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Em colapso, Rondônia vai transferir pacientes com Covid-19 para outros estados

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Marcos Rocha, governador de Rondônia
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Marcos Rocha, governador de Rondônia

O governador de Rondônia , Marcos Rocha (PSL), anunciou na noite de sábado (23) que irá transferir para outros estados pacientes que estão na fila para serem atendidos por Covid-19 . Em colapso, o estado não tem mais vagas para atendimentos e pede também por mais médicos . As informações são do Uol.

“Temos equipes, mas tem uma profissão que faz grande falta: os médicos, aqueles que vão comandar essas equipes. Eu faço um apelo ao senhor doutor, a senhora doutor que, por favor, venha nos ajudar, ajudar os rondonienses porque nós temos os leitos, mas está faltando o senhor e a senhora para ajudar os demais integrantes da equipe de saúde”, disse Rocha em pronunciamento.

De acordo com o governado, um contato feito no sábado com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello , garantiu que o governo federal irá fazer a transferência dos pacientes para hospitais federais de outros estados, ajudando a desafogar a rede de saúde de Rondônia. No sábado, 543 pessoas estavam internadas por Covid-19 no estado.

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O colapso do sistema de saúde de Rondônia se deu por um aumento expressivo no número de casos de Covid-19 , que mais que quintuplicou em três semanas. Além de pedir por mais médicos e organizar a transferência de pacientes para outros estados, o governador também fez um apelo à população.

“Eu tive essa doença, sei como ela é ruim. Eu perdi amigos, perdi ontem, inclusive, um grande amigo. Não podemos permitir que essa doença se amplie. Então, rondonienses, vamos manter a união de nao disseminarmos esse vírus maldito que tem dilacerado famílias. Esse vírus não escolhe rico ou pobre; homem ou mulher; preto ou branco”, declarou.

Fonte: IG SAÚDE

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Confira o calendário completo de vacinação de idosos na cidade do Rio em março

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Confira o calendário completo de vacinação de idosos na cidade do Rio em março
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Confira o calendário completo de vacinação de idosos na cidade do Rio em março

A Prefeitura do Rio divulgou a ampliação do calendário de vacinação de idosos na cidade, que só estava garantida até esta quarta-feira (3), quando ainda serão imunizadas as pessoas de 79 anos ou mais. O cronograma agora tem datas marcadas durante todo o mês de março, com previsão de atender, entre esta quinta-feira (4) e o dia 31, a população dos 78 aos 67 anos. O estoque atual é suficiente apenas até a próxima terça-feira (9), mas o município fez a sua programação baseado na previsão de envio de novas remessas pelo Ministério da Saúde.

“Hoje (ontem) recebemos um cronograma de entregas da vacina. Sendo cumprido, abaixo segue o novo cronograma de vacinação da prefeitura do Rio. Até amanhã (hoje) estaremos vacinando pessoas com 79 anos e na quinta (amanhã), sexta e sábado, pessoas com 78 anos. Semana que vem prosseguimos como na imagem”, postou o prefeito Eduardo Paes (DEM) em seu perfil do Instagram, onde publicou o calendário de março.

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O município vacinou, até 27 de fevereiro, os idosos com 80 anos ou mais. Na segunda-feira, começaram a ser imunizados os de 79, que serão atendidos até hoje. Com a extensão do calendário, estas quinta e sexta-feiras serão dias reservados para quem tem 78 anos, e no sábado haverá a respescagem para todos que têm a partir de 78 anos. Confira abaixo o calendário completo de março.

Segundo o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, a capital tem estoque suficiente de vacinas para garantir o calendário até os moradores de 77 anos, que serão atendidos segunda e terça-feira da semana que vem, dias 8 e 9. A partir daí, a prefeitura conta com a chegada de doses do Plano Nacional de Imunização (PNI).

Na última segunda-feira (1º), Paes disse que espera vacinar toda a população carioca com 60 anos ou mais até o fim de abril, caso receba doses suficientes. Segundo a prefeitura, 361.336 pessoas já receberam a primeira dose da vacina contra a Covid-19 na cidade — a informação foi atualizada na manhã de terça-feira —, o que corresponde a 5,35% dos moradores do Rio. Soranz fez um apelo aos que irão aos postos para tomar a segunda dose.

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“A segunda dose da vacina está garantida. É fundamental que seja tomada no mesmo local da primeira e sempre no horário da tarde para manter o fluxo de atendimento das unidades”, disse o secretário, em comunicado.

Fonte: IG SAÚDE

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Fiocruz faz alerta sobre superlotação de leitos e aumento de casos da covid-19

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Dezoito estados e Distrito Federal têm 90% dos leitos de UTI ocupados
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Dezoito estados e Distrito Federal têm 90% dos leitos de UTI ocupados


O Boletim do Observatório da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) divulgou, nesta terça-feira, que 18 estados e o Distrito Federal têm 90% dos leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) destinados à covid-19 ocupados. Entre eles, dez já estão com lotação acima dos 90%. A Fundação chamou atenção para a gravidade do momento no país, com forte aumento do número de contaminados e mortos. 

“Verifica-se em todo o país o agravamento simultâneo de diversos indicadores, como o crescimento do número de casos e de óbitos, a manutenção de níveis altos de incidência de SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave), a alta positividade de testes e a sobrecarga dos hospitais. No momento, 19 unidades da Federação apresentam taxas de ocupação de leitos de UTI acima de 80% – no boletim anterior eram 12. O cenário alarmante, segundo a análise, representa apenas a ponta do iceberg de um patamar de intensa transmissão no país”, destacou a Fiocruz.

Os pesquisadores afirmaram ser necessária a adoção de medidas não farmacológicas mais rigorosas, incluindo a manutenção de todas medidas preventivas, como distanciamento físico, uso de máscaras e higiene das mãos, até que a pandemia seja declarada encerrada. Os estudiosos também recomendaram medidas de supressão, como restrição da circulação e das atividades não essenciais, de acordo com a situação epidemiológica e capacidade de atendimento de cada região, avaliadas semanalmente a partir de critérios técnicos como taxas de ocupação de leitos e tendência de elevação no número de casos e óbitos.


Fonte: IG SAÚDE

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