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Parlamentar do PSL chama deputadas de “deputéricas”; caso vai para conselho

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Deputado Bibo Nunes fez ofensa machista a parlamentares mulheres
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputado Bibo Nunes fez ofensa machista a parlamentares mulheres

O deputado federal Bibo Nunes (PSL-RS), da base do governo de Jair Bolsonaro, chamou as parlamentes Sâmia Bomfim (PSOL-SP), Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Érika Kokay (PT-DF) de histéricas e as classificou como “deputéricas”.

“Deputadas histéricas, vou criar um neologismo: ‘Deputérica’. Quando eu falar “Deputérica”, estarei me dirigindo a uma Deputada histérica, que não tem posicionamento, que não tem bom senso e que não se enquadra dentro do decoro parlamentar”, disse, durante a votação da medida provisória da Casa Verde e Amarela .

A fala culminou em críticas por parte da bancada feminina da Casa, e o caso foi levado ao Conselho de Ética da Câmara.

A líder do PSOL, Sâmia Bomfim (SP) , rebateu a fala. “Um deputado da base do governo foi à tribuna para chamar as mulheres deputadas de histéricas e as ofendeu, nos ofendeu, desqualificou completamente o nosso papel no debate político, na intervenção parlamentar e ainda criou um apelido ridículo, indecoroso, machista e inadmissível”, disse.

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A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) respondeu que pessoas histéricas possuem distúrbios emocionais ou psíquicos. “Parece-me que é o deputado quem precisa de tratamento, porque isso se chama misoginia, aversão às mulheres. Isso é uma forma de agressão, de falta de decoro. Isso merece, de fato, uma análise do Conselho de Ética .”

O caso repercutiu também no twitter. A deputada Tabata Amaral (PDT-SP) twittou críticas a Bibo Nunes. “É inadmissível que um parlamentar, em plena sessão, chame deputadas da oposição de “histéricas” e “deputéricas”. A discordância e o debate são da democracia. Via Secretaria da Mulher, denunciaremos a fala e postura machista de @bibonunes1 à Corregedoria e Comissão de Ética”, disse.

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Pazuello sairá do Ministério da Saúde antes do fim do inquérito, avalia STF

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Ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello
Carolina Antunes/PR

Ministro interino da Saúde, general Eduardo Pazuello

O Supremo Tribunal Federal (STF) avalia que o inquérito aberto para investigar as ações do general Eduardo Pazuello à frente do Ministério da Saúde acabará com sua responsabilização criminal. Segundo a corte, o ministro deve ser afastado antes mesmo do término do inquérito. 

Segundo apuração da CNN Brasil, Pazuello deve deixar o carco para que o governo consiga amenizar o desgaste da investigação.

Assim, o general da ativa teria o mesmo destino que o ministro da Educação Abraham Weintraub, que deixou o Ministério da Educação no ano passado após conflito com o STF.

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Na Corte, o que se fala é que a tendência é a de que Pazuello seja incluído no que se chama no universo jurídico de “dolo eventual”, isto é, quando o agente não tem interesse em produzir dano, mas com suas ações ele assume um risco.

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Consta no inquérito do Supremo, por exemplo, documentos que mostram que o Ministério da Saúde foi avisado com antecedência da falta de oxigênio em Manaus. Pelo menos 50 pessoas morreram pela falta do insumo.

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Militares do exército são presos por fraudar documentos de armas no DF

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Armas apreendidas pela Polícia Civil do Distrito Federal. Elas pertenciam a uma quadrilha do exército que teria fraudado  o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs).
Polícia Civil/Divulgação

Armas apreendidas pela Polícia Civil do Distrito Federal. Elas pertenciam a uma quadrilha do exército que teria fraudado o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs).

A Polícia Civil do Distrito Federal e o Exército Brasileiro prenderam nesta terça-feira (26) pelo menos nove integrantes de uma quadrilha composta por militares da ativa que teriam fraudado o Certificado de Registro de Arma de Fogo a Caçadores (Cacs), a fim de facilitar a compra de armamento para beneficiados pelo esquema.

A polícia cumpriu 26 mandados de busca e apreensão e prisões nas cidades satélites de Samambaia, Ceilândia, Riacho Fundo, Planaltina, Cidade Estrutural, Núcleo Bandeirantes e Gama, todas no Distrito Federal, e em Luziânia, em Goiás. 

Durante a operação,  diversas armas com elevado poder de fogo, como fuzis e pistolas de grosso calibre foram apreendidas. Além da Polícia Civil, viaturas da Polícia do Exército foram até endereços ligados aos militares e demais integrantes do grupo criminoso. 

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De acordo com as investigações, foram identificadas, até o momento, 18 pessoas que integram o grupo que facilita o documento de posse, porte e comercialização clandestina de armas.

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