conecte-se conosco


Economia

Força Aérea Grega adquire 18 unidades do caça Rafale

Publicado

Economia


source

Contato Radar

Força Aérea Grega adquire 18 unidades do caça Rafale
Guilherme Dotto

Força Aérea Grega adquire 18 unidades do caça Rafale

Em acordo assinado hoje (25), a Grécia comprou 18 unidades do Dassault ‘Rafale’, aeronave militar francesa. A aquisição inclui 12 unidades que compõem atualmente a frota da Força Aérea da França, e outras seis novas aeronaves.

Dessa forma, a Grécia se tornou o primeiro país europeu a adquirir as aeronaves francesas. No total, os 18 caças foram negociados pelo valor de 2,5 bilhões de euros, o equivalente a 16,7 bilhões de reais.

Ademais, os primeiros seis caças serão provenientes da Força Aérea Francesa, e devem ser entregues em julho de 2021. O restante do pedido será entregue em duas parcelas, seis em 2022 e os demais em 2023.

Esteja informado: clique aqui e leia mais notícias de aviação!

Você viu?

“A cooperação em defesa entre nossos dois países é histórica e sólida.”, comentou Florence Parly, Ministro das Forças Armadas da França. O contrato “envia uma mensagem clara em várias direções.”, acrescentou Nikos Panagiotopoulos, Ministro das Forças Armadas da Grécia.

Veja Também  Guedes: PEC Emergencial representa compromisso com saúde e economia

A negociação das aeronaves já acontecia desde Setembro/2020, quando o Ministro anunciou a intenção de compra. Essa aquisição foi realizada em um momento de tensão no Mediterrâneo, e aprovada com 276 dos 300 votos disponíveis no parlamento grego.

O post Força Aérea Grega adquire 18 unidades do caça Rafale apareceu primeiro em Contato Radar – Notícias de aviação .

Comentários Facebook

Economia

Coordenadores do IBGE ameaçam entregar cargos se o Censo for mantido na pandemia

Avatar

Publicado


source
Agente censitário do IBGE mexendo em máquina
Arquivo / Agência Brasil

Agente censitário do IBGE mexendo em máquina

Servidores com cargos na coordenação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ameaçam pedir demissão caso a funcionários tenham que ir a campo fazer a coleta de informações da população brasileira para o Censo em meio à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Em meio aos recordes sucessivos diários no número de mortes por Covid-19 e as dificuldades enfrentadas pelo governo na imunização da população, os funcionários defendem que o levantamento seja transferido para 2022. Nesta quarta-feira (4), o Brasil bateu o recorde no número de óbitos em um dia, com 1.910 ocorrências.

Em plenária nacional realizada remotamente pelo sindicato de funcionários do IBGE, o ASSIBGE, no último fim de semana, os servidores votaram por aderir ao pleito de adiamento do Censo para o ano que vem.

“É importante ressaltar que não é contra o Censo, mas pela realização do Censo em condições que garantam a sua qualidade. Porque a função número 1 do Censo é contar e caracterizar a população. E se a população não quiser receber o IBGE, o prejuízo pode ser muito grande”, lembrou Luanda Botelho, coordenadora da ASSIBGE.

Veja Também  Petróleo brasileiro pode ter nova alta de preços devido a mudança da Opep

O posicionamento partiu de coordenadores de área do IBGE no Rio Grande do Sul, estado que vive atualmente sob a bandeira preta. Esse nível de restrição é o máximo ao qual a população é submetida para conter a disseminação do coronavírus e a superlotação dos hospitais.

Segundo os coordenadores, caso o instituto insista em manter o censo este ano, a maioria está disposta entregar seus cargos de coordenação, o que teria sido ratificado em videoconferência em 1º de março e em carta enviada no dia seguinte ao chefe da unidade estadual do Rio Grande do Sul, José Renato Braga de Almeida.

“Visitar todos os domicílios do país, num país do tamanho do Brasil, em meio a uma pandemia, é agir contra a lógica da humanidade, é pôr em risco a vida das pessoas e priorizar algo que pode ser realizado em outro momento, com maior segurança, com maior qualidade, atingindo o real objetivo que tem um Censo Demográfico, que é de mostrar a realidade do país em sua totalidade”, dissseram os coordenadores.

Veja Também  Coordenadores do IBGE ameaçam entregar cargos se o Censo for mantido na pandemia

Comentários Facebook
Continue lendo

Economia

Petróleo brasileiro pode ter nova alta de preços devido a mudança da Opep

Avatar

Publicado


source
null
Marina Cardoso

undefined


A Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) decidiu nesta quinta-feira (4) manter os níveis atuais de produção de petróleo até abril. A decisão deve  pressionar ainda mais o preço dos combustíveis no Brasil.

Os valores do petróleo no mercado internacional são considerados na composição dos valores cobrados pela estatal. Já que a produção deverá se manter estável visto a incerteza econômica que ainda assola o mundo, a tendência é que a média do petróleo e de seu derivados (como a gasolina e o diesel ) no Brasil encareça.


Crise global


Você viu?

O grupo e seus aliados vêm optando por limitar a oferta da commodity depois da queda da demanda e, consequentemente, dos preços em 2020 por causa da pandemia.

É necessário que todos os participantes alcancem a “conformidade total” para compensar as quedas anteriores e reequilibrar o mercado. De acordo com a nota oficial, a saúde econômica do mundo melhorou devido à vacinação, mas o mercado deve permanecer cauteloso.

Leia também

Veja Também  Banco do Brasil oferece prova de vida do INSS por aplicativo

No acordo, devido a questões naturais, somente a Rússia e o Cazaquistão aumentarão a oferta ao longo do Março em 120 mil e 30 mil barris por dia, respectivamente.

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana