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Honda revela linha 2021 da Rebel 1100

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Honda Rebel 1.100 2021: cruiser tem uma série de rivais e passa a ter versão de maior cilindrada para se fortacer na briga

A Honda divulga a linha 2021 da cruiser Rebel 1100, o modelo médio ideal para pegar uma estrada e relaxar. Um dos detaques da moto fica por conta do motor de 1.084 cc de cilindrada, com dois cilindros e oito válvulas, que veio da aventureira Africa Twin, da qual também tem o sistema de transmissão por corrente.

Ainda conforme a fabricante, o motor 1.1 litro da Honda Rebel é capaz de render 86 cv e 9,9 kgfm de torque a 4.750 rpm, que funciona com caixa de dupla embreagem que permite trocas rápidas e sequenciais manualmente, ou de modo automático, conforme como o piloto achar melhor.

A linha 2021 da Honda Rebel 1100 também vem com seletor de três modos de condução (normal, esportivo e para pisos escorregadios), além do sistema de controle de tração que evita derrapagens indesejáveis ao acelerar.

Na hora de frear, o modelo também transmite seguranca com os freios ABS. A suspensão da Honda inclui garfos com 43 mm de curso e amortecedores Showa. As rodas são de 18 polegadas de diâmetro com discos de freio de 256 mm e pinças de 330 mm para garantir bom poder de frenagem.

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Ainda como parte dos itens de série, a Honda Rebel 1100 2021 tem mostrador digital de LCD, que exibe uma série de informações, inclusive, do computador de bordo. E no pequeno porta-objetos debaixo do assento da moto cruiser fica uma entrada USB para conectar o celular, entre os equipamentos de série.

A nova Honda Rebel 1100 começa a ser vendida em diversos mercado a partir de janeiro de 2021. Existem outras versões de menor cilindrada, como a 500 e a 300, mas nenhuma delas ainda está disponível no Brasil, onde a cotação do dólar nas alturas atrapalha os planos de importação, pelo menos por enquanto.

Fonte: IG CARROS

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Veja 5 versões da Toyota Hilux que não temos no Brasil

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A picape Toyota Hilux foi lançada no Japão em março de 1968, com a proposta de ser um veículo de carga mais sofisticado do que a média, incorporando características visuais e o ambiente na cabine dos carros de passeio. O que explica a origem do seu nome, que é uma combinação das palavras “High (alto)” e “Luxury (luxo)”.

A Toyota Hilux  está em sua 8ª geração e ficou conhecia no mundo por conta de sua robustez, sendo transformada até em veículos militares improvizados em conflitos na África e Oriente Médio. O modelo é produzido em fábricas na África do Sul, Tailândia, Paquistão e Argentina, de onde vem a picape que é vendida no mercado brasileiro.

O modelo chegou ao Brasil no início dos anos 1990, com a abertura do mercado brasileiro aos importados. Em sua 5ª geração, vinha inicialmente do Japão, passando a ser feita na Argentina a partir de 1997. Confira abaixo as variações da Hilux que nunca foram oferecidas por aqui.

1 – Volkswagen Hilux

Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa
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Volkswagen Taro: fruto de um acordo com a Toyota para a marca alemã ter uma picape média na Europa

A 5ª geração da Toyota Hilux chegou a ser produzida entre 1989 e 1997 também na fábrica de Hannover (Alemanha) da Volkswagen, com o nome de Volkswagen Taro .

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Praticamente idêntico ao modelo feito no Japão, recebia apenas os logotipos “VW” e era parte de um acordo entre os dois fabricantes para que a empresa alemã tivesse uma picape média em sua linha de veículos comerciais na Europa.

2 – Hilux Sport Rider

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works
Reprodução/Wikipedia

Toyota Hilux Sport Rider: SUV antecede o SW4 com carroceria fabricada pela empresa Thai Auto Works

Nunca oferecida no Brasil, a 6ª geração da Hilux servia de base na Tailândia para o SUV Hilux Sport Rider , modelo produzido especificamente para o mercado local.

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Espécie de ancestral do atual SW4 , o modelo tinha uma carroceria construída pela empresa Thai Auto Works e era vendido como um produto oficial da marca japonesa em sua rede de concessionários.

3 – TRD Hilux 4000SL

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência
Reprodução/Grays.com

Toyota TRD Hilux 4000SL: com apelo esportivo, picape vem com motor sobrealimentado, de 306 cavalos de potência

A 7ª geração da Toyota Hilux era comercializada no mercado australiano na versão TRD Hilux 4000SL , que se destacava pelo visual e pelo conjunto mecânico inspirado nos carros esportivos.

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As modificações eram feitas pela filial australiana da Toyota em unidades importadas da Tailândia. O coração do modelo era o motor 4.0 V6 a gasolina, que recebia um compressor volumétrico para desenvolver 306 cv e fazer a picape acelerar de 0 a 100 km/h em 7,2 segundos.

4 – Hilux de suspensão baixa

Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4x2
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Toyota Hilux Revo Z Edition: combina suspensão que deixa menor vão livre do solo com tração 4×2

Independente do sistema de tração escolhido, a Toyota Hilux de 8ª geração montada na fábrica de Zárate (Argentina) sempre tem o conjunto de suspensão mais alto, previsto inicialmente para as variações 4×4.

Mas na Tailândia, onde a picape atual é vendida como Hilux Revo, o consumidor pode optar pela variação Z Edition . Com cabine dupla ou estendida, combina a suspensão baixa e a tração 4×2 com um motor 2.4 turbodiesel de 150 cv.

5- Hilux Revo Rocco

Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro
Divulgação

Toyota Hilux Revo Rocco: feita na Tailândia, vem com uma série de itens exclusivos, com apelo aventureiro

Além do visual reestilizado lançado no Brasil no final do ano passado, a Hilux é oferecida na Tailândia numa variação que recebe o nome de Revo Rocco.

Versão de topo da Toyota Hilux no país asiático, traz dianteira com grade e para-choque diferentes do restante da linha, além de molduras nas laterais e rodas com visual exclusivo.

O motor pode ser o 2.4 diesel de 150 cv ou o mesmo 2.8 turbodiesel de 204 cv da picape argentina, com tração 4×2 ou 4×4 e câmbio automático de seis marchas.

Fonte: IG CARROS

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Projeção antecipa visual da futura Renault Duster Oroch 2022

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Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV
Kleber Silva

Renault Oroch não foi atualizada com o Duster; fabricante entende que ciclo de vida da picape não depende do SUV

A nova geração do Renault Duster está próxima de completar um ano de mercado, mas a picape Oroch permanece sem mudanças, da mesma forma que chegou em 2016. Sua atualização deverá ser o próximo passo da Renault do Brasil em 2021, e o designer  Kleber Silva elaborou uma projeção para antecipar como o modelo ficará com o rosto da nova geração do Duster.

Da coluna centrall em diante, o modelo fabricado em São José dos Pinhais (PR) será idêntico ao Duster, mantendo todos os atributos do SUV até mesmo no interior. O modelo é aguardado com a central multimídia Media NAV Evolution, com nova interface e conectividade para celulares pelos sistemas Android Auto e Apple CarPlay. 

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch
Divulgação

Interior do Renault Duster 2021, antecipando o que podemos esperar para a picape intermediária Oroch

Sem novidades abaixo do capô, a Oroch irá manter o motor 1.6 SCe do SUV, desenvolvendo 118 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm quando abastecido com gasolina. Com etanol a potência é de 120 cv a 5.500 rpm e torque de 16,2 kgfm. 

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O câmbio será sempre manual, de cinco marchas. Há expectativa de que a caçamba supere a capacidade atual de 683 litros e carga útil de 680 kg. 

Quando for lançada no segundo semestre de 2021, já como modelo 2022, a Renault Oroch deverá abandonar as antigas nomenclaturas de versões Express, Expression e Dynamique para adotar o novo padrão da Renault, com as alcunhas Zen, Intense e Iconic.

Fonte: IG CARROS

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