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Guedes classifica de exemplar parceria com Congresso em 2020

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, classificou de “exemplar” a parceria com o Congresso Nacional em 2020. Ao comentar a aprovação da nova Lei de Falências pelo Senado, ele negou que o governo não tenha um plano para sair da crise econômica.

Guedes citou o desempenho da bolsa de valores, que voltou aos melhores níveis desde fevereiro, para justificar que as medidas tomadas pelo governo para enfrentar a crise estão dando resultado. Também destacou a manutenção da nota de risco do Brasil pela Agência Fitch, anunciada na semana passada, e os elogios recentes do Fundo Monetário Internacional (FMI) às medidas adotadas pelo Brasil durante a pandemia.

“Aí o ministro está fazendo um trabalho, a economia voltou em ‘V’ [forte queda seguida de forte retomada], a arrecadação está subindo, a economia está retomando o crescimento, já estava começando a crescer, foi atingida pela doença. Aí todo mundo estava achando que ia ser a pior coisa do mundo, a economia começa a voltar. A tragédia está aí, nos machucou, atingiu nossas famílias, é péssimo. Agora, o que adianta ficar jogando pedra?”, comentou o ministro.

Parceria

Em relação à parceria com o Congresso, Guedes citou, além da Lei de Falências, a aprovação de medidas para enfrentar a pandemia de covid-19. Ele destacou a aprovação do auxílio emergencial, de mais recursos para a saúde durante a pandemia do novo coronavírus e do pacote de ajuda aos estados e aos municípios, em troca do congelamento de salários no funcionalismo até o fim do ano que vem.

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Ele disse ter conversado recentemente com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, com o líder do governo no Senado, Fernando Bezerra (MDB-PE), com a senadora Kátia Abreu (DEM-TO) e com “senadores da oposição” para provar que tem “interlocução total” com o Congresso.

Avanços

O ministro citou a reforma da Previdência e a aprovação de novos marcos legais, como o do saneamento e do gás, como provas de que a agenda econômica está avançando. No entanto, também mencionou propostas paradas, como o acordo comercial entre o Mercosul e a União Europeia (que precisa ser ratificado pelos parlamentos de todos os países), o pacto federativo e a reforma administrativa, como exemplo de que o Executivo está fazendo sua parte.

“Não peço elogios. Mas vocês deviam estar observando os fatos empíricos. Não se falou tanto em ciência, em fatos? Olhem os fatos, olhem o que foi feito antes. Nós entramos, fizemos a reforma da Previdência imediatamente, derrubamos os juros, economizamos agora mais R$ 300 bilhões com a reforma administrativa e mais de R$ 150 bilhões quando combinamos que não vai haver aumento de salários para o funcionalismo no meio da pandemia. Estamos fazendo coisas importantes”, afirmou o ministro.

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Bolsa de valores

O ministro destacou a recuperação da bolsa para rebater críticas de que a equipe econômica está sem credibilidade. “A Bolsa sobe todo dia e o ministro está sem credibilidade? Eu sempre aprendi que é o contrário. A economia está acelerada, a geração de empregos está acelerada, a Bolsa sobe todo dia”, declarou.

Guedes acrescentou que a velocidade de implementação do plano da equipe econômica depende de timing político. Ele disse que o governo, no início, não tinha articulação política, mas está evoluindo. Afirmando haver “falsas narrativas”, o ministro disse haver uma “crise de desrespeito” no Brasil.

“Uma pessoa que eu nem sei quem é diz que eu estou desacreditado. O mercado faz novas altas todos os dias, mostrando que há confiança na política econômica brasileira. O dólar descendo, a bolsa subindo, a economia voltando em ‘V’, os investimentos entrando”, comentou.

Guedes deu entrevista nesta quarta-feira (25) na portaria do Ministério da Economia após a aprovação do texto final da Lei de Falências. Ele estava acompanhado do secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, e do senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

Edição: Fábio Massalli

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Brasileiros voltarão a entrar nos Estados Unidos

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Guilherme Dotto

Brasileiros voltarão a entrar nos Estados Unidos

A partir de 26 de janeiro, o presidente dos EUA, Donald Trump, retirará as proibições de entrada para muitos dos cidadãos não americanos que nos últimos dias antes da viagem para o país norte-americano, estiveram no Brasil ou em grande parte da Europa.

Para passageiros partindo do Brasil, a restrição estava valendo desde março de 2020. Em novembro, o governo já considerava suspender as restrições, que estavam impostas em resposta à pandemia, após obter o apoio de membros da força-tarefa contra o vírus e funcionários de saúde pública.

Os novos requisitos de teste para comprovar que está livre do vírus entram em vigor para todos os visitantes internacionais no mesmo dia do termino das restrições.

Você viu?

Mesmo com a decisão de Trump, o presidente eleito Joe Biden não pretende retirar as restrições de entrada no país, como disse sua porta-voz nesta noite (18).

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Dólar tem dia de volatilidade com feriado nos EUA, mas fecha estável em R$ 5,304

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Agência Brasil

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Dólar tem alta de 0,01%

Em um feriado nos Estados Unidos (EUA), o dólar teve um dia de volatilidade, mas fechou próximo da estabilidade. A bolsa de valores recuperou-se da queda de sexta-feira (15) e voltou a superar os 121 mil pontos.

Você viu?

O dólar comercial encerrou esta segunda-feira (18) vendido a R$ 5,304 , com alta de 0,01%. A cotação chegou a R$ 5,31 por volta das 11h, mas recuou e atingiu R$ 5,23 na mínima do dia, por volta das 13h. A divisa, no entanto, não sustentou a queda e voltou a superar a barreira de R$ 5,30 perto do fim das negociações.

Além da expectativa com a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) nesta semana, o mercado foi influenciado pela aprovação do uso emergencial das vacinas CoronaVac e AstraZeneca contra a covid-19 no Brasil. O início da vacinação contribui para a retomada gradual das atividades econômicas e tem o potencial de atrair capital estrangeiro para o país, diminuindo as pressões sobre o câmbio.

No mercado de ações, o dia foi marcado pela recuperação gradual. O índice Ibovespa , da B3, fechou a segunda-feira aos 121.242 pontos, com alta de 0,74%. O indicador chegou a subir 1,85% na máxima do dia, por volta das 12h30, mas desacelerou a alta durante a tarde.*Com informações da Reuters

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