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Ataque hacker: PGR pede dados à PF por suposto envolvimento de deputados do PSL

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Augusto Aras solicita apuração do envolvimento de quatro deputados do PSL
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Augusto Aras solicita apuração do envolvimento de quatro deputados do PSL

O procurador-geral da República, Augusto Aras, solicitou o compartilhamento de informações do inquérito que investiga a invasão hacker ao sistema do Tribunal Superior Eleitoral, no dia do primeiro turno das eleições municipais .

O pedido da PGR é apurar o suposto envolvimento de parlamentares que têm foro privilegiado. Quatro deputados federais foram citados na representação que deu início ao caso, Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), Filipe Barros (PSL-PR), Carla Zambelli (PSL-SP) e Bia Kicis (PSL-DF).

Segundo informações da CNN Brasil , o pedido da PGR atende a uma notícia crime apresentada pela Safernet, ONG parceira do Ministério Público no monitoramento da internet, que pediu investigação sobre “campanha de desinformação” e “ataque cibernético” no dia da eleição.

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Inicialmente essa representação foi levada ao vice-procurador-eleitoral, Renato Brill de Góes. Ao analisar o pedido, ele avaliou que os supostos crimes citados são comuns e não eleitorais, e encaminhou para o procurador-geral Augusto Aras adotar providências.

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Justiça manda suspender entrega de 132 mil doses de vacina ao Amazonas; entenda

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Vacina feita pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca
Reprodução: iG Minas Gerais

Vacina feita pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca

A entrega de 132 mil doses de vacinas contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) feitas pela AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford foi suspensa no Amazonas após decisão da Justiça Federal do estado.

Segundo a Secretaria Estadual de Saúde do Amazonas só poderá ser retomada caso a prefeitura de Manaus cumpra as medidas de divulgar todos os dias a lista de vacinados para que seja analisada pelos órgãos responsáveis, para evitar “fura-filas” no plano de vacinação.

A divulgação dos nomes das pessoas vacinadas no estado começou na última segunda-feira (25), e foi questionada pela juíza federal Jaiza Fraxe, pois na lista, apareciam 1.421 pessoas registradas como “outros”.

“Quem são os ‘outros’? Se não são médicos, não são enfermeiros, não são técnicos, não são pessoas de limpeza, não são idosos, que grupo é esse que não aparece na lista do Ministério da Justiça mas está na listagem oficial de Manaus? Ademais, é urgente a explicação no ponto de CPFs inválidos que invadiu a rede pública de denúncias”, diz a juíza na decisão.

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O Tribunal de contas do Amazonas identificou nomes repetidos e até mesmo CPFs inexistentes nas listas que foram analisadas neste final de semana.

Com muitas denúncias de fraude na vacinação, com pessoas fora do grupo prioritário sendo imunizadas, a Justiça amazonense decidiu que os “fura-filas” não receberão a segunda dose da vacina.

Segundo dados do site Coronavírus Brasil, 7.263 pessoas foram vacinadas no estado do Amazonas desde o início da campanha, na semana passada.

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Senadores propõem leis que punem ‘fura-filas’ da vacina em até 6 anos de prisão

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Aproximadamente 850 mil pessoas já foram vacinadas contra a Covid-19 no país
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Aproximadamente 850 mil pessoas já foram vacinadas contra a Covid-19 no país

Três senadores federais apresentaram projetos de lei que pedem punição para pessoas que “furam a fila” do plano nacional de vacinação contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). Ao menos 16 estados e o Distrito Federal já registraram casos de pessoas não prioritárias sendo vacinadas.

Randolfe Rodrigues ( Rede -AP), Plínio Valério (PSDB-AM) e Daniella Ribeiro (PP-PB) apresentaram as proposições.

 No projeto de Randolfe, o ato é tipificado como “crime de fraude à ordem de preferência de imunização contra o novo coronavírus”, e prevê pena de dois a seis anos, podendo ser endurecida caso quem cometeu o delito seja funcionário público em exercício.

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Já Plínio Valério apresenta penas mais brandas o ato de “burla à ordem de vacinação”- de três meses a um ano de detenção. Já para autoridades e servidores públicos, pode ser preso por até um ano e meio.

“Em quase todos os estados há políticos, empresários, parentes de servidores, prefeitos e secretários furando a fila da vacinação”, justifica o político.

Em seu projeto, Daniella Ribeiro pede pena de um mês a um ano para os “fura filas” e para quem facilitar a fraude, além de pagamento de multa e proibição de ingressar em cargo público por dois anos.

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