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CCJR analisa 26 matérias em reunião ordinária

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Comissão de Constituição, Justiça e Redação analisou 26 matérias durante a 9ª reunião

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

A Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso analisou 26 matérias durante a 9ª reunião ordinária, realizada nesta terça-feira (24), sendo 18 projetos de lei, cinco vetos, dois despachos de urgência urgentíssima e uma proposta de emenda à Constituição.

Foram aprovados pareceres favoráveis a 10 projetos de lei, a redação final da proposta de emenda à Constituição nº 13/2020 e os despachos solicitando dispensa de pauta dos projetos de decreto legislativo nº 201/2020 e 202/2020.

Receberam pareceres favoráveis os seguintes projetos de lei: 23/2020, 73/2020, 55/2019, 645/2019, 27/2019, 277/2018, 527/2019, 792/2019, 279/2019 e 903/2019. Os projetos de lei nº 316/2019, 317/2019 e 22/2020 tiveram pareceres contrários aprovados.

Foram derrubados os vetos totais nº 87/2020, 88/2020 e 89/2020 e os vetos parciais nº 90/2020 e 80/2020, embora este tenha recebido o voto do deputado Lúdio Cabral pela sua manutenção. Os projetos de lei nº 737/2019 e 1213/2019 foram retirados de pauta a pedido de seus relatores.

Após ampla discussão, o deputado Lúdio Cabral (PT) pediu vista do projeto de lei nº 914/2020, que altera dispositivo da Lei nº 10.709, de 28 de junho de 2018, que institui o Fundo Estadual de Equilíbrio Fiscal de Mato Grosso (FEEF-MT). A proposta modifica o nome da instituição que receberá parte dos recursos do FEEF para serem investidos no município de Campo Novo do Parecis, incluindo a OSS Instituto Social de Saúde Resgate à Vida (SSRV), em substituição à que constava anteriormente na lei.

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Lúdio Cabral manifestou-se contrário à inclusão de uma OSS como destinatária de recursos do fundo. “Uma coisa é destinar recursos para instituições filantrópicas que têm convênio com o SUS. Outra coisa é esse fundo ser utilizado para financiar uma OSS. Se for para repassar os recursos ao município de Campo Novo do Parecis, para que o município tenha condições de ter mais margem para pagar os serviços realizados por essa OSS, tudo bem, agora repassar diretamente à OSS esses recursos eu sou contrário”, declarou.

O deputado Sebastião Rezende (PSC) afirmou que a alteração no texto da lei se deve ao fato de ter havido mudança na instituição que administra o Hospital Municipal de Campo Novo do Parecis. “Esses recursos vão para a Secretaria Municipal de Saúde e a secretaria, junto com o Conselho Municipal de Saúde, faz toda a verificação deles. A OSS administra o hospital, por isso vai para a OSS, mas quem administra os recursos é o município. Da mesma forma, nós temos mais nove hospitais municipais que passaram a receber esses recursos do fundo”.

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Rezende, por sua vez, pediu vista do projeto de lei nº 538/2019, que dispõe sobre o atendimento prioritário para pessoas com diabetes na rede estadual de saúde. O conteúdo dos projetos, as emendas e a tramitação podem ser acompanhados aqui

Reunião extraordinária – O presidente da CCJR, deputado Dilmar Dal’Bosco (DEM), informou que será realizada reunião extraordinária da CCJR nesta quarta-feira (25), durante sessão plenária, para apreciar os projeto de lei nº 850/2020, que altera e acrescenta dispositivos à Lei nº 7.263, de 27 de março de 2000, que cria o Fundo de Transporte e Habitação (Fethab), e 155/2020, que institui políticas de assistência à família da pessoa com transtorno do espectro autista.

Também participaram da reunião os deputados Silvio Fávero (PSL) e Dr. Eugênio (PSB). 

Fonte: ALMT

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Sindicato pede apoio da ALMT para retorno de eventos controlados no estado

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado estadual Eduardo Botelho (DEM), reuniu-se na manhã desta terça-feira (26) com representantes do Sindicato das Empresas de Eventos e Afins de Mato Grosso (Sindieventos-MT), que solicitaram apoio para assegurar a sobrevivência do setor, fortemente afetado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19). A reunião foi articulada pelo deputado Carlos Avalone (PSDB), que preside o Observatório Socioeconômico da ALMT.

Conforme a presidente do Sindieventos, Alcimar Moretti, mais de 5.200 empresas filiadas ao sindicato foram prejudicadas por conta das medidas restritivas adotadas durante os 11 meses de pandemia.  “O nosso setor é o único que foi 100% afetado e nós viemos buscar o apoio da Assembleia Legislativa. Estamos sem faturamento, demitimos funcionários. Nós movimentamos 53 segmentos da economia e precisamos ser ouvidos”.

Diante da situação, o sindicato pede que haja flexibilização das regras estabelecidas pelo decreto nº 783/2021, publicado pelo governo do estado, e seja liberada a realização de determinados tipos de eventos que, segundo Moretti, não promovem aglomerações e nos quais podem ser adotadas as medidas de biossegurança necessárias para evitar a disseminação da Covid-19. 

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“Há muitos eventos possíveis de serem controlados, como os corporativos e as feiras técnicas e agropecuárias, que são realizadas em locais abertos, com distanciamento entre os stands e pouca circulação de pessoas”, salientou.

O sindicato solicita ainda a isenção do IPVA de 2021 dos veículos das empresas com a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) do setor; a realização de licitações para o setor por lotes e de acordo com o segmento; a flexibilização, em razão da pandemia, das dívidas com entes públicos; o adiamento da publicação no Diário Oficial da lei do FUNDES até que sejam liquidados os 37 financiamentos que estão em fase final; e a ampliação dos prazos para pagamento de financiamentos anteriormente contratados.

O deputado Eduardo Botelho afirmou que buscará diálogo junto ao governo do estado para amenizar as dificuldades enfrentadas pelo setor. “Vamos trabalhar em todos os sentidos para ajudá-los, porque a situação deles é muito complicada. Vamos levar a discussão ao governo do estado e solicitar a possível liberação de eventos controlados, onde possam ser adotadas medidas de segurança sanitária. Acho que pode haver ajustes no decreto”.

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Carlos Avalone também reforçou a importância da flexibilização das medidas. “Os eventos técnicos que acontecem no interior, como feiras agropecuárias, antes eram shows, mas hoje não são mais. São feitos com distanciamento. Podemos separar esse tipo de coisa no decreto. Precisamos separar o que é festa e o que é evento que possa ter garantia de segurança. Temos que voltar a uma certa normalidade e garantindo a saúde de todos, o que é mais importante”.

Fonte: ALMT

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Contribuintes questionam cobrança da taxa de licenciamento

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Foto: Marcos Lopes

Os proprietários de veículos de Mato Grosso devem efetuar o pagamento da Taxa de Renovação do Licenciamento Anual do Veículo, no valor de R$ 126,06. A quitação é necessária para garantir a renovação do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV), mesmo após a substituição do documento físico pela versão on-line, o que tem causado questionamento e insatisfação por parte dos contribuintes.

Desde julho de 2020, o CRLV passou a ser expedido por meio eletrônico (CRLV-e), conforme estabelecido pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). No entanto, a mudança não implicou em alterações na cobrança da Taxa de Licenciamento, o que motivou o envio de um oficio n.º 022/2021 ao DETRAN-MT por parte do deputado estadual Elizeu Nascimento (PSL), solicitando o cancelamento da cobrança da taxa de Licenciamento anual veicular, considerando a resolução do CONTRAN N° 180 de 30 de Dezembro de 2019, que previu os requisitos para emissão de certificado de registro e licenciamento de veiculo eletrônico (CRLV-e).

O oficio, enviado na semana passada, solicita a isenção do pagamento. “O nosso entendimento é que a emissão do CRLV gerava um custo operacional que justificava a existência da taxa, mas se agora o documento é on-line não faz mais sentido a cobrança”, explicou Nascimento.

O parlamentar ainda destacou que assim que Assembleia Legislativa voltar às atividades normais ele irá apresentar um projeto de lei solicitando o cancelamento da cobrança da taxa de Licenciamento anual veicular.

Pagamento

A data limite para o pagamento da Taxa de Licenciamento sem a incidência de juros e multas é 31 de março. Após essa data. Após o prazo, será cobrado multa de 0,15% ao dia até o trigésimo dia de atraso; 9%, do trigésimo primeiro ao sexagésimo dia de atraso; e 12% após o sexagésimo dia de atraso. Para o cálculo do juros de mora, aplica-se o índice referencial da Selic estabelecido mensalmente pelo Banco Central do Brasil.

Fonte: ALMT

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