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Vereador cadeirante mais votado de SC é ameaçado de morte

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mensagem de ameaça enviada ao vereador
Reprodução/Twitter

O vereador registrou um boletim de ocorrência após ser alvo de ameaças de morte e insultos ofensivos em Joinville

Em Joiville , no Norte de Santa Catarina, o vereador eleito Alisson Julio (Novo) registrou um boletim de ocorrência após ser alvo de ameaças de morte e insultos ofensivos. O caso foi registrado uma semana após a vereadora Ana Lúcia Martins (PT) também ter sido ameaçada. As informações são do G1 .

Alisson tem 32 anos, é cadeirante e foi o candidato mais votado de Santa Catarina, com 9.574. De acordo com o portal, no fim da tarde de domingo, ele recebeu um e-mail que ofendia a vereadora Ana Lúcia. Depois de se manifestar sobre a situação nas redes sociais, o político recebeu mais duas mensagens com ameaças.

Em uma das mensagens, o autor diz para Alisson: “Também vai morrer se eu conseguir matar a Ana e sair vivo da casa dela. Eu também tenho seu endereço”.

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No entanto, depois de registrar um boletim de ocorrência no último domingo (22), o autor das mensagens continuou com as ameaças, dessa vez com um cunho racista: “Dei um crédito por você ser branco, mas você pisou na bola”.

Medo

O irmão do político, Leonardo Júlio, contou ao G1 que a família ainda não foi ouvida pela polícia. O vereador eleito segue em casa e ainda avalia se pedirá proteção de segurança para a família.

“Com medo, todos estamos, mas a gente não está em choque. Isso aí a gente não entrou em estado de choque, mas obviamente não tem como não ficar com pelo menos um pouco de medo numa situação dessa”, comentou Júlio.

Após a publicação das mensagens, o partido Novo se manifestou, dizendo que repudiou o ato e solicitou às autoridades que trabalhem o mais rápido possível para identificar o autor das ameaças.

“Dada a ameaça real, concreta e reiterada, solicitamos às autoridades competentes que trabalhem o mais rapidamente possível para identificar o autor das ameaças e que o mesmo possa responder criminalmente pelos seus atos”, comunicou o diretório do partido em Joinville.

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Amazonas amplia toque de recolher para 24 horas; entenda o que muda

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Estado do Amazonas enfrenta crise devido à pandemia
Alex Pazuello/Fotos Públicas

Estado do Amazonas enfrenta crise devido à pandemia

O governador do Amazonas , Wilson Lima , anunciou que as restrições impostas a deslocamentos nas cidades do estado serão ampliadas para 24 horas por dia a partir de segunda-feira (25). Em decreto a ser publicado ainda neste final de semana, o governo estipula que apenas uma pessoa de cada casa poderá sair às ruas, determinando poucas situações onde isso será liberado, como para a compra de alimentos ou por motivos médicos.

No caso dos estabelecimentos considerados essenciais , haverá mudanças no funcionamento: supermercados poderão funcionar das 6 às 19 horas, enquanto farmácias poderão ficar abertas 24 horas. Restaurantes, padarias e lanchonetes seguem apenas em esquema de entregas, das 6 da manhã às 22 horas. Feiras públicas podem operar das 4 às 8 horas.

Serão ainda adotadas mudanças no esquema de funcionamento das indústrias , agora com turnos de 12 horas — empresas responsáveis pela produção de insumos e itens essenciais estão liberadas dessa regra. No caso de aplicativos de transportes , eles só poderão levar passageiros que pertençam a algum dos grupos considerados essenciais.

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Ao anunciar as medidas, o governador Wilson Lima disse que não se trata de um lockdown , e que não há motivo para uma corrida aos mercados neste final de semana.

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“É preciso ter prudência, é preciso que as pessoas entendam a necessidade que temos de tomar essas medidas, que são medidas duras, mas necessárias para salvar a maior quantidade de vidas”, declarou na entrevista neste sábado.

UTIs lotadas

De acordo com os  números do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, UOL, Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, o estado do Amazonas apresenta alta de 156% na média móvel de óbitos, em relação à semana anterior. Na sexta-feira, foram confirmados 3.975 casos e 132 mortes relacionadas à doença em um período de 24 horas.

Durante a entrevista coletiva, o secretário de Saúde, Marcellus Campelo, declarou que hospitais públicos e prontos socorros já operam acima da capacidade, e que a rede privada também está quase sem leitos disponíveis. Ao todo, 584 pessoas aguardam na fila para serem internadas, com diferentes níveis de gravidade.

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Lima também reconheceu que o volume de oxigênio disponível ainda não é o ideal, e que a situação pode melhorar com as medidas de restrição e a eventual queda no número de infectados.

“A gente só vai conseguir essa disponibilidade (de oxigênio) se a gente diminuir a pressão sobre a rede, diminuir a quantidade de pessoas infectadas, procurando um hospital. Daí a necessidade de que cada um assuma seu papel”, declarou o governador.

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79% dos brasileiros pretendem se vacinar contra a Covid-19, diz Datafolha

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Maior parte dos brasileiros pretendem se vacinar
Divulgação/Sputnik Vaccine

Maior parte dos brasileiros pretendem se vacinar

Com o início da vacinação em território nacional , a intenção de participar da campanha de imunização contra a Covid-19 também cresceu, indica pesquisa divulgada pelo Datafolha neste sábado (23). Em dezembro, 73% das pessoas ouvidas pelo instituto diziam que pretendiam se vacinar. Esse número cresceu para 79% neste mês.

A proporção de pessoas ouvidas que pretendem se vacinar, entretanto, é menor que em agosto, quando 89% disseram que se vacinariam. Nos últimos meses, foram apresentados dados de eficácia das vacinas . Além disso, o governo federal, sobretudo o presidente Jair Bolsonaro , minimizaram a importância das vacinas, destacando a possibilidade de “tratamentos precoces” com ivermectina e cloroquina , medicamentos cuja eficácia contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2) não foi comprovada.

Segundo Datafolha, outros 17% das pessoas dizem que não pretendem se vacinar e 4% não sabem. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

O crescimento ocorre em meio à autorização do uso emergencial de duas vacinas no país, a CoronaVac , produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan , e a Covishield, desenvolvida pela Universidade de Oxford com a AstraZeneca. No último dia 17, a primeira pessoa foi vacinada em São Paulo . No dia seguinte, começou a campanha nacional de imunização. Até este sábado, 120 mil pessoas já tinham sido vacinadas apenas no Estado de São Paulo.

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Nesta sexta-feira (22), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária ( Anvisaautorizou também o uso emergencial das doses da CoronaVac produzidas no país. Inicialmente, o Instituto Butanan havia estimado em 4,8 milhões o número de doses produzidas no país.

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Segundo o órgão, entretanto, após o processo de envase e conferência de lote, o número de doses produzidas no seu complexo fabril foi de 4,1 milhões.

“Desse total, 900 mil doses foram imediatamente destinadas nesta sexta-feira, 22/1, ao Programa Nacional de Imunizações. As demais doses serão enviadas tão logo passem por inspeção de controle de qualidade”, afirmou o Butantan.

Casos sobem e população vê doença fora de controle

Nesta sexta-feira, o  Brasil ultrapassou as 215 mil mortes causadas pela Covid-19 em menos de um um ano desde a chegada do vírus no Brasil . Foram contabilizados 1.071 novos óbitos nas últimas 24 horas, chegando a 215.299 vidas perdidas desde o início da pandemia, segundo o boletim dos veículos de imprensa. O levantamento também indicou 55.319 novas ocorrências da enfermidade, totalizando 8.755.133 contágios na história da doença no país.

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Nas últimas semanas, principalmente após as aglomerações registradas nas festas de final de ano, o número de novos casos e mortes voltou a subir, retornando aos patamares observados no auge da doença.

Segundo o Datafolha, 62% considera que a pandemia está fora de controle no Brasil. Apenas 3% das pessoas ouvidas pelo instituto acreditam que o surto está “totalmente controlado”. Para 33% dos adultos que participaram da pesquisa, a Covid-19 está controlada parcialmente.

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