conecte-se conosco


Carros

Seguro DPVAT: motorista pode ficar isento de cobrança até 2022

Publicado

Carros


source

Carro Esporte Clube

undefined
Thiago Ventura

Seguro DPVAT: motorista pode ficar isento de cobrança nos próximos dois anos

O obrigatório Seguro DPVAT (Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de via Terrestre) pode ser isento para os motoristas brasileiros nos próximos dois anos. Essa é uma das alternativas que a Superintendência de Seguros Privados (Susep) está analisando para resolver o imbróglio criado pela gestão do seguro obrigatório feita pela Seguradora Líder. O pagamento anual do Seguro DPVAT , é obrigatório para o proprietário estar com o documento do veículo ( Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo – CRLV) em dia.

Atualmente o valor do Seguro DPVAT é desde R$ 5,21 para automóveis até R$ 12,25 para motocicletas. Porém, o valor já chegou a quase R$ 300 no caso das motos. Esse seguro obrigatório é controlado pela Líder, um consórcio de várias seguradoras. Porém, em assembleia realizada na última terça-feira (24), as empresas decidiram acabar com a Líder a partir de 1º de janeiro de 2021. A Líder é alvo de várias ações por suspeita de irregularidades na gestão dos valores arrecadados

A própria Superintendência de Seguros Privados (Susep) notificou a Seguradora Líder no último dia 18 a devolver R$ 2,25 bilhões referente a 2.119 despesas consideradas irregulares pela fiscalização. Essas operações foram executadas com recursos públicos do seguro DPVAT entre os anos de 2008 e 2020.

Veja Também  Veja 5 versões da Toyota Hilux que não temos no Brasil

Com o fim das operações do Consórcio DPVAT, a Susep terá que encontrar uma forma de manter a cobertura dos acidentes. Segundo apuração do jornal Folha de S. Paulo , uma das alternativas é isentar do pagamento os proprietários em 2021 e 2022. Essa operação iria consumir a reserva excedente da Seguradora Líder e a gestão do pagamento das apólices e reembolsos ficaria com algum órgão federal, até que a questão seja resolvida. Como o Seguro DPVAT é previsto em lei, eventuais alterações na estrutura precisam passar pelo Congresso Nacional.

Falcatruas por trás do Seguro DPVAT

Na recente intimação contra a Líder feita pela Susep, os valores foram apurados por uma fiscalização específica determinada em dezembro do ano passado, e se baseou na análise de informações constantes em relatórios de investigação forense, de auditoria e de fiscalizações realizadas pela Susep na gestora dos recursos do Seguro DPVAT entre 2008 e 2019.

A fiscalização confirmou a ocorrência de transações com recursos do seguro DPVAT sem evidência de que a prestação de serviço tenha sido realizada, sem cotação de preço, sem documentação fiscal ou comprovantes de pagamentos. Foram apuradas despesas não relacionadas com a operação do seguro DPVAT, como doações e patrocínios, pagamento de multas (judiciais ou administrativas), festas de fim de ano, viagens, hospedagens e consultoria sobre oportunidades de negócios no mercado, entre outras situações.

Veja Também  Cotada para o Brasil, Ram 1500 TRX será leiloada nos EUA

Foram identificadas, ainda, operações com organizações vinculadas a membros da direção da Líder quando exerciam a função e com familiares de executivos, bem como pagamentos com sobrepreço, ausência de fiscalização da realização dos serviços contratados e ainda situações com duplicidade de pagamentos para o mesmo serviço. Pagamentos maiores que o devido e contratações sem a aprovação do Conselho de Administração da Líder são outros exemplos de despesas que deverão ser ressarcidas por estarem em desacordo com as normas existentes.

Em dezembro de 2019, confirmada a natureza pública dos recursos do seguro DPVAT, o Conselho Diretor da Susep aprovou a possibilidade de solicitar o ressarcimento das despesas administrativas em desacordo com as regras estabelecidas desde o início das operações da Seguradora Líder, em 2008.

As medidas adotadas atendem as principais recomendações do Tribunal de Contas da União e da Controladoria-Geral da União, alinhando-se, ainda, às medidas judiciais já adotadas pelo Ministério Público Federal. A Seguradora Líder poderá apresentar defesa quanto aos ressarcimentos determinados.

LEIA TAMBÉM


Sua carteira venceu? Contran divulga prazo para renovar CNH vencida na pandemia
DPVAT 2020: confira a tabela de valores do seguro obrigatório para o seu veículo
STF derruba medida de Bolsonaro e determina retorno da cobrança do Seguro DPVAT
Seguro DPVAT: redução no valor do prêmio não esconde falta de transparência

O post Seguro DPVAT: motorista pode ficar isento de cobrança nos próximos dois anos apareceu primeiro em Carro Esporte Clube .

Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook

Carros

Veja 5 versões da Toyota Hilux que não temos no Brasil

Avatar

Publicado


source

A picape Toyota Hilux foi lançada no Japão em março de 1968, com a proposta de ser um veículo de carga mais sofisticado do que a média, incorporando características visuais e o ambiente na cabine dos carros de passeio. O que explica a origem do seu nome, que é uma combinação das palavras “High (alto)” e “Luxury (luxo)”.

A Toyota Hilux  está em sua 8ª geração e ficou conhecia no mundo por conta de sua robustez, sendo transformada até em veículos militares improvizados em conflitos na África e Oriente Médio. O modelo é produzido em fábricas na África do Sul, Tailândia, Paquistão e Argentina, de onde vem a picape que é vendida no mercado brasileiro.

O modelo chegou ao Brasil no início dos anos 1990, com a abertura do mercado brasileiro aos importados. Em sua 5ª geração, vinha inicialmente do Japão, passando a ser feita na Argentina a partir de 1997. Confira abaixo as variações da Hilux que nunca foram oferecidas por aqui.

1 – Volkswagen Hilux

Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa
Divulgação

Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa

A 5ª geração da Toyota Hilux chegou a ser produzida entre 1989 e 1997 também na fábrica de Hannover (Alemanha) da Volkswagen, com o nome de Volkswagen Taro .

Veja Também  Hyundai Creta Prestige: veja vídeo da versão topo de linha do SUV

Praticamente idêntico ao modelo feito no Japão, recebia apenas os logotipos “VW” e era parte de um acordo entre os dois fabricantes para que a empresa alemã tivesse uma picape média em sua linha de veículos comerciais na Europa.

2 – Hilux Sport Rider

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works
Reprodução/Wikipedia

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works

Nunca oferecida no Brasil, a 6ª geração da Hilux servia de base na Tailândia para o SUV Hilux Sport Rider , modelo produzido especificamente para o mercado local.

Você viu?

Espécie de ancestral do atual SW4 , o modelo tinha uma carroceria construída pela empresa Thai Auto Works e era vendido como um produto oficial da marca japonesa em sua rede de concessionários.

3 – TRD Hilux 4000SL

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência
Reprodução/Grays.com

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência

A 7ª geração da Toyota Hilux era comercializada no mercado australiano na versão TRD Hilux 4000SL , que se destacava pelo visual e pelo conjunto mecânico inspirado nos carros esportivos.

Veja Também  Carro por assinatura é a nova tendência entre as montadoras

As modificações eram feitas pela filial australiana da Toyota em unidades importadas da Tailândia. O coração do modelo era o motor 4.0 V6 a gasolina, que recebia um compressor volumétrico para desenvolver 306 cv e fazer a picape acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos.

4 – Hilux de suspensão baixa

Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4x2
Divulgação

Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4×2

Independente do sistema de tração escolhido, a Toyota Hilux de 8ª geração montada na fábrica de Zárate (Argentina) sempre tem o conjunto de suspensão mais alto, previsto inicialmente para as variações 4×4.

Mas na Tailândia, onde a picape atual é vendida como Hilux Revo, o consumidor pode optar pela variação Z Edition . Com cabine dupla ou estendida, combina a suspensão baixa e a tração 4×2 com um motor 2.4 turbodiesel de 150 cv.

5- Hilux Revo Rocco

Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro
Divulgação

Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro

Além do visual reestilizado lançado no Brasil no final do ano passado, a Hilux é oferecida na Tailândia numa variação que recebe o nome de Revo Rocco.

Versão de topo da Toyota Hilux no país asiático, traz dianteira com grade e para-choque diferentes do restante da linha, além de molduras nas laterais e rodas com visual exclusivo.

O motor pode ser o 2.4 diesel de 150 cv ou o mesmo 2.8 turbodiesel de 204 cv da picape argentina, com tração 4×2 ou 4×4 e câmbio automático de seis marchas.

Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook
Continue lendo

Carros

Projeção antecipa visual da futura Renault Duster Oroch 2022

Avatar

Publicado


source
Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV
Kleber Silva

Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV

A nova geração do Renault Duster está próxima de completar um ano de mercado, mas a picape Oroch permanece sem mudanças, da mesma forma que chegou em 2016. Sua atualização deverá ser o próximo passo da Renault do Brasil em 2021, e o designer  Kleber Silva elaborou uma projeção para antecipar como o modelo ficará com o rosto da nova geração do Duster.

Da coluna centrall em diante, o modelo fabricado em São José dos Pinhais (PR) será idêntico ao Duster, mantendo todos os atributos do SUV até mesmo no interior. O modelo é aguardado com a central multimídia Media NAV Evolution, com nova interface e conectividade para celulares pelos sistemas Android Auto e Apple CarPlay. 

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch
Divulgação

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch

Sem novidades abaixo do capô, a Oroch irá manter o motor 1.6 SCe do SUV, desenvolvendo 118 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm quando abastecido com gasolina. Com etanol a potência é de 120 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm. 

Veja Também  Carro por assinatura é a nova tendência entre as montadoras

O câmbio será sempre manual, de cinco marchas. Há expectativa de que a caçamba supere a capacidade atual de 683 litros e carga útil de 680 kg. 

Quando for lançada no segundo semestre de 2021, já como modelo 2022, a Renault Oroch deverá abandonar as antigas nomenclaturas de versões Express, Expression e Dynamique para adotar o novo padrão da Renault, com as alcunhas Zen, Intense e Iconic.

Fonte: IG CARROS

Comentários Facebook
Continue lendo

Policial

Política

Mato Grosso

Mais Lidas da Semana