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Ministério da Justiça contabiliza 82 prisões no segundo turno

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Agência Brasil

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Além das prisões, oito inquéritos já foram instaurados e 37 termos circunstanciados foram lavrados


Balanço publicado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, registra que, até as 19h deste domingo de eleições, 361 ocorrências foram registradas e 82 prisões ou conduções foram realizadas. Além das prisões, oito inquéritos já foram instaurados e 37 termos circunstanciados foram lavrados. Segundo a pasta, uma arma e oito veículos foram apreendidos até o momento, além de R$ 20 mil e diversos materiais de campanha.


Dos 257 crimes eleitorais registrados até o momento, 83 foram por boca de urna; 12 por compra de votos; cinco por concentração de eleitores; 97 por desobediência às ordens da Justiça Eleitoral; 48 por desordem que prejudique os trabalhos eleitorais; um por falsidade ideológica; dois por “fatos e imputações inverídicas” (fake news); sete por impedimento ou embaraço ao exercício do voto; e dois por transporte de eleitores.

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Há também 76 ocorrências de indicações de desinformação sobre o processo eleitoral. Entre os 16 incidentes de segurança pública e defesa social, seis foram por bloqueio de vias; quatro por atendimentos de urgência e emergência; quatro por falta de energia; e dois por manifestações.

Integrantes da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Ministério da Defesa, Tribunal Superior Eleitoral, representantes dos estados e de outros órgãos do governo federal têm acesso às ocorrências. A Operação Eleições 2020 conta com efetivo de 96.879 agentes e o apoio de 14.556 viaturas.

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ONU defende que Brasil e Índia devem receber autorização para produzir a vacina

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Secretário-geral da ONU
Carlo Allegri/Reuters

Secretário-geral da ONU

Antonio Guterres, secretário-geral da ONU , fez um apelo para que as empresas farmacêuticas com a licença de produzir as vacinas contra a covid-19 concedam uma permissão para que Brasil e Índia possam produzir doses dos imunizantes do novo coronavírus . As informações foram apuradas pelo Jamil Chade, colunista da Uol. 

Durante o Fórum Econômico Mundial, que acontece esse ano de maneira virtual, Guterres reiterou que é de extrema importância que as vacinas não fiquem apenas pelos países ricos. Porém ressalta que, enquanto a produção das doses ficar restrita somente nesses locais, a fabricação e distribuição não acontecem de forma igualitária.  

Para que isso não ocorra, certos acordos e patentes deveriam ser quebrados para que outros países com capacidade e estruturas para elaborar o imunizante recebem a liberação necessária para sua produção. Segundo o chefe da diplomacia da ONU, Brasil e Índia tem uma “enorme capacidade” de produção. 

Nesta segunda (25), fabricantes da vacina registraram suas patentes, mostrando que não estão dispostos a ceder tão facilmente em liberar a produção em larga escala. Tal atitude, dificulta que outros laboratórios possam produzir genéricos da vacina .  

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“Precisamos de vacinas para todos. Em um tempo recorde, a ciência produziu vacinas. Mas o desafio é fazer uma maior distribuição. Essa será a forma mais rápida para reabrir a economia mundial. Mas essas vacinas chegam rapidamente aos países ricos, e nada aos pobres. Se eles (países ricos) acham que vão estar seguros, estão enganados”, disse o chefe da ONU. 

Guterres ainda declara sobre a importância de o mundo produzir e distribuir os imunizantes o quanto antes, para que mutações do vírus não sejam uma nova realidade a ser enfrentada pela população mundial. “Há um risco real de mutação. Precisamos agir rapidamente”, disse. 

O Brasil sempre se destacou como um dos líderes a buscar novas formas de garantir que a população mundial receba medicamentos. Quando foi preciso, o país quebrou patentes e faz acordos com empresas farmacêuticas mundiais para conseguir uma maior produção. Uma postura contrária mostrada no enfrentamento a pandemia da covid-19. 

Na OMC, o Brasil fez parte de um grupo que foi contra a uma proposta da Índia em suspender todas as patentes de vacinas até o final da pandemia. Assim, ajudaria países que apresentam a estrutura necessária de ajudar na fabricação das vacinas. Entre os emergentes, apenas o Brasil foram contra o plano. 

Com a chegada de doses da vacina vindas da Índia, no final da semana passada, o governo de Nova Déli declarou que foi justamente o veto do plano de ação proposto pelo país que impediu a produção em larga escala do imunizante. 

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Saiba como será a nova fase de vacinação no Rio de Janeiro

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Saiba como será a nova fase de vacinação no RJ
O Antagonista

Saiba como será a nova fase de vacinação no RJ

Com o novo lote de vacinas, agora da Oxford/AztraZeneca , a prefeitura do Rio de Janeiro , vacinará todos os profissionais de saúde idosos da cidade, ou seja, com 60 anos ou mais, além de terminar a vacinação de profissionais que atuam na linha de frente do combate ao Coronavírus.

As categorais prioritárias são amplas e haverá vacinas ainda para biólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais e profissionais de educação física. Outras novidades são os funcionários envolvidos na realização de exames de Covid-19 e os do sistema funerário que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados. As novas vacinas recebidas pelo governo estadual do Rio estão sendo distribuídas para os 92 municípios do estado nesta segunda e, das 185 mil doses, a capital receberá 76.530.

A campanha começa nesta quarta (27), nos 236 centros municipais de saúde e clínicas da família, e a previsão é que dure uma semana. Apesar da confirmação da Secretaria estadual de Saúde ( SESS ) de que todas as doses da AztraZeneca seriam aplicadas de uma vez, diferente da vacinação da Coronavac, em que metade do lote foi guardado já que o intervalo entre suas vacinas precisa ser de até 28 dias, a prefeitura afirmou que ainda está aguardando um posicionamento oficial do Ministério da Saúde para definir sua estratégia própria.

Confira as perguntas e respostas sobre a nova fase de vacinação:

Quando começa a nova fase de vacinação?

Na quarta-feira (27). A previsão é que a data seja a mesma de início em todos os municípios da cidade. Vale destacar que, na quarta, ainda estarão sendo vacinados os profissionais de saúde de emergência da capital, pela primeira fase da vacinação, com as doses de Coronavac.

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Quem será vacinado na nova fase?

Nesta fase, serão contemplados, com a devida comprovação, as seguintes categorias de profissionais idosos (com 60 anos ou mais): médicos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, biólogos, biomédicos, farmacêuticos, odontólogos, fonoaudiólogos, psicólogos, assistentes sociais, profissionais de educação física, médicos veterinários e seus respectivos técnicos e auxiliares.

Outras duas categorias serão novidade, nessa fase: funcionários do sistema funerário que tenham contato com cadáveres potencialmente contaminados e trabalhadores que realizam exames de Covid-19. Além disso, será finalizada a vacinação dos funcionários de urgência e emergência das unidades hospitalares envolvidos no atendimento à covid-19.

Como será feito o controle?

A prefeitura informou que os profissionais de saúde precisam apresentar “documentação e comprovante de seus conselhos de classe”.

Onde serão aplicadas as vacinas?

Diferentemente da primeira fase, em que as vacinas foram, na sua maioria, até o local de trabalho dos profissionais ou aos asilos, dessa vez os profissionais de saúde deverão se dirigir a uma das 236 clínicas da família e centros municipais de saúde da cidade. A prefeitura, no entanto, ainda não detalhou se haverá calendário com dias específicos para cada categoria.

Será necessário agendamento prévio?

Até aqui, a prefeitura não apresentou nenhuma necessidade de cadastro ou agendamento. Como a vacinação está, ainda, restrita a categorias específicas, não há nenhum tipo de site para cadastros abertos à população geral.

Os novos grupos receberão a vacina da Coronavac ou de Oxford/AztraZeneca?

Segundo a prefeitura, nessa nova fase a pessoa receberá qualquer uma das duas vacinas, de acordo com a disponibilidade. Mas, como já foram vacinados cerca de 60 mil pessoas na cidade, com a Coronavac, a nova fase de vacinação terá mais oferta de doses de Oxford/AztraZeneca;

As doses de Oxford/AztraZeneca serão aplicados de uma só vez?

Como o intervalo entre as doses de Oxford/AztraZeneca pode ser de até 90 dias – ou seja, um período três vezes maior que o intervalo da vacina Coronavac – há indicativo de que todas as 176 mil doses que o estado recebeu sejam aplicadas de uma só vez.

A Secretaria estadual de Saúde afirmou que entregará todas as doses recebidas de uma só vez para os municípios, com essa finalidade (com exceção de uma reserva estratégica de 4%). Mas, a prefeitura afirmou que ainda está aguardando um posicionamento oficial do Ministério da Saúde para definir a sua estratégia de aplicação, e se fará reserva de metade das doses, por conta própria, ou não.

Quando a Secretaria estadual enviará a segunda remessa de doses da Coronavac?

Na primeira fase de vacinação, o governo estadual enviou aos municípios metade das 487 mil doses de vacinas Coronavac. A segunda metade ficou guardada na central da Secretaria estadual de Saúde (SES) e a previsão é de distribuição na semana que vem. Já a estratégia das doses Oxford/AztraZeneca foi diferente. Nesse caso, a pasta fez uma reserva estratégica de apenas 4,8% das 185 mil doses recebidas, restando 176.220 para envio aos municípios.

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