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Enem 2020: ministro da Educação diz que abstenção foi de 51,5%

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Reprodução/Facebook Inep

Enem Caneta

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, afirmou, na noite deste domingo (17), que a realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 em meio à pandemia foi algo “vitorioso”. Além disso, ele também afirmou que o índice de abstenção ficou em 51,5%.

“Eu quero registrar minha gratidão e qualificar o Enem no meio da pandemia como algo vitorioso, para não atrasar ainda mais a vida de milhões de estudantes e é isso que nós procuramos”, afirmou.

Apesar do índice de 51,5% ainda ser preliminar, ele já representa o maior percentual em toda a história do Enem. Segundo Ribeiro, o alto índice ocorreu “em parte pela dureza e questão do medo da contaminação, em parte de um trabalho de mídia contrário ao Enem muito grande, isso é fato.”

Segurança do exame 

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, ressaltou que a aplicação foi “tranquila do ponto de vista da saúde sanitária.”

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“Não teve nenhum local de prova interditado. Reafirmamos aqui nosso compromisso de uma realização de uma prova com segurança do ponto de vista sanitário. As normas e procedimentos de segurança estabelecidos pelo Inep foram cumpridos durante a execução da prova”, afirmou Lopes.

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Questionado sobre os candidatos barrados nas salas de prova porque elas estavam com lotação acima de 50%, o presidente do Inep afirmou que os casos ocorreram em 11 dos mais de 14.447 locais de prova.

“Qualquer participante que se sentiu prejudicado, a partir de 25 de janeiro, como está previsto no edital, poderá pedir a reaplicação nos dias 23 e 24 de fevereiro”, afirmou Lopes.

Balanço detalhado do Enem 2020:

  • 58 cidades terão reaplicação da prova: 56 no Amazonas e 2 em Rondônia
  • Nesta edição, 10.171 pessoas pediram para participar da reaplicação por terem sintomas de doenças respiratórias.
  • Enem foi feito em 1.689 municípios, 14.447 locais de prova e 201.380 salas de provas.
  • Para este primeiro dia, houve 5.523.029 inscritos: 2.680.697 estiveram presentes (48,5%) e 2.842.332 (51,5%) estiveram ausentes.
  • 2.967 participantes foram eliminados por portar equipamentos eletrônicos, saírem da sala antes do hora´rio permitido, entre outros.
  • 69 foram afastados por “ocorrências logísticas”, como emergências médicas ou interrupção de energia elétrica.
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Aras apura se Pazuello cometeu falsidade ideológica e fraude processual; entenda

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Procurador Geral da República, Augusto Aras
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Procurador Geral da República, Augusto Aras

 O procurador-geral da República, Augusto Aras , iniciou uma apuração para averiguar se Eduardo Pazuello cometeu fraude processual e falsidade ideológica em primeiro documento sobre o Plano Nacional de Imunização.

Aras apura a inclusão da assinatura de vários pesquisadores na primeira versão do  PNI . Segundo nota divulgada posteriormente pelos pesquisadores, eles não assinaram e nem sequer tiveram acesso ao documento.

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O PGR informou que já tramita na PGR uma investigação preliminar do relatado pela deputada Natália Bonavides (PT-RN) sobre o fato.

“Nesta Procuradoria-Geral da República já tramita Notícia de Fato destinada à averiguação preliminar do acontecimento ora relatado pela Deputada Federal noticiante (…) Eventual surgimento de indícios razoáveis de prática criminosa pela autoridade noticiada ensejará, pois, a adoção das providências necessárias à persecução penal”, afirmou Aras.

O ministro da Saúde também é investigado pela PGR pela atuação na crise sanitária de Manaus; o estado sofreu com a falta de oxigênio e pacientes morreram asfixiados.

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‘Se o Ministério da Saúde não é negacionista, demonstre com ações’, diz Pacheco

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Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
Jefferson Rudy/Agência Senado

Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

O Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) afirmou que o Ministério da Saúde precisa provar que não é negacionista com ações. A declaração foi dada no final de uma audiência pública no Senado que contou com a presença do diretor-executivo do ministério, Élcio Franco, e com o presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres.

“O que me chamou atenção nessa audiência pública: a fala do secretário executivo do Ministério da Saúde representando o Ministério da Saúde. A fala do diretor presidente da Anvisa falando o que precisa ser feito na pandemia: uso de máscara, higienização das mãos, distanciamento social .”

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Esses são exemplos que nós esperamos que os homens públicos deste país tenham e deem para a população brasileira, que já está plenamente consciente do que precisa ser feito: usar máscara, higienizar as mãos, evitar aproximações e aglomerações até que essa tempestade terrível possa passar”, completou o presidente do Senado.

“E é isso o que nós esperamos. Uma fala precisa do secretário executivo, coronel Élcio, de que o Ministério da Saúde não é negacionista . Demonstre não ser negacionista com as suas ações, com exemplo a ser dado para a população brasileira. É isso o que nós esperamos”, concluiu.

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