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Saúde

AM: restrição na circulação de pessoas será de 24h a partir de amanhã

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O governador do Amazonas, Wilson Lima, anunciou a ampliação de medidas restritivas para reduzir a taxa de infecção pelo novo coronavírus no estado. As novas restrições devem entrar em vigor a partir de amanhã (25) e vão até o dia 31 de janeiro. O anúncio foi feito após reunião do Comitê de Enfrentamento da Covid-19 e representantes do comércio e de órgãos de controle. Entre as mudanças está a ampliação para 24 horas do período de restrição de circulação de pessoas no estado por sete dias.

De acordo com decreto publicado pelo governo do estado, poderão funcionar, durante o período de restrição de circulação, apenas supermercados varejistas e atacadistas de pequeno, médio e grande porte e padarias, no período das 6h às 19h. Já os mercados e feiras deverão funcionar das 4h às 8h. As drogarias e farmácias poderão funcionar 24 horas, assim como os serviços essenciais das áreas de saúde e segurança.

O decreto estabelece que será permitida a circulação para aquisição de produtos essenciais à vida limitada a uma pessoa por núcleo familiar. Os serviços delivery só serão permitidos das 6h às 22h para serviços essenciais, como os de venda de alimentação (restaurantes e lanchonetes). Não serão permitidos serviços delivery ou drive-thru de comércio e serviços considerados não essenciais. Já os postos de combustíveis poderão funcionar sem a abertura das lojas de conveniência.

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Contaminação

De acordo com a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM), o índice de contaminação pelo coronavírus no estado tem taxa de transmissão de 1,3, a mais alta do país. Isso significa que cada grupo de 100 pessoas infectadas transmite o vírus para outras 130.

O governador disse que a restrição é necessária devido à mutação do vírus identificada no estado e que possui maior capacidade de transmissão. Ele disse ainda que, apesar das medidas restringirem bastante a circulação de pessoas, não se trata de um fechamento total, o chamado lockdown.

“Não há lockdown no estado do Amazonas. Há muita gente disseminando informações que não são verdadeiras, estão propagando fake news. Essa é uma medida para que a gente possa diminuir aglomerações e, consequentemente, quebrar essa cadeia de transmissão do vírus. Dessa vez, de acordo com especialistas, essa mutação nova tem uma capacidade muito grande de transmissão”, afirmou.

A FVS informou que foi constatado um aumento de 135% no número de casos de covid-19 detectados nos últimos 14 dias, saindo da média móvel diária abaixo de 500 casos detectados por dia, registrada na primeira quinzena de dezembro, para mais de 2 mil por dia em janeiro, batendo recorde este ano de mais de 5 mil casos registrados em um único dia.

Confira as medidas de restrição, válidas de 25 a 31 de janeiro:

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O que pode funcionar

– supermercados varejistas e atacadistas de pequeno, médio e grande porte e padarias – das 6h às 19h, com venda restrita a produtos de higiene, limpeza e alimentação

– drogarias e farmácias – 24 horas, com venda restrita a produtos de higiene, medicamentos e outros produtos farmacêuticos

– mercados e feiras – das 4h às 8h

delivery de serviços de alimentação – das 6h às 22h

– indústria – em turno de 12 horas (exceção para alimentos e produtos farmacêuticos e hospitalares)

– transporte de cargas – apenas de produtos essenciais, como alimentação, combustíveis e produtos da área da saúde e segurança

– postos de combustíveis

O que fica suspenso

– atividades não essenciais, incluindo lojas de conveniência de postos de combustíveis

– delivery e drive-thru de comércio e serviços não essenciais

Circulação de pessoas

– permitido deslocamento de uma pessoa do núcleo familiar para estabelecimentos do grupo de serviços essenciais

– permitida a circulação de trabalhadores de estabelecimentos considerados essenciais

– permitida circulação de pessoas para acesso a serviços de saúde de clínicas e laboratórios

– permitido o deslocamento de agentes públicos que trabalham na área de saúde ou em ações de enfrentamento, e de profissionais de imprensa

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Saúde

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Ministério da Saúde dispensa licitação para comprar vacinas contra a Covid-19

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Vacina da Universidade de Oxford
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Vacina da Universidade de Oxford

O Ministério da Saúde dispensou nesta quarta-feira (3) a licitação para a compra de vacinas contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2). A flexibilização vale para a aquisição de 38 milhões de doses do imunizante da Janssen e 100 milhões de doses da vacina da Pfizer.

A determinação da pasta foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União. Segundo as novas regras, que são assinadas pelo diretor do Departamento de Logística em Saúde, Roberto Ferreira Dias, ficam dispensadas de licitação a compra de 38 milhões de doses da farmacêutica Janssen e de 10 milhões de doses da Pfizer.

Nos dois casos, as doses dos imunizantes devem ser entregues pelas farmacêuticas dezembro de 2021.

*Esta matéria está em atualização

Fonte: IG SAÚDE

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Exportação de oxigênio e vacinas necessitará de aprovação da Anvisa

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A exportação de oxigênio medicinal e de vacinas do Brasil para outros países necessitará de prévia autorização da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Os dois insumos foram incluídos em uma lista de medicamentos e matérias-primas que constam na Resolução da Diretoria Colegiada (RDC) nº 352, em vigor desde março do ano passado. A nova redação foi aprovada por unanimidade em reunião extraordinária da diretoria da autarquia, na noite deste quarta-feira (3).

“Não se trata de uma proibição à exportação, mas de uma necessidade de análise caso a caso por parte dessa agência, fundada em sua missão, [que é] garantir o abastecimento nacional”, afirmou o diretor Romison Rodrigues Mota, relator do processo. Seu voto,  favorável à inclusão dos novos insumos, foi acompanhado integralmente pelos demais diretores. 

Segundo Mota, é papel da Anvisa opinar sobre a conveniência da exportação de produtos por ela regulados em circunstâncias especiais de risco à saúde, como é o caso da pandemia de covid-19. 

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Em janeiro, a escassez de oxigênio hospitalar foi um dos principais problemas que afetaram hospitais e unidades de saúde da região Norte do país, especialmente no Amazonas, que viveu um agravamento sem precedentes da crise sanitária. Na ocasião, familiares de pacientes internados chegaram a buscar por conta própria a reposição dos estoques de cilindros em falta.

A Anvisa não informou por quanto tempo a nova exigência de anuência prévia ficará em vigor. Para autorização prévia de exportação, as empresas deverão peticionar junto à agência uma solicitação com as seguintes informações: nome do exportador, país de destino, código da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) da mercadoria, quantidade e unidade. A autorização caberá à diretoria colegiada da Anvisa.

Edição: Aline Leal

Fonte: EBC Saúde

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