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MP apura caso de enfermeira que debochou de vacina contra Covid-19: “tomei água”

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Nathanna Faria Ceshim
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Nathanna Faria Ceshim

O Ministério Público do Espírito Santo ( MPES ) irá acompanhar as investigações contra a enfermeira Nathana Ceschim, que postou vídeos debochando da vacina contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) e sem estar usando máscara durante o expediente no hospital em que trabalha.

A promotora Inês Thomé irá instaurar procedimento administrativo para acompanhar as apurações que já estão sendo feitas pelo hospital onde Nathana atua, e pelo Conselho Regional de Enfermagem ( Coren -ES).

“O Ministério Público repudia qualquer ato neste sentido, mesmo porque nós estamos em meio a uma pandemia e a vacina é uma vitória da ciência. Nós precisamos nos imunizar para que a gente possa não só resguardar a nossa vida como a vida de todas as pessoas que circulam no meio de nós”, afirma a promotora.

Já o Hospital da Santa Casa de Misericórdia de Vitória abriu investigação para apurar a conduta da enfermeira após ela própria postar em suas redes sociais um vídeo em que aparece sem máscara no posto de trabalho, durante o expediente.

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Nathana, que recebeu a primeira dose da CoronaVac , imunizante contra a Covid-19, desdenhou da vacina , que para ela, seria “uma água”:

“Tomei por conta que eu quero viajar, não para me sentir mais segura. Porque uma vacina que dá 50% de segurança para mim não é uma vacina. Tomei foi água”.

Em nota, a Santa Casa repudiou as ações da profissional e declarou que não compactua com o pensamento sobre a vacina:

“Não seria agora que mudaria sua postura, em um momento tão difícil que todos estamos enfrentando. Acreditamos sim na vacina e esperamos que, em breve, não só os funcionários, mas toda a sociedade possa ser imunizada”, diz a nota, e completa anunciando que “irá tomar as medidas necessárias para garantir a segurança de seus pacientes e a manutenção das normas e condutas fundamentais para o bom atendimento assistencial”

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Governador do DF anuncia lockdown no estado a partir de segunda-feira (1º)

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Ibaneis Rocha, governador do DF, que terá lockdown a partir do dia 1º de março
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Ibaneis Rocha, governador do DF, que terá lockdown a partir do dia 1º de março

O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, anunciou nesta quinta-feira (25) que vai decretar lockdown a partir de segunda-feira (1°) para conter o avanço da Covid-19. As informações são do Metrópoles.

“Vamos fechar tudo, exceto serviços essenciais, das 20h às 5h”, disse.

“Estamos com 92% de UTIs ocupadas e vamos tomar as providências aos poucos, na medida do que for necessário. Por enquanto, essas são as providências urgentes”, afirmou o governador.

O Distrito Federal tem, até o momento, 4.791 mortes por Covid-19. São 292.714 pessoas infectadas desde o início da pandemia.

Em atualização, aguarde novas informações

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PGR pede arquivamento de investigação contra Rodrigo Maia e seu pai na Lava Jato

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Rodrigo Maia (DEM-RJ) e seu pai, Cesar Maia (DEM), foram investigados pela Polícia Federal em agosto do ano passado
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Rodrigo Maia (DEM-RJ) e seu pai, Cesar Maia (DEM), foram investigados pela Polícia Federal em agosto do ano passado

A PGR (Procuradoria Geral da República) enviou uma manifestação ao STF (Supremo Tribunal Federal) pedindo o arquivamento de uma investigação sobre supostos pagamentos da Odebrecht ao deputado federal Rodrigo Maia (DEM-RJ) e a seu pai, o vereador Cesar Maia (DEM-RJ).

O caso diz respeito a uma investigação concluída no dia 26 de agosto de 2020 pela Polícia Federal , que indiciou o ex-presidente da Câmara e seu pai por crimes de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e caixa 2 .

Segundo a PGR, não havia, no relatório da PF, provas suficientes para apresentar denúncia contra Rodrigo e Cesar Maia.

“Em que pese a comprovação de registros de entrada do parlamentar federal investigado e de João Marcos Cavalcanti na sede da Odebrecht, de 2008 a 2012, não foi possível confirmar que esses encontros ocorreram para solicitação de vantagem indevida, entrega de senhas ou mesmo de valores em tese ajustados”, disse a  subprocuradora-geral da República Lindôra Araújo.

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Apesar de optar pelo arquivamento, a subprocuradora da PGR diz que a medida não signifita, em absoluto, “falta de verossimilhança das conclusões feitas pela autoridade policial neste ou em outros inquéritos, mas tão somente a inviabilidade de se dar prosseguimento a esta investigação a partir dos elementos de prova carreados a estes autos”.

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