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Honda ADV 150 é um scooter aventureiro em menor escala

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Honda ADV 150
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Ainda não pilotei, mas gostei do visual e da ergonomia do Honda ADV 150, que começa a ser vendido a partir do mês que vem


O Honda X-ADV chegou no ano passado cutucando o desejo de todos aqueles que curtem tanto um scooter de grande porte quanto um veículo aventureiro para o fora de estrada. Mesmo sem se encaixar com exatidão na definição de um scooter, que tem motor embaixo do banco e transmissão diretamente na roda traseira – fazendo as vezes da balança da suspensão -, o X-ADV conquistou pra valer o seu público.


O que é fácil de se constatar pela rápida venda de todas as unidades importadas da Itália, que custa para o consumidor a bagatela de R$ 69.900. Desembolsando apenas um quarto desse valor, aqueles que se apaixonaram pelo visual do X-ADV poderão ter uma versão menor desse aventureiro, pois o scooter Honda ADV 150 acaba de chegar, compartilhando a mecânica do scooter Honda PCX 150 .

Lançado oficialmente na última quinta-feira (26), ainda não posso dizer sobre a sua dirigibilidade, uma vez que a apresentação à imprensa especializada foi estática, mas pude sentar no novo scooter e ter uma ideia de como será a vida a bordo. O banco do ADV é 30 mm mais alto do que o do PCX.


Dono de um visual indiscutivelmente atraente, o novo scooter Honda ADV 150 deverá conquistar uma boa parcela do público que busca em um scooter mais que a versatilidade que esse tipo de veículo oferece, mas que deseja também um estilo marcante. E isso o Honda ADV 150 tem.

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O quadro de aço tubular, de duplo berço, é quase igual ao do PCX, com sutis diferenças para se adequar a algumas novas atribuições, como as suspensões reforçadas de maior curso.A dianteira Showa tem curso de 130 mm, 30 mm a mais do que no PCX, e a traseira tem curso de 120 mm, 20 mm a mais do que no PCX. E os amortecedores traseiros têm assistência a gás.

Esses acréscimos têm o objetivo de suportar mais firmemente os trancos provenientes de pisos irregulares, uma vez que uma das propostas do novo scooter é ter melhor desempenho fora do asfalto. Não chega a ser um veículo para trilhas, mas deverá atender bem o uso em estradas de terra.

Os pneus de largos gomos também não foram feitos para trilhas, mas certamente se sairão melhor na terra do que os pneus do PCX . Os novos pneus também fazem seu papel no visual do ADV, pois além do belo desenho dos gomos, são mais largos do que os do PCX, 110/80×14 na dianteira e 130/70×13 na traseira, contra 100/80×14 e 120/70×14, respectivamente. O freio dianteiro, com assistência ABS, tem disco de 240 mm, contra 220 mm no PCX. O traseiro, sem ABS, é igual ao do PCX, de 220 mm.

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O motor de 149,3 cm3 é o mesmo nos dois modelos, monocilíndrico refrigerado a água, com potência de 13,2 cv e torque de 1.38 kgfm, mas algumas alterações no duto de admissão e no escapamento fazem com que o pico de torque aconteça 1.500 rpm acima. O resultado prático dessa alteração só vou constatar quando puder experimentar o Honda ADV.

Honda ADV 150
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O painel de instrumentos de LCD tem visual bastante esportivo, como no X-ADV


O melhor do novo scooter Honda ADV 150, no entanto, é o visual. O para-brisa recortado tem regulagem de altura em duas posições, o espaço embaixo do banco tem capacidade para 27 litros e no porta-objetos no anteparo frontal há um ponto de energia de 12 volts.

A chave é do tipo presencial, que aciona o sistema elétrico por aproximação, e o sistema start/stop pode ser desligado por um botão no punho. O Honda ADV tem ainda luzes de posição diurnas DRL e todo sistema de iluminação com leds. O painel de instrumentos segue o visual do painel do X-ADV , todo de LCD e com muitas informações de fácil leitura.

O Honda ADV 150 estará disponível na rede a partir do próximo mês, nas cores branca e vermelha, com o preço de R$ 17.490. Como comparação, o Honda PCX tem preço a partir de R$ 12.710, na versão com freios CBS, R$ 13.990, com freio dianteiro ABS, e R$ 14.410, nas versões DLX ou Sport. Isso significa que o novo ADV está R$ 3.080 acima das versões top do PCX.

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 versões da Toyota Hilux que não temos no Brasil

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A picape Toyota Hilux foi lançada no Japão em março de 1968, com a proposta de ser um veículo de carga mais sofisticado do que a média, incorporando características visuais e o ambiente na cabine dos carros de passeio. O que explica a origem do seu nome, que é uma combinação das palavras “High (alto)” e “Luxury (luxo)”.

A Toyota Hilux  está em sua 8ª geração e ficou conhecia no mundo por conta de sua robustez, sendo transformada até em veículos militares improvizados em conflitos na África e Oriente Médio. O modelo é produzido em fábricas na África do Sul, Tailândia, Paquistão e Argentina, de onde vem a picape que é vendida no mercado brasileiro.

O modelo chegou ao Brasil no início dos anos 1990, com a abertura do mercado brasileiro aos importados. Em sua 5ª geração, vinha inicialmente do Japão, passando a ser feita na Argentina a partir de 1997. Confira abaixo as variações da Hilux que nunca foram oferecidas por aqui.

1 – Volkswagen Hilux

Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa
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Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa

A 5ª geração da Toyota Hilux chegou a ser produzida entre 1989 e 1997 também na fábrica de Hannover (Alemanha) da Volkswagen, com o nome de Volkswagen Taro .

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Praticamente idêntico ao modelo feito no Japão, recebia apenas os logotipos “VW” e era parte de um acordo entre os dois fabricantes para que a empresa alemã tivesse uma picape média em sua linha de veículos comerciais na Europa.

2 – Hilux Sport Rider

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works
Reprodução/Wikipedia

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works

Nunca oferecida no Brasil, a 6ª geração da Hilux servia de base na Tailândia para o SUV Hilux Sport Rider , modelo produzido especificamente para o mercado local.

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Espécie de ancestral do atual SW4 , o modelo tinha uma carroceria construída pela empresa Thai Auto Works e era vendido como um produto oficial da marca japonesa em sua rede de concessionários.

3 – TRD Hilux 4000SL

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência
Reprodução/Grays.com

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência

A 7ª geração da Toyota Hilux era comercializada no mercado australiano na versão TRD Hilux 4000SL , que se destacava pelo visual e pelo conjunto mecânico inspirado nos carros esportivos.

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As modificações eram feitas pela filial australiana da Toyota em unidades importadas da Tailândia. O coração do modelo era o motor 4.0 V6 a gasolina, que recebia um compressor volumétrico para desenvolver 306 cv e fazer a picape acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos.

4 – Hilux de suspensão baixa

Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4x2
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Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4×2

Independente do sistema de tração escolhido, a Toyota Hilux de 8ª geração montada na fábrica de Zárate (Argentina) sempre tem o conjunto de suspensão mais alto, previsto inicialmente para as variações 4×4.

Mas na Tailândia, onde a picape atual é vendida como Hilux Revo, o consumidor pode optar pela variação Z Edition . Com cabine dupla ou estendida, combina a suspensão baixa e a tração 4×2 com um motor 2.4 turbodiesel de 150 cv.

5- Hilux Revo Rocco

Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro
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Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro

Além do visual reestilizado lançado no Brasil no final do ano passado, a Hilux é oferecida na Tailândia numa variação que recebe o nome de Revo Rocco.

Versão de topo da Toyota Hilux no país asiático, traz dianteira com grade e para-choque diferentes do restante da linha, além de molduras nas laterais e rodas com visual exclusivo.

O motor pode ser o 2.4 diesel de 150 cv ou o mesmo 2.8 turbodiesel de 204 cv da picape argentina, com tração 4×2 ou 4×4 e câmbio automático de seis marchas.

Fonte: IG CARROS

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Projeção antecipa visual da futura Renault Duster Oroch 2022

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Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV
Kleber Silva

Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV

A nova geração do Renault Duster está próxima de completar um ano de mercado, mas a picape Oroch permanece sem mudanças, da mesma forma que chegou em 2016. Sua atualização deverá ser o próximo passo da Renault do Brasil em 2021, e o designer  Kleber Silva elaborou uma projeção para antecipar como o modelo ficará com o rosto da nova geração do Duster.

Da coluna centrall em diante, o modelo fabricado em São José dos Pinhais (PR) será idêntico ao Duster, mantendo todos os atributos do SUV até mesmo no interior. O modelo é aguardado com a central multimídia Media NAV Evolution, com nova interface e conectividade para celulares pelos sistemas Android Auto e Apple CarPlay. 

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch
Divulgação

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch

Sem novidades abaixo do capô, a Oroch irá manter o motor 1.6 SCe do SUV, desenvolvendo 118 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm quando abastecido com gasolina. Com etanol a potência é de 120 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm. 

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O câmbio será sempre manual, de cinco marchas. Há expectativa de que a caçamba supere a capacidade atual de 683 litros e carga útil de 680 kg. 

Quando for lançada no segundo semestre de 2021, já como modelo 2022, a Renault Oroch deverá abandonar as antigas nomenclaturas de versões Express, Expression e Dynamique para adotar o novo padrão da Renault, com as alcunhas Zen, Intense e Iconic.

Fonte: IG CARROS

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