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Fernanda Ribeiro fala sobre fintechs e novos bancos em live do iG nesta 5º

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Fernanda Ribeiro
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Fernanda Ribeiro, convidada do programa Brasil Econômico ao Vivo desta quinta-feira

Nesta quinta-feira (26), a partir das 17h, o Brasil Econômico ao Vivo recebe a Presidente da Associação AfroBusiness e co-fundadora e CCO da Conta Black, Fernanda Ribeiro , para falar sobre os novos bancos e as Fintechs no Brasil. O programa faz parte de projeto de lives que acontecem sempre às quintas.

Formada em turismo e pós graduada na área de comunicação corporativa, Fernanda é líder de diversidade da Associação Brasileira de Fintechs e Embaixadora Rede Ibero Americana de Mulheres em Fintech. Venceu o Prêmio Empregueafro Talento da Diversidade e o Prêmio CITI Jovens Empreendedores na categoria Organização Social Mais Transformadora. 

Reconhecida na lista dos 50 profissionais Hustlers a serem seguidos segundo a Gama Academy , dedica-se também ao desenvolvimento de ações e programas para fomento da diversidade, inclusão econômica e social relacionados às temáticas de gênero e étnico-raciais, com ênfase em empreendedorismo e finanças.

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Curadora dos programas Startup A e E-commerce Social , atuou em empresas multinacionais nas áreas de qualidade, e-commerce, experiência do cliente, treinamento e comunicação interna.

Lives do Brasil Econômico

As entrevistas sempre contam com participação de jornalistas convidados e são transmitidas simultaneamente no perfil do Facebook do iG e no canal do YouTube . Internautas poderão interagir e mandar perguntas durante a entrevista.

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Pandemia gerou perda equivalente a 11 milhões de empregos no Brasil

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Covid-19 gerou perda de empregos no Brasil e no mundo
Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Covid-19 gerou perda de empregos no Brasil e no mundo

A pandemia de Covid-19 gerou a perda do equivalente a 11 milhões de postos de trabalho no Brasil, indica a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Os dados estão presentes em seu informe anual, divulgado nesta segunda-feira (25), que será usado para debate durante o Fórum Econômico Mundial de Davos .

“O continente americano é a região mais afetada pela crise da covid-19, registrando uma perda total de 13,7% em termos de horas de trabalho durante 2020”, informa o relatório.

Aqui no Brasil , a perda de horas de trabalho foi de 15% ao longo do ano, o que seria o equivalente a 11,1 milhões de postos de trabalho. Esse é o quarto maior valor bruto em todo o mundo.

O número de horas de trabalho perdidas pela pandemia incluem as pessoas que foram demitidas, as que abandonaram o mercado de trabalho e as que tiveram suas cargas de trabalho reduzidas.

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Os dados da OIT mostram que o tombo no Brasil foi quase o dobro do registrado mundialmente. Se por aqui se perdeu 15% dos empregos, no mundo essa taxa foi de 8,8%.

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Globalmente, essa taxa representa 255 milhões de empregos em tempo integral, fazendo com que a crise econômica causada pela pandemia de Covid-19 seja a pior desde os anos 1930.

Renda também caiu

Além de perder postos de trabalho, o Brasil também teve perda de renda do trabalhador acima da média global. Por aqui, o declínio na renda do trabalho foi de 21% no segundo trimestre de 2020. No mundo, essa taxa foi de 8,3% – o equivalente a US$ 3,7 trilhões ou 4,4% do Produto Interno Bruto (PIB) Global.

No Brasil, os trabalhadores de baixa e média qualificação viram suas rendas caírem mais (28%) do que os mais qualificados (17,9%). “Isso em parte reflete o maior escopo de teletrabalho entre os trabalhadores altamente qualificados. Os trabalhadores em ocupações de média qualificação (administrativos, de serviços e de vendas, agrícolas, artesanais e afins, e trabalhadores de máquinas e instalações) e de baixa qualificação sofreram perdas comparativamente maiores na renda do trabalho pós-suporte do que os trabalhadores altamente qualificados”, explicou a OIT.

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A diferença também é existente quando o assunto é gênero . No país, as mulheres sofreram maiores perdas na renda do trabalho (22%) do que os homens (20%).

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Após saída de presidente, governo defende privatização da Eletrobras

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Governo volta a defender privatização da Eletrobras
Agência Brasil

Governo volta a defender privatização da Eletrobras

O ministério de Minas e Energia divulgou, nesta segunda-feira (25), uma nota na qual defende a privatização da Eletrobras . O texto foi distribuído depois que o presidente da estatal, Wilson Ferreira Junior, renunciou ao seu cargo .

Ferreira Junior alegou questões pessoais para deixar o posto, mas a saída dele levantou dúvidas sobre o plano de privatização da estatal, que o governo chama de “capitalização”.

“O governo federal entende que a capitalização da Eletrobras é essencial e necessária para a recuperação de sua capacidade de investimento”, diz a nota do ministério.

O processo de privatização proposto pelo governo prevê a capitalização da empresa de forma a diluir o controle da União sobre a empresa. É uma forma de arrecadar recursos tanto para o governo quanto para a própria companhia investir.

“Com a capitalização, a Eletrobras se tornará uma corporação brasileira de classe mundial, com capital pulverizado, focada em geração, comercialização e transmissão de energia elétrica, tornando-se uma das maiores empresas de geração renovável do mundo”, acrescenta a nota.

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A privatização da estatal foi proposta inicialmente em 2017, ainda durante a gestão do ex-presidente Michel Temer , e foi mantida pelo governo Jair Bolsonaro . Mesmo assim, o projeto enviado ao Congresso não avançou por forte resistências políticas dos parlamentares, incluindo aliados do governo.

Ferreira deixará a empresa em março, mas seu substituto ainda não foi escolhido. A renúncia vem após candidatos à presidência da Câmara e do Senado sinalizarem que privatização da empresa não será prioridade neste ano. O executivo vinha dizendo a pessoas próximas que deixaria a empresa se percebesse que o governo não encamparia mais a venda da estatal .

Na nota, o ministério agradeceu os trabalhos feitos por Ferreira Junior. “Durante os quatro anos e meio em que presidiu a empresa, Wilson liderou um processo de melhoria da eficiência operacional, a qual será mantida. Desta forma, será dado prosseguimento às ações de redução de custos e de aprimoramento da estratégia de sustentabilidade da Eletrobras”, diz o texto.

Segundo o ministério, Ferreira Junior permanecerá como membro do Conselho de Administração da estatatal. “O Ministério de Minas e Energia reafirma seu compromisso para tornar a Eletrobras mais forte, mais eficiente e mais competitiva, contribuindo, desta forma, para fomentar o desenvolvimento do setor elétrico e proporcionar maiores investimentos, gerando emprego e renda para a população brasileira, com menores custos para o consumidor de energia”.

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