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Eleições em SP: veja as principais propostas de Covas e Boulos para a saúde

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Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) disputam o segundo turno no próx
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Bruno Covas (PSDB) e Guilherme Boulos (PSOL) disputam o segundo turno no próx

As propostas para a área da saúde nas eleições para a prefeitura de São Paulo são parte relevante nos planos de governo dos candidatos, sobretudo em um contexto afetado pela pandemia da Covid-19.

O Portal iG conferiu o programa de governo dos candidatos e convidou especialistas para analisar principais propostas dos dois candidatos para a saúde, além de outros temas: economia, educação, segurança e cultura.

Buscando a reeleição, Bruno Covas (PSDB) cita em seu plano de governo abordagens sobre a ampliação de oferta de serviços públicos de saúde, com especial atenção ao pronto cuidado e à prevenção de doenças.

“Foram muitas as realizações e algumas delas nos enchem de especial orgulho. Promover a maior expansão da rede pública de saúde das últimas décadas é uma delas. Oito novos hospitais, quase mil novos leitos permanentes e, ao todo, a entrega de mais de 50 novas unidades de saúde nos últimos quatro anos, que permitiu à cidade muitas vezes zerar a fila de espera por exames e consultas”, diz o plano de governo.

Guilherme Boulos (PSOL) tem seu plano dividido em duas partes: uma de contingência à Covid-19, e a segunda para ações de saúde específicas voltadas a moradores de rua, população LGBT+, população negra, migrantes, mulheres, pessoas com deficiência e usuários de drogas.

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De acordo com Raphael Rangel , virologista e coordenador do curso de Biomedicina do Instituto Brasileiro de Medicina e Reabilitação (IBMR), o próximo prefeito de São Paulo terá como principal missão controlar a pandemia no município.

“Há dois pilares importantes para combater a pandemia: conscientização e tratamento precoce. Quando você testa massivamente a população, consegue um monitoramento epidemiológico fidedigno, consegue tratar precocemente o sistema de saúde”, diz o virologista.

Segundo ele, é necessário fortalecer as Unidades Básicas de Saúde, aumentar o monitoramento epidemiológico e promover ações de conscientização.

“Além disso, a partir de 2021 será necessário se programar logisticamente para a chegada de uma vacina . Logisticamente o Brasil não está preparado para receber alguns tipos de vacina, como a da Pfizer e da Moderna, por exemplo. Será preciso preparar e equipar locais, treinar equipes, um trabalho bem complexo que demandará pessoas capacitadas.”

Confira as principais propostas de cada candidato para a saúde de SP:

Bruno Covas (PSDB)

Uma das propostas do candidato à reeleição é nomeada como “Toda Vida Importa” , cujo plano é preparar a rede municipal para os desdobramentos que a pandemia pode gerar.

“Ampliação das áreas de nefrologia, saúde mental, combate a comorbidades, como a obesidade, e a atenção especial às mulheres, à primeira infância, à prevenção e ao tratamento de usuários de drogas”, diz o documento.

A gestão Covas também promete inaugurar os hospitais de Parelheiros e Brasilândia, com oferta de 630 leitos, além de outros hospitais voltados a necessidades específicas de cada cidade. O plano traz como exemplo o hospital Santa Dulce dos Pobres como referência para moradores de rua, e o Guarapiranga, especializado em cuidados prolongados. Ainda segundo o documento, o Hospital Sorocabana será ampliado para se tornar “referência hospitalar na Zona Oeste”.

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O documento prevê o investimento de R$ 1 bilhão , negociado com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) , para incluir mais 16 novas UPAs e seis Centros de Cuidados Integrados, um em cada região da cidade. “Vamos colocar a tecnologia a favor dos pacientes, ampliando o acesso por meio da telemedicina, inclusive a serviços de saúde mental: 60 mil profissionais serão treinados para atender a população a distância”.

Guilherme Boulos (PSOL)

Na primeira parte do projeto, a campanha do candidato do PSOL diz que vai contratar, via concurso público, além de abrir novos leitos comuns e de UTI e ampliar setores de teleatendimento.

O plano do candidato também prevê criar uma “fila única do SUS para administração das vagas de UTI, unindo redes pública e privada da cidade”, além de aumentar testagem do tipo PCR e sorologias para a Covid-19.

Caso se confirme a chegada de uma vacina, o plano fala em implementar um programa de imunização gerido pelo pelo município “dando prioridade aos cidadãos que se enquadram nos grupos de risco, trabalhadores de serviços essenciais e população de baixa renda”.

Na segunda parte do programa, a equipe descreve ações de saúde voltadas a moradores de rua, população LGBT+, população negra, migrantes, mulheres, pessoas com deficiência e usuários de drogas.

Sobre a população em geral, o documento propõe ações com base em três principais eixos: o fortalecimento da atenção à saúde, a construção de uma gestão popular no SUS e a construção de uma faculdade de medicina municipal para formar médicos que vivem nas periferias.

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Mãe e filha morrem em deslizamento de terra após chuva em Florianópolis

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Chuva provocou deslizamentos em Florianópolis
Divulgação/Defesa Civil/Flavio Vieira Jr

Chuva provocou deslizamentos em Florianópolis

Duas pessoas morreram em um deslizamento de terra em Florianópolis , Santa Catarina, neste domingo (24). Em dia de chuva forte, a cidade registrou também desabamentos de um muros. As vítimas são mãe e filha, e estavam em casa quando foram soterradas. As informações são do G1.

Os bombeiros foram deslocados para o local dos desabamentos por volta das 13h20, e a ocorrência segue em atendimento. Através do Twitter, o prefeito de Florianópolis  Gean Loureiro (DEM) informou sobre as mortes e avisou sobre os alojamentos que a prefeitura disponibilizou.

“Lamento informar a morte de duas pessoas no Saco Grande por conta de deslizamento de terra. Mãe e filha. Por favor, ao sinal de qualquer perigo, abandonem a residência, temos abrigo e hotel. Por favor”, escreveu.

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Em outros pontos da cidade, houve o desabamento de dois muros, mas ninguém ficou ferido. De acordo com a Defesa Civil, a cidade acumulou 86mm de chuva entre as 9h21 às 12h21.

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Segundo a prefeitura, o Instituto Estadual de Educação (IEE) está sendo utilizado para abrigar famílias atingidas . Também serão disponibilizadas instalações em hotel.

“Estamos com todas as equipes de plantão, Defesa Civil, secretarias, Floram e secretarias. A preocupação agora é com deslizamentos”, disse o prefeito.

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Direita faz carreata por impeachment de Bolsonaro após movimento “de esquerda”

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Após carreata da esquerda, direita protesta pedindo impeachment de Bolsonaro
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Após carreata da esquerda, direita protesta pedindo impeachment de Bolsonaro

Um dia após a carreata convocada por movimentos de esquerda contra o presidente Jair Bolsonaro , a direita também se uniu para protestar da mesma forma. Separados no impeachment de Dilma Rousseff (PT), hoje os movimentos protestam no mesmo fim de semana com um objetivo comum: o impeachment de Bolsonaro.

Neste sábado (23), Povo Sem Medo e Frente Brasil Popular, movimentos de esquerda, convocaram e reuniram grande número de manifestantes em carreatas pelo impeachment de Bolsonaro por todo o Brasil. Na manhã do dia seguinte, o Movimento Brasil Livre (MBL) e o Vem Pra Rua se agruparam pedindo o Fora Bolsonaro pelo país.

MBL e Vem Pra Rua foram às ruas em 2015 e 2016 pedindo o impeachment da então presidente Dilma, enquanto a Frente Brasil Popular e o Povo Sem Medo defendiam a petista. Hoje, os grupos seguem com suas richas e diferenças, mas protestam todos contra Bolsonaro .

De acordo com os organizadores, o formato de protestar pelas  carreatas foi escolhido para tentar reduzir o contágio pelo novo coronavírus, evitando aglomerações como protestos nas ruas impossibilitariam.

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“Estelionato eleitoral, entregou o governo pro centrão, fez aliança com Toffoli, Aras, Kassio, abandonou pautas econômicas, abandonou o combate à corrupção e sabota o combate à pandemia”, escreveu o MBL ao publicar vídeo do protesto contra o presidente na avenida Paulista, neste domingo. Em São Paulo , o ato partiu do estádio do Pacaembu, na zona oeste, por volta das 10h. Outras carreatas aconteceram também fora da capital, segundo os organizadores.

No Rio de Janeiro , a carreata “de direita” começou por volta das 10h30, na Avenida as Américas e, às 10h, em frente ao Monumento Zumbi dos Palmares, no Centro. Os manifestantes foram, de carro, até a Praça da Bandeira antes de retornarem.

Em Cuiabá e em Belém , as manifestações ocorrem mais cedo, por volta das 9h. Em Belo Horizonte , o ato foi marcado para 15h, na Praça do Papa.

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Confira alguns destaques das passeatas deste domingo contra Bolsonaro

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