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Amazonas amplia toque de recolher para 24 horas; entenda o que muda

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Estado do Amazonas enfrenta crise devido à pandemia
Alex Pazuello/Fotos Públicas

Estado do Amazonas enfrenta crise devido à pandemia

O governador do Amazonas , Wilson Lima , anunciou que as restrições impostas a deslocamentos nas cidades do estado serão ampliadas para 24 horas por dia a partir de segunda-feira (25). Em decreto a ser publicado ainda neste final de semana, o governo estipula que apenas uma pessoa de cada casa poderá sair às ruas, determinando poucas situações onde isso será liberado, como para a compra de alimentos ou por motivos médicos.

No caso dos estabelecimentos considerados essenciais , haverá mudanças no funcionamento: supermercados poderão funcionar das 6 às 19 horas, enquanto farmácias poderão ficar abertas 24 horas. Restaurantes, padarias e lanchonetes seguem apenas em esquema de entregas, das 6 da manhã às 22 horas. Feiras públicas podem operar das 4 às 8 horas.

Serão ainda adotadas mudanças no esquema de funcionamento das indústrias , agora com turnos de 12 horas — empresas responsáveis pela produção de insumos e itens essenciais estão liberadas dessa regra. No caso de aplicativos de transportes , eles só poderão levar passageiros que pertençam a algum dos grupos considerados essenciais.

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Ao anunciar as medidas, o governador Wilson Lima disse que não se trata de um lockdown , e que não há motivo para uma corrida aos mercados neste final de semana.

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“É preciso ter prudência, é preciso que as pessoas entendam a necessidade que temos de tomar essas medidas, que são medidas duras, mas necessárias para salvar a maior quantidade de vidas”, declarou na entrevista neste sábado.

UTIs lotadas

De acordo com os  números do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, UOL, Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, o estado do Amazonas apresenta alta de 156% na média móvel de óbitos, em relação à semana anterior. Na sexta-feira, foram confirmados 3.975 casos e 132 mortes relacionadas à doença em um período de 24 horas.

Durante a entrevista coletiva, o secretário de Saúde, Marcellus Campelo, declarou que hospitais públicos e prontos socorros já operam acima da capacidade, e que a rede privada também está quase sem leitos disponíveis. Ao todo, 584 pessoas aguardam na fila para serem internadas, com diferentes níveis de gravidade.

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Lima também reconheceu que o volume de oxigênio disponível ainda não é o ideal, e que a situação pode melhorar com as medidas de restrição e a eventual queda no número de infectados.

“A gente só vai conseguir essa disponibilidade (de oxigênio) se a gente diminuir a pressão sobre a rede, diminuir a quantidade de pessoas infectadas, procurando um hospital. Daí a necessidade de que cada um assuma seu papel”, declarou o governador.

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Brasil teve mais de 100 mil denúncias de violência contra a mulher em 2020

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Ministra Damares Alves participou da divulgação dos dados
Geraldo Magela / Agência Senado / Agência Brasil

Ministra Damares Alves participou da divulgação dos dados

Em entrevista coletiva realizada neste domingo (07), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) divulgou os dados de denúncias recebidas pelo Disque 100 e pelo Ligue 180 em 2020.

Ao todo, os canais receberam 359 mil denúncias. Destas, 105.821 foram de violência contra a mulher, 72% delas de violência doméstica familiar (75.894 denúncias), que vão de morte, lesão, sofrimento físico, abuso sexual ou psicológico até danos morais ou patrimoniais.

Os demais 28% (29.927 denúncias), são referentes à violação de direitos civis e políticos, como liberdade de religião, tráfico de pessoas, escravidão e acesso a direitos sociais.

Além da divulgação dos dados, o Ministério lançou a campanha “amor não causa dor”, para o enfrentamento à violência contra a mulher, realizada em parceria com o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

“Nós temos uma meta ousada no governo do presidente Jair Bolsonaro: erradicar a violência contra a mulher no Brasil. Estamos buscando isso com a ajuda de parceiros, como o CNJ”, afirmou a ministra Damares Alves.

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Marco Aurélio repudia ação de cartório em esconder dados de Flávio Bolsonaro

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Marco Aurélio afirmou que atitude representa falta de transparência do cartório
O Dia

Marco Aurélio afirmou que atitude representa falta de transparência do cartório

O ministro do Supremo Tribunal Federal, Marco Aurélio Mello , repudiou a omissão de documentos na escritura da mansão comprada pelo senador Flávio Bolsonaro . Em entrevista ao Estadão , Mello afirmou que a ação é “condenável e muito ruim em termos de avanço cultural”.

De acordo com o jornal, o 4º Ofício de Notas do Distrito Federal, responsável pela escritura da casa, teria omitido informações do senado e da esposa, como rendimentos, CPF e CNPJ, informações públicas, acessível a qualquer cidadão e contrária as práticas adotadas por cartórios brasileiros.

Para o decano do STF, a decisão de omitir as informação não condiz com o que propõe a Constituição Federal. Marco Aurélio ressaltou a falta de transparência na retirada dos documentos da escritura.

“Vem-nos da Constituição Federal, do artigo 37, que atos administrativos, como no caso o ato do cartório, são públicos, visando ao acompanhamento pelos contribuintes e a busca de fiscalização. É incompreensível a omissão. E por que omitir? Há alguma coisa realmente que motiva esse ato, porque nada surge sem uma causa”, afirmou Mello. 

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“É tudo muito ruim em termos de avanço cultural. A boa política pagou um preço incrível, abandonando a transparência e a publicidade. Algo condenável a todos os títulos”, repudiou. 

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Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) comprou uma mansão avaliada em R$ 6 milhões, em Brasília, na última semana. O senador foi questionado por ter um salário abaixo dos padrões necessários para comprar uma casa de alto valor.

No ato da compra, o “filho 01” de Jair Bolsonaro afirmou que realizou um financiamento junto ao Banco de Brasília (BRB) no valor de R$ 3,1 milhões, divididas em parcelas de R$ 17 mil pelo próximos 30 anos. No entanto, o empréstimo não teria a contabilização de juros nas parcelas oferecidas ao senador.

A escritura da casa foi feita em Brasilândia, cerca de 50 km de Brasília. Questionado sobre a distância, Marco Aurélio Mello afirma não entender o motivo da distância entre a casa e local de entrega das documentações.

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“É estranho que não se tenha feito a escritura num cartório de Brasília propriamente dita”, afirmou ao Estado de S.Paulo

Em sua defesa, o titular da unidade, Allan Guerra, afirmou que tomou a atitude após a decisão de restrições da Lei de Proteção de Dados e alegou que não houve motivação política para a omissão das informações.

Outros membros do judiciário entendem que a atitude deverá ser investigada pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Território (TJDFT) ou pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) . As instituições judiciárias ainda não se pronunciaram sobre a possibilidade de abertura de inquérito.

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