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Tarifa de importação de pneus para transporte de cargas é zerada

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A partir de amanhã (21), os pneus para transporte de cargas entrarão no país sem pagar Imposto de Importação. A medida foi decidida pelo Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex), com o objetivo de reduzir os custos operacionais do transporte rodoviário de cargas no Brasil.

Em nota, o Ministério da Economia informou ter atendido a pedido do Ministério da Infraestrutura. A Camex informou ter ouvido empresas do setor que, informaram que os preços dos pneus de carga no mercado nacional têm ficado mais caros por causa da alta do dólar, do aumento da demanda pelo produto e pela elevação do preço das commodities (bens primários com cotação internacional).

A medida valerá a partir da publicação da resolução no Diário Oficial da União, nesta quinta-feira (21). Em 2020, 1,28 milhão de pneus novos de borracha, usados em caminhões, foram importados pelo Brasil, num total de US$ 141,8 milhões.

Edição: Aline Leal

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9 agências de veículos são autuadas por fraude em operação no Rio

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Polícia Civil e Procon-RJ realizam operação e 09 agências de veículos são autuadas
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Polícia Civil e Procon-RJ realizam operação e 09 agências de veículos são autuadas

Na manhã de terça-feira (02), policiais civis que atuam na Defesa do Consumidor (DECON) e agentes do PROCON/RJ , realizaram ação fiscalizatória em diversas agências de compra e venda de veículos na avenida Intendente Magalhães. A investigação iniciou após diversos consumidores terem procurado a Polícia Civil relatando irregularidades nos estabelecimentos.  

Verificou-se que o financiamento de crédito foi feito irregularmente, sem a anuência do consumidor. Em alguns casos, o valor solicitado pelo cliente era duas vezes menor que o efetivamente contratado, fazendo com que o consumidor adquirisse uma dívida fraudulenta e desproporcional.  

Em outros casos, o documento assinado pelo cliente no momento da solicitação de crédito não era o mesmo enviado para as financiadoras. Em alguns casos o empréstimo saia em nome de terceiros não participantes da relação contratual.

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Além das fraudes processuais, a ação visa apurar irregularidades administrativas praticadas pelos comerciantes.

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Todas as lojas vistoriadas apresentaram irregularidades nas suas ofertas online, tanto em sites próprios, como em sites destinados a anúncios de venda de automóveis. Constatado indício de propaganda enganosa, o valor dos veículos informados na internet era o correspondente à parcela a ser financiada e, somente ao final, com letras miúdas, era informado que deveria ser acrescentada uma entrada ao valor. Todas as publicidades induziam o consumidor a acreditar que o preço informado era do carro à vista. No entanto, os fiscais constataram que no momento de formalizar a compra, havia outro valor de tabela para cada veículo. Além disso, nenhuma loja exibia os preços dos veículos, e as informações no site não eram passadas de forma clara ao consumidor.

No site de uma das lojas fiscalizadas, o Renault Sandero era anunciado por um valor em torno de 36 mil reais, no entanto, na loja, o valor de tabela era cerca de 52 mil à vista. Numa outra, o Renault Duster era ofertado por aproximadamente R$56 mil, mas o seu valor real à vista na loja era quase R$81 mil. 

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Outro problema constatado em um dos locais, foi na hora da formalização do contrato. Caso o veículo fosse parcelado, o custo efetivo total do carro pulava para quase R$90 mil, mas isso não era informado ao consumidor. O contrato incluía o valor do parcelamento sem incluir os juros pagos à financeira, exibindo somente o valor das parcelas (cerca de 1700 reais) e a quantidade das prestações (48). Caso o consumidor não fizesse essa conta, acreditaria que o valor pago era cerca de R$53 mil e não os mais de R$88 mil, que representa o valor do financiamento somado à entrada.

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Petrobras: quatro conselheiros pedem para não serem reconduzidos aos cargos

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Diretores pedem para não continuar no conselho administrativo da empresa
Guia do Investidor

Diretores pedem para não continuar no conselho administrativo da empresa

Quatro membros do conselho de administração da Petrobras  pediram na noite de ontem (2) para não serem reconduzidos aos cargos após o fim do mandato . São eles: João Cox Neto, Nivio Ziviani, Paulo Cesar de Souza e Silva e Omar Carneiro da Cunha.

Em comunicado enviado ao mercado, Cox Neto e Ziviani agradeceram o convite para recondução ao Conselho, mas informaram que não poderão aceitar por “razões pessoais”.

A decisão foi comunicada após o presidente  Jair Bolsonaro  (sem partido) indicar o general Joaquim Silva e Luna para o comando da petroleira, no lugar de Roberto Castello Branco após discordâncias públicas sobre a política de preço dos combustíveis. O mandato de Castello Branco acaba em 20 de março.

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“Em virtude dos recentes acontecimentos relacionados às alterações na alta administração da Petrobras, e os posicionamentos externados pelo representante maior do acionista controlador da mesma, não me sinto na posição de aceitar a recondução de meu nome como Conselheiro desta renomada empresa, na qual tive o privilégio de servir nos últimos sete meses”, acrescentou Carneiro da Cunha Sobrinho, ex-presidente da Shell.

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