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Dívidas com Finam e Finor podem ser quitadas com até 70% de desconto

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Empresas do Norte e Nordeste do país já podem renegociar suas dívidas com os Fundos de Investimento da Amazônia (Finam) e do Nordeste (Finor), administrados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR). O prazo para renegociação dos débitos vai até 18 de dezembro. A portaria que disciplina procedimentos, requisitos e condições necessárias para a quitação e a renegociação das dívidas foi publicada na edição desta quarta-feira (20) do Diário Oficial da União (DOU), assinada pelo ministro Rogério Marinho. 

Segundo o governo, a medida permite a quitação das debêntures (títulos de dívidas de empresas) com descontos que podem chegar a até 70% do valor total do débito no caso de quitação, com a possibilidade de exclusão de encargos e de juros de mora por inadimplência. Para quem pretende renegociar os débitos, a extensão do pagamento poderá ser feira em até sete anos, incluídos dois anos de carência. Em qualquer caso, informou o MDR, será estabelecida uma nova base de cálculo de indexação da dívida, aproximando a realidade desses fundos ao praticado no mercado. A renegociação deve ser feita diretamente com a instituição financeira, que são o Banco do Nordeste (Finor) e o Banco da Amazônia (Finam).

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De acordo com o MDR, em nota, a portaria atende uma demanda histórica de empresários do Norte e Nordeste, uma vez que o índice de inadimplência das carteiras de debêntures do Finam e Finor chega a 99% “em consequência da complexidade do sistema, da alta carga moratória de juros e da insegurança jurídica causada por várias mudanças legais, principalmente entre 1991 e 2000”. Atualmente, a dívida de empreendedores com os dois fundos chega a R$ 49,3 bilhões. A meta do governo é atender mais de 1,7 mil empresas e renegociar entre R$ 1,5 bilhão e R$ 5 bilhões, com retorno para os fundos de R$ 400 milhões a R$ 1 bilhão.

Para participar, as empresas devem ter recebido o Certificado de Empreendimento Implantado (CEI), estarem com projetos em implantação regular ou terem tido incentivos financeiros cancelados por fatores externos. A renegociação de dívidas permite ao devedor limpar seu nome perante as instituições bancárias e retirar possíveis restrições para tomada de crédito em outras modalidades oferecidas.

Edição: Aline Leal

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Funcionário do Pão de Açúcar é afastado após denúncia de agressão contra criança

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Rede de supermercados já é investigada por outros dois casos de agressão em SP
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Rede de supermercados já é investigada por outros dois casos de agressão em SP

A Polícia Civil de São Paulo investiga um funcionário da rede de supermercados Pão de Açúcar suspeito de agredir uma criança de 11 anos. O caso aconteceu na noite de terça-feira (02), na unidade do bairro Pinheiros, bairro nobre da zona oeste de São Paulo .

De acordo com as investigações, o jovem teria sido acusado pelo funcionário de furto e foi, supostamente, agredido por socos quando saía do estabelecimento. Testemunhas informaram que a briga foi apartada após entregadores de aplicativo se envolverem na discussão.

Um cartunista do jornal Folha de S.Paulo presenciou a discussão. Ao jornal, João Montanaro afirmou que não houve ação dos seguranças do supermercado.

“Quando olho pela janela, no meio da rua, em frente ao estacionamento do mercado, tem um cara com uma camiseta da cor do mercado segurando uma criança negra com uns 11 ou 12 anos, que tinha uma sacola na mão. Eles estão se atracando na rua e o cara dá um soco na cabeça da criança, que estava tentando se desvencilhar”, disse à Folha .

O supermercado Pão de Açúcar informou que afastou o funcionário envolvido e que fará uma investigação interna sobre as acusações.

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirmou que foi aberto um inquérito para investigar a suspeita de furto contra a criança. A SSP ressaltou que também irá apurar as denúncias de agressão. 

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Apesar da queda de 4,1% do PIB, Guedes comemora resultado; saiba mais

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, comemorou o resultado da economia brasileira em 2020.  O País teve retração de 4,1% no PIB (soma das riquezas produzidas no País). A queda estimada era muito menor 

A interlocutores, Guedes diz que o Brasil teve o terceiro melhor resultado no quarto trimestre do ano passado entre as economias mundiais, atrás apenas da China, com crescimento 6,5% nos últimos três meses do ano, e de Israel, com queda de 0,4%. O Brasil caiu de 1,1% no quarto trimestre.

Guede também comemora a colocação do PIB brasileiro em escala internacional. O país ocupa o décimo lugar, atrás da China, o único País que cresceu em ano de pandemia (2%), Coreia do Sul, Noruega, Indonésia, Israel, Polônia, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Estados Unidos. Todos tiveram retração menor do que a do Brasil. 

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Na mesma classificação, o Brasil ficou na frente de grandes economias como Alemanha (-5.3%), Japão (-4,8%) e Reino Unido (-9,9%).

O ministro atribui o  “bom resultado” às medidas de proteção ao comércio e ao comércio e ao auxílio emergencial. 

A previsão do Ministério da Economia para o crescimento do País em 2021 é de 3,6%, mas pode haver revisões devido ao andamento da vacinação e reformas.

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