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Mesmo com hardware mais poderoso, Xbox Series X se iguala a PS5; entenda

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Xbox Series X PS5
Reprodução/The Verge

Comparação entre o PS5 e o Xbox Series X

Toda a campanha de marketing da Microsoft para o Xbox Series X sempre bateu em uma tecla muito clara: o console é o mais poderoso do mundo. Desde o começo, quando a companhia anunciou a capacidade de 12 teraflops em poder de processamento, a mensagem foi sempre a de que os jogos rodariam melhor em sua plataforma.

Agora, duas semanas depois do lançamento, não é isso que se vê. Vários dos jogos multiplataforma, inclusive aqueles que têm acordos comerciais com a Microsoft, mostram que a briga, por enquanto, parece muito mais parelha do que se imaginava inicialmente.

Em alguns aspectos, o PlayStation 5 tem se mostrado superior em desempenho do que o Xbox Series X, mesmo que suas especificações técnicas não sejam tão robustas no papel.

Quem aponta esses detalhes é o pessoal do Digital Foundry, que há anos é especializado em discussões profundamente técnicas sobre desempenho de videogames . Em comparação entre as duas plataformas, foi possível observar o PS5 superando em vários pontos de análise em títulos como “Assassin’s Creed: Valhalla”, “DiRT 5”, “Call of Duty: Black Ops Cold War” e “Devil May Cry 5”.

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As “derrotas” sofridas pelo Xbox variam de jogo para jogo. Em “Devil May Cry 5”, a vantagem da Sony fica na taxa de quadros, com o modelo da Microsoft encarando quedas de framerate mais agudas do que o concorrente. Já no novo “Assassin’s Creed”, o Xbox em alguns momentos acaba vendo a taxa cair abaixo dos 60 quadros por segundo, e até mesmo screen tearing pode ser observado em algumas instâncias.

No caso de “DiRT 5”, as diferenças estão nas texturas, com evidente vantagem para a Sony em questão de qualidade gráfica, o que a própria Codemasters já reconheceu e promete um patch de correção. Enquanto isso, em “Call of Duty”, a vantagem do PS5 fica no modo de 120 quadros por segundo.

Tudo isso mostra que, neste momento, não há uma resposta clara sobre qual console roda melhor os jogos de nova geração. Não é a situação que a Microsoft gostaria após passar quase o ano inteiro batendo na tecla do “console mais poderoso do mundo”.

Mas por que isso está acontecendo?

O site The Verge, em contato com desenvolvedores que não se identificaram, parece ter uma explicação: falta de tempo. A Microsoft parece ter demorado mais do que o normal para entregar os kits de desenvolvimento para as empresas que produzem os jogos, o que atrasou a produção e reduziu o polimento dos títulos.

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O fato de que cada game apresenta uma característica distinta em que o Xbox é superado pelo PlayStation indica que não se trata de um problema da plataforma em si, mas que realmente se trata de uma questão de adaptação de quem cria os jogos , justamente pela falta de tempo para se acostumar com as ferramentas. Se o problema fosse consistente em múltiplos jogos, seria sinal de algo mais grave com o sistema em si.

Por isso, não seria surpresa se, com o tempo, e com o lançamento de atualizações, os jogos multiplataforma no Xbox cumpram a promessa de rodarem melhor do que no novo PlayStation de forma inquestionável. Por enquanto, as coisas ainda estão niveladas.

Mas se tempo é tão importante para os desenvolvedores, por que a Microsoft demorou tanto para enviar as ferramentas para eles? A publicação entende que a Microsoft esperou até o último minuto para finalizar o hardware do Xbox Series X , com o objetivo de oferecer suporte total à arquitetura RDNA2, disponibilizada pela AMD em seus produtos mais novos.

O que não está claro até o momento é qual o diferencial que essa tecnologia terá e se ela pode afetar o rumo da “guerra de consoles” com o avançar da geração, já que o PS5 não têm suporte total a ela.

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Galerias virtuais democratizam o acesso à arte durante a pandemia

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Galerias virtuais democratizam acesso à arte
Reprodução/Up Time Art Gallery

Galerias virtuais democratizam acesso à arte

As paredes brancas, o carpete de madeira e os quadros estrategicamente posicionados permitem um passeio pela galeria de arte. A ausência do vai e vem de outras pessoas faz com que subir escadas, andar por corredores e apreciar lentamente as pinturas seja tranquilo. Os passos, porém, não são dados pelas pernas do público, mas pelas setas do teclado: tratam-se de galerias virtuais .

A novidade tem ganhado bastante força durante a pandemia de Covid-19 , e acabou democratizando o acesso à arte ao torná-la disponível a um clique. A tecnologia das exposições em 3D , que já estava disponível em aplicativos consagrados, como é o caso do Google Arts & Culture , chegou também às pequenas galerias.

Uma delas é a UP Time Art Gallery, idealizada pela crítica de arte Marisa Melo. Ela conta que esse movimento de levar a arte para a internet já vinha acontecendo, mas foi acelerado pelo contexto externo. 

Marisa Melo, idealizadora da Up Time Art Gallery
Divulgação

Marisa Melo, idealizadora da Up Time Art Gallery

“Antes da pandemia, nós tínhamos um número muito pequeno de acesso a galerias virtuais. Mas a tendência era que, com toda essa tecnologia, com toda essa globalização, a coisa acontecesse. A pandemia acelerou esse processo”, conta Marisa.

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Democratizando a arte

A idealizadora da galeria diz que investidores e artistas receberam muito bem a novidade, mas não apenas eles. O público também tem gostado de visitar as exposições , que são disponibilizadas gratuitamente em 3D no site da galeria. A média de visitantes em uma exposição virtual de 30 dias chega a 42 mil pessoas.

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Além da questão da gratuidade, Marisa acredita que a experiência virtual é capaz de alcançar um público maior também devido ao contexto elitista que envolve as galerias físicas.

“[A tecnologia] ajuda muito porque torna a arte acessível. Existe um público que não consegue entrar em uma galeria física, porque subentende-se que a arte é para um público mais caro. Então, se a pessoa não tem poder aquisitivo para comprar, ela também não vai conhecer a arte. Virtualmente, isso não acontece. A arte entra na casa de todo mundo”, opina.

Além da questão do público, Marisa diz que os próprios artistas emergentes têm mais oportunidades nas galerias virtuais . Nesse caso, ela compara as redes sociais às vitrines da cada um.

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“A galeria física tem um conceito elitista. Ela tem uma abrangência muito pequena em relação à visitação, não é democrática. Eu falo que ela é elitista no sentido de ter ali artistas que já são consagrados, então não abrem para um artista emergente. A galeria virtual é democrática, todos têm acesso”, diz.

Como conhecer

Para os amantes de arte e para quem quer se aventurar nesse mundo, opções não faltam por toda a internet . No site da própria UP Time Art Gallery , é possível encontrar exposições em 3D , mas esse não é o único caminho.

site Brasil 3D  também tem a experiência virtual de galerias famosas . Por lá, é possível visitar digital e gratuitamente galerias físicas, como se o visitante estivesse no local.

Outra opção é o próprio aplicativo Google Arts & Culture , que também tem uma versão para computador . Nele, o público consegue visitar exposições em mudeus de todo o mundo, do MASP ao MoMA.

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Confira os lançamentos da semana no Disney+ para maratonar no domingo

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Veja os lançamentos da semana no Disney+
Unsplash/Marques Kaspbrak

Veja os lançamentos da semana no Disney+

Faz pouco tempo desde que a Disney+ chegou ao Brasil, mas ela vem conquistando cada vez mais o seu espaço trazendo diversas séries, filmes e produções originais para seu catálogo. Já para saber se algo de bom aparecerá por lá, é sempre bom estar de olho na lista da lançamentos da Disney+.

Para esta semana, o destaque da vez fica por conta da estreia do ” Agora Muppets “, uma série que traz o Caco, Miss Piggy e seus amigos fazendo um game show, um talk show e até mesmo um programa de culinária de forma bem divertida. A seguir, confira a relação completa de lançamentos da Disney+ dessa semana.

Os lançamentos da Disney+: Séries, programas e desenhos

  • Acredite, É Verdade! – 3º temporada – Episódio 3 (22/01)

Para desvendar alguns mitos da ciência, Charlie e Clary farão uma visita a uma plantação vertical autossustentável.

  • Agora Muppets (22/01)

Série com diversos personagens famosos dos Muppets incluindo Caco e Miss Piggy traz um game show, um talk show e até mesmo um programa de culinária de forma bem divertida.

  • BIS! – Temporada 1 – Episódio 11 (22/01)
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Série reúne os ex-colegas de classe do ensino médio de uma escola dos Estados Unidos para realizarem uma grande peça musical com a ajuda de astros da Broadway .

  • Ciência do Absurdo – 2º temporada (22/01)

Programa apresentado por Paulo Bonfá traz ciência e vídeos absurdos de pessoas passando por situações bem dolorosas.

  • Os Segredos do Zoológico (22/01)

Série mostra como é um pouco do trabalho que veterinários e outros funcionários precisam fazer no zoológico.

Você viu?

  • Pixar na Vida Real – 1º temporada – Episódio 11 (12/01)

Série produzida pela Pixar traz diversos personagens do famoso estúdio para o mundo real.

  • Sessão Pipoca com a Pixar – 1º temporada (22/01)

Coleção de curtas traz animações com diversos personagens da Pixar em histórias completamente inéditas.

  • Star Wars: The Clone Wars – 7º Temporada – Episódio 11 (22/01)

Série que se passa no universo de Star Wars mostra uma guerra civil onde uma jedi luta por liberdade e paz na galáxia.

  • Wanda Vision – 1º temporada – Episódio 3 (22/01)

Série da Marvel mostra Wanda Maximoff e Visão vivendo no subúrbio tranquilamente até começarem a desconfiar das pessoas ao seu redor.

Os lançamentos da Disney+: Filmes

  • Expedição Amélia: A Busca Pelo Corpo (22/01)
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Filme mostra uma expedição científica investigando o misterioso caso do desaparecimento de Amelia Earhart.

  • Festa no Céu (22/01)

Após ter saído do México, Manolo viaja por vários mundos para enfrentar os seus maiores medos.

  • Flicka 2 (22/01)

Filme mostra a história da jovem Carrie criando vínculos com um cavalo Musant após ter se mudado da cidade para o rancho de seu pai.

  • O Grande Ivan (22/01)

Neste filme que se trata da adaptação de uma história de um livro, Ivan, um grande gorila, começa a refletir sobre a sua vida com a chegada de uma elefante bebê chamada Ruby.

  • Ritmo Total (22/01)

Filme mostra a história de um jovem baterista que quer provar o seu valor na vida universitária desafiando seus professores e colegas.

  • Wild Uganda (22/01)

Documentário mostra como é a vida dos gorilas e de outros animais selvagens na Uganda desde que os seus parques nacionais foram restaurados.

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