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Polícia Federal deflagra Operação Despudor no Acre para investigar publicações de abusos sexuais de criança na internet

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 Rio Branco/AC – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira, 14, em Rio Branco/AC, a “Operação Despudor”, a fim de cumprir dois Mandados de Busca e Apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Rio Branco, em face de suspeito de abusar sexualmente de uma criança e publicar posteriormente em redes sociais.

As investigações versam acerca de condutas de um suspeito dos crimes: (I) estupro de vulnerável, (II) produção de vídeo contendo pornografia infantil e (III) armazenamento e compartilhamento do referido material. O relatório foi produzido com base em informações enviadas pelo NCMEC – NATIONAL CENTER FOR MISSING AND EXPLOITED CHILDREN. Esta é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que recebeu apoio do Governo norte-americano, para estabelecer um mecanismo centralizado de recebimento de “denúncias” sobre crimes relacionados a abuso sexual infantil e desaparecimento de crianças.O trabalho do grupo consiste em receber alertas de prestadores de serviços de conexão e internet de suspeita de exploração sexual infantil que trafeguem em suas redes. Os casos suspeitos são encaminhados à Polícia Federal para investigação.

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Durante a operação foi encontrado material pedopornográfico no celular do suspeito. O investigado responderá conforme previsto nos artigos 217-A do Código Penal e 240, §2º, inciso III e 241-A e 241-B do Estatuto da Criança e Adolescente.

Em consideração a pandemia causada pela COVID-19, todas as cautelas foram tomadas.

 

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre

Contato: (68) 3212-1200 / 3212-1211/ 3212-1213
E-mail: [email protected]

 

*** O caso foi denominado “despudor”, em razão de o suspeito, sem nenhum receio ou vergonha, publicou abertamente em rede sociais o abuso sexual praticado em face de uma criança. 

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PF e PM combatem organização criminosa especializada em roubo a bancos

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Ponta Grossa/PR – A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar do Paraná, deflagrou a segunda fase da Operação Resposta. Cerca de 50 policiais federais e policiais militares cumprem um mandado de prisão preventiva e cinco mandados de busca e apreensão, em Curitiba e região metropolitana.

As investigações foram iniciadas em 21/2/20, após a ação de uma organização criminosa que usou explosivos para roubar uma agência bancária na cidade de Telêmaco Borba/PR. Na ocasião houve confronto e um policial militar foi morto.

Ações conjuntas resultaram na prisão de diversos assaltantes de banco, apreensão de fuzis, coletes balísticos, drogas, dinheiro e documentos falsos.

Nesta fase da operação o alvo é uma das lideranças da organização criminosa, que tem um extenso currículo na área de assalto a banco, sendo suspeito de participar de grandes roubos a bases de valores, sempre na modalidade “Tomada de Cidades”.

O preso será encaminhado para a Superintendência da Polícia Federal em Curitiba/PR.

 

Comunicação Social da Polícia Federal no Paraná

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Contato: 41-3251-7809

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PF combate comércio ilegal de pássaros silvestres em Minas Gerais

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Varginha/MG – A Polícia Federal deflagrou hoje, 26/1/2021, em conjunto com a Polícia Militar de Minas Gerais e o IBAMA, a Operação “UIRAPURU”, para combater crimes de uso de selo ou sinal público falsificado, de associação criminosa, além de crime ambiental, em Campo Belo/MG. Foram cumpridos 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pela Justiça Federal de Lavras/MG e pela Justiça Estadual de Campo Belo.

As investigações identificaram que pessoas radicadas naquele município estariam capturando espécimes de pássaros da fauna nativa e promovendo sua marcação com anilhas falsificadas, para posterior comercialização na região Sul de Minas Gerais. Alguns dos investigados possuem registro no IBAMA como Criador Amador de Espécimes Passeriformes da Fauna Silvestre (CAP). Anilhas são categorizadas como selo público e somente podem ser confeccionadas por fábricas cadastradas no IBAMA, conforme especificações técnicas estabelecidas pelo órgão.

Os investigados responderão por crime previsto na Lei dos Crimes Ambientais, consistente na guarda, mantença em cativeiro e comércio de espécimes da fauna silvestre, nativa ou em rota migratória, bem como produtos e objetos dela oriundos, provenientes de criadouros não autorizados ou sem a devida permissão (artigo 29 da Lei nº 9.605/98); uso de anilhas falsificadas colocadas em espécimes capturadas (artigo 296, §1º, inciso I, do Código Penal); e associação criminosa (artigo 288 do Código Penal); podendo cumprir até dez anos de prisão, se condenados.

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Haverá coletiva de imprensa às 10h45 na sede da Delegacia Regional de Polícia Federal em Varginha (Av. Princesa do Sul, nº 1600, bairro Rezende).

 

Comunicação Social da Polícia Federal em Varginha/MG

Contato: [email protected]

www.pf.gov.br

(35) 3229-4101

 

*** O nome da Operação, na linguagem tupi-guarani, significa “ave da floresta”.

 

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