Brasil

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Bolsonaro sanciona lei que libera reforma do IR para bancar Auxílio Brasil
Reprodução: iG Minas Gerais

Bolsonaro sanciona lei que libera reforma do IR para bancar Auxílio Brasil

Em edição extra do Diário Oficial da União desta terça-feira (5) foi publicada a lei que permite usar recursos obtidos com a reforma do Imposto de Renda (IR) para bancar o Auxílio Brasil, programa desenhado para substituir o Bolsa Família.

A lei altera o projeto da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e vale apenas para 2021. Antes da sanção do texto, não era possível o uso de propostas legislativas em tramitação como fonte de compensação para criação ou aumento de despesa obrigatória. A reforma do IR já foi aprovada na Câmara, mas segue parada no Senado.

Em nota, a Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou que a alteração “não afasta o cumprimento da LRF (Lei de Responsabilidade Fiscal), inclusive quanto à necessidade de efetiva aprovação de medidas compensatórias, as quais deverão estar em vigor no momento do aumento da despesa”.

“Essa alteração dará, portanto, maior agilidade à discussão e tramitação dos dois projetos no âmbito do Legislativo, o que permitirá, conforme expectativa do Governo Federal, que ambas as medidas estejam aprovadas até o final do corrente ano”, diz a Secretaria-Geral.

Presidente do Senado discorda

O presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta terça-feira (5) que o governo não pode contar com a reforma do Imposto de Renda para bancar o aumento do Bolsa Família, que será rebatizado para Auxílio Brasil. O projeto segue nas mãos do relator Angelo Coronel e não deve ser votado em outubro.

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Segundo Pacheco, a responsabilidade não pode “cair no colo do Congresso Nacional”. “Essa discussão não calha, temos de ter uma discussão técnica, responsável, e encontrarmos caminho para o Bolsa Família”, acrescentou.

“Não nos parece razoável discutirmos um novo modelo de IR a pretexto de que essa é a condição única para termos um novo Bolsa Família. Temos de buscar alternativas. O Bolsa Família é fundamental, mas temos de ter a criatividade e saber que há uma arrecadação elevada hoje, que temos outras medidas capazes de fazer valer como fonte de custeio”, declarou.

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ALMT aprova em 1ª votação projeto que cria Programa estadual de prevenção a incêndios florestais

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Foto: Rogério Florentino Pereira / Olhar Direto

A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) aprovou na sessão da manhã desta quarta-feira (22), em primeira votação, o Projeto de Lei 728/2020, de autoria do deputado estadual Faissal Calil (PV). O texto propõe a criação do Programa Estadual de Controle do Fogo e traz medidas que têm como objetivo reduzir a incidência de incêndios florestais em ações conjuntas do poder público, sociedade civil e entidades privadas. Entre as iniciativas, está o uso de cerca de 500 aviões agrícolas no combate aos focos de calor.

O projeto visa amenizar os prejuízos e diminuir a incidência de incêndios florestais, problema que assola Mato Grosso todos os anos, entre os meses de julho a setembro. Entre as medidas previstas no programa, estão ainda a integração e a coordenação de instituições públicas e privadas e da sociedade civil na promoção do manejo integrado do fogo. Uma das diretrizes apresentadas na proposta é a priorização dos investimentos públicos em estudos, pesquisas e projetos científicos que tenham como objetivo a recuperação de áreas atingidas pelo fogo.

“Este projeto de lei institui uma política de Estado e não uma política de governo. É algo que deve ser feito, mediante lei, todos os anos. Vemos constantemente, nessa época de estiagem e ar seco, o agravamento de várias doenças respiratórias. Infelizmente, não há um planejamento concreto de prevenção e combate a estes incêndios florestais. Com este projeto, isto agora será obrigatório”, afirmou o deputado.

Entre as iniciativas, está o uso de aviões agrícolas no combate aos focos de calor. Nesta época do ano, conforme o parlamentar, estas aeronaves ficam ociosas, já que não há atuação destas nas fazendas. No Brasil, eles precisam ser certificados, obrigatoriamente, para operações de combate a incêndios florestais. Esta determinação é oriunda de um decreto-lei de outubro de 1969. A legislação destaca que todas as aeronaves que atuam na pulverização de lavouras estejam aptas a atuar no combate ao fogo.

“Eles podem ser utilizados de maneira eficaz tanto na prevenção como no combate a estes incêndios florestais. O país tem atualmente a segunda maior frota de aviões agrícolas do mundo, com cerca de 2 mil aeronaves, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Pela versatilidade que possuem, podem ser muito eficientes e práticos no combate ao fogo em florestas. Este modelo de atuação contra incêndios já é utilizado em alguns lugares do país, mas em escala muito aquém do necessário.”, defende.

Outro ponto abordado é o da necessidade de investimento que resultem no aumento da capacidade de enfrentamento dos incêndios florestais no momento em que eles ocorram. O texto aborda ainda a importância da conservação e manutenção das vegetações nativas, nas áreas urbanas e rurais. O projeto cria ainda o Centro Integrado Multiagência de Coordenação Operacional Estadual, que irá monitorar em tempo real os focos de incêndio em Mato Grosso.

“Este centro integrado funcionará durante o período crítico de incêndios florestais, que aqui em Mato Grosso se concentram, principalmente, entre os meses de julho e setembro, por conta da estiagem. Uma das ações do comitê será a elaboração de relatórios anuais sobre a situação dos incêndios florestais no estado, para que todos os esforços de prevenção e combate sejam aperfeiçoados”, destacou.

Fonte: ALMT

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